Economia

COMBUSTÍVEL

Preço médio da gasolina cai 5 centavos nos postos de Mato Grosso do Sul

A pesquisa semanal feita pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostra que o custo médio saiu de R$ 6,52 para R$ 6,47

Continue lendo...

O preço médio da gasolina comum em Mato Grosso do Sul caiu R$ 0,05 em uma semana, conforme a última pesquisa realizada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Entre os dias 5 e 11 de dezembro, o custo médio estava R$ 6,52, já do dia 12 a 18 deste mesmo mês caiu para R$ 6,47. Ou seja, queda de 0,77%.

Neste mesmo período, o valor mínimo saiu de R$ 6,33 para R$ 6,24 (1,42%) e o máximo se manteve em R$ 6,99.

Em Campo Grande, o preço médio estava R$ 6,48 e caiu para R$ 6,45, diferença de 0,45%. O valor mínimo saiu de R$ 6,33 para R$ 6,31 (0,32%) e o custo máximo se manteve em R$ 6,69.

OUTROS MUNICÍPIOS

Ainda conforme a pesquisa, atualmente, a gasolina comum em Dourados está entre R$ 6,24 e R$ 6,74 (8,01%), com preço médio de R$ 6,41.

Em Ponta Porã, a média é de R$ 6,80. O combustível foi encontrado de R$ 6,79 a R$ 6,82 (0,44%).  

Já em Três Lagoas, a gasolina comum está por R$ 6,69 e R$ 6,99 (4,47%). O valor médio é de R$ 6,84.

QUEDA

Desde quarta-feira (15), começou a valer nas refinarias, a redução de R$ 0,10 ou 3,1% por litro na gasolina. A Petrobras fez o anúncio um dia antes, na terça-feira (14).

Após o corte, o preço médio de venda do combustível nas refinarias será de R$ 3,09 por litro.

Em nota, a estatal disse que o novo preço "reflete, em parte, a evolução dos preços internacionais e da taxa de câmbio, que se estabilizaram em patamar inferior para a gasolina".  

A redução chegou após mais de 90 dias.

Assine o Correio do Estado

Rota bioceânica

Campo Grande e Chile firmam parceria institucional, tecnológica e econômica

Acordos envolvem logística, comércio internacional, economia, turismo, tecnologia e cultura por meio da Rota Bioceânica

08/07/2026 15h00

Assinatura do acordo entre Prefeitura de Campo Grande e Governo de Tarapacá

Assinatura do acordo entre Prefeitura de Campo Grande e Governo de Tarapacá Paulo Ribas

Continue Lendo...

Prefeitura Municipal de Campo Grande (Brasil) e Governo de Tarapacá (Chile) assinaram parcerias institucionais, tecnológicas e econômicas, na manhã desta quarta-feira (8), durante o Tarapacá Day, no Parktec CG, localizado na avenida Rachid Neder, número 760, Monte Castelo, na Capital.

Os acordos envolvem logística, comércio internacional, economia, turismo, tecnologia e cultura.

De acordo com a prefeitura, a parceria põe Campo Grande em um corredor estratégico de integração sul-americana, aproximando a Capital de mercados internacionais.

O objetivo é promover o desenvolvimento econômico das duas regiões, esquentar as relações comerciais/institucionais e viabilizar parcerias em Campo Grande, por meio da Rota Bioceânica.

“Hoje nós estamos aqui iniciando uma tratativa muito importante no Chile. Uma tratativa de aproximarmos ainda mais as nossas ações. Nós estamos fazendo história, iniciando um projeto de desenvolvimento econômico, integrando os nossos países e as nossas cidades para o futuro”, explicou a prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes.

Atualmente, Campo Grande tem um escritório do Chile, que, de acordo com a prefeita, foi o primeiro país do mundo a instalar um escritório na Capital.

“Temos o escritório do Chile, foi o primeiro país a instituir um escritório oficial na capital. E agora nós convidamos o governador para trazer o escritório do Chile para dentro do parque tecnológico. Nós estamos em vias de ampliação do parque tecnológico da nossa Capital e há três anos nós iniciamos essa tentativa com o governo de Itaparacá e toda a delegação do Chile”, disse a chefe do executivo estadual.

O Parque Tecnológico e de Inovação, mais conhecido como ParkTec, instalado em Campo Grande, está a disposição do governo regional de Tarapacá para lançamento de parcerias promissoras.

O local foi criado para reunir empresas, startups, universidades e centros de pesquisa, com o objetivo de desenvolver inovação, tecnologia e novos negócios.

“O estado de Tarapacá, que é um grande parceiro da nossa capital, onde hoje nós estamos abrindo as portas do Parque Tecnológico para que o governador José Miguel possa trazer participantes de tecnologia para esse campo novo. E agora é buscada as parcerias para construir portas para que a gente possa atrair novas empresas, novos desafios e daqui o parque tecnológico de Campo Grande, [onde] integramos a tecnologia, o estímulo de expertise no mundo de logística. O nosso maior desafio da vida pra frente é na área de logística”, destacou Adriane.

Em 2026, comemora-se o terceiro aniversário do escritório “Tarapacá para o mundo”, instalado na Capital.

alimentos mais caros

Cesta básica registra alta pelo quarto mês consecutivo em Campo Grande

Puxada pelo aumento da batata, cesta da Capital é a sexta mais cara do Brasil e compromete mais de 56% do salário-mínimo

08/07/2026 13h00

Batata foi o item que teve o maior aumento de preço em junho na Capital

Batata foi o item que teve o maior aumento de preço em junho na Capital Marcelo Victor/ Correio do Estado

Continue Lendo...

A cesta básica fechou o mês de junho custando R$ 846,06 em Campo Grande, o que representa alta de 0,58% em relação ao mês anterior, quando o preço foi de R$ 841,19. Este é o quarto aumento consecutivo do kit de alimentos na Capital.

Os dados são da pesquisa de preços divulgada nesta quarta-feira (8) pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

A última vez que houve deflação foi em fevereiro, de -0,40%. Nos meses seguintes, a cesta acumulou altas de 3,29% em março, 2,60% em abril e 1,73% em maio.

No ano, o aumento acumulado é de 9,04%, enquanto nos últimos 12 meses é de 6,69%.

Considerando o mês de junho, cinco dos 13 produtos que compõem a cesta básica tiveram aumento nos preços, sendo:

  • batata 10,88%
  • banana 3,27%
  • feijão carioca 2,71%
  • tomate 2,21%
  • pão francês 1,34%

Outros oito alimentos registraram queda de preço, sendo:

  • leite integral -3,17%
  • óleo de soja -3,01%
  • arroz agulhina -2,20%
  • carne bovina de primeira -1,46%
  • farinha de trigo -1,15%
  • açúcar cristal -0,97%
  • manteiga -0,78%
  • café em pó -0,39%

Em relação ao preço, a cesta básica de Campo Grande só fica atrás de São Paulo, Cuiabá, Rio de Janeiro, Florianópolis e Porto Alegre. Já considerando a variação do mês, é a 10ª maior entre as capitais.

Comprometimento

A jornada de trabalho necessária para comprar uma cesta básica em Campo Grande foi de 114 horas e 50 minutos em julho, aumento de 40 minutos na jornada em comparação ao mês de maio.

Na comparação com junho de 2025, cuja jornada registrou 114 horas e 56 minutos, o resultado foi de redução em seis minutos.

Considerando o salário mínimo líquido, de R$ 1.621,00, após o desconto de 7,5% da Previdência Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer 56,43% da renda para adquirir a cesta.

Em maio, esse percentual correspondeu a 56,10% da renda líquida e, em junho de 2025, a 56,48%.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).