Economia

Energia Renovável

Procura por sistemas de geração de energia solar aumenta 60%

Custos para instalar placas fotovoltaicas vão de R$ 9 mil a R$ 25 mil; há ainda opção para alugar as placas

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A energia solar tem ganhado espaço em Campo Grande. Conforme pesquisa da reportagem do Correio do Estado, no segundo semestre de 2020 as empresas registraram um aumento de 60% na procura por instalações de sistemas de captação de energia solar. 

Mas você sabe quanto custa investir na geração de energia limpa? Empresários explicam que há variação dos preços dependendo da potência e da capacidade de geração. E há ainda empresa que aluga as placas para condomínios.  

Últimas Notícias 

Na Capital, o investimento para uma casa que tenha em média cinco moradores, com dois ares-condicionados e consumo médio de 300 kWh mensais, varia de R$ 9 mil a R$ 25 mil.

De acordo com o profissional da área de vendas da empresa Ensol Engenharia Solar, Miguel Kabad Filho, os principais interessados hoje são os grandes consumidores de energia. No entanto, residências, condomínios e comércios se tornaram grandes interessados por perceberam a vantagem do investimento.

“Os principais benefícios da energia solar basicamente são: consumir sua energia pagando apenas a taxa mínima que a concessionária cobra por estar ligado à rede; não estar sujeito aos aumentos anuais da conta de energia nem às variações das bandeiras tarifarias; energia limpa, autossustentável e ecologicamente viável pelos próprios materiais; e a valorização do seu imóvel”, afirmou Kabad.

O gerente comercial da empresa Techsol Energia Solar, Thalyson Albres, explica que o retorno do investimento acontece de três a cinco anos após a instalação das placas, com durabilidade de 25 a 30 anos, proporcionando um retorno até 10 vezes maior que o investimento.  

Outro grande benefício da energia solar é a possibilidade de o usuário produzir em um local e mandar os créditos de energia para outro lugar, como, por exemplo, produzir energia em uma fazenda e alimentar prédios na cidade. O método de aquisição funciona de forma semelhante tanto para empresas quanto para pessoas físicas.

“Um consultor técnico da área vai realizar uma vistoria no imóvel, levantamento de dados e elaboração de um projeto de engenharia elétrica e encaminhar para a concessionária de energia, com prazo de 15 dias úteis. Com a aprovação do projeto, a equipe faz a instalação e uma vistoria é solicitada, que deve ser realizada em sete dias úteis. Após a vistoria, o medidor da pessoa é trocado e um medidor bidirecional é colocado no lugar, este marcará a produção e o consumo de energia”, explica Albres.  

“Com todo esse trâmite, atualmente os clientes podem estar economizando em até 60 dias após o início do processo”, conclui o gerente comercial.

ALUGUEL

Recentemente, uma startup que instala placas em condomínios demonstrou interesse em atuar em Campo Grande. 

A Edsun é uma greentech que faz a conexão entre investidores e consumidores de energia, fornecendo sem investimento por parte dos condomínios uma usina fotovoltaica instalada no local.  

“Esta usina atende à demanda mensal de energia e praticamente zera a conta de energia das partes comuns dos condomínios. Com isso ela cobra 70% do valor que era gasto anteriormente, gerando uma redução de custo imediata de até 30%”, explica o diretor da Edsun, Cristiano Meditsch, que ainda diz que os investimentos vêm de sócios.

“A captação dos recursos vem de investidores que serão sócios da usina fotovoltaica e remunerados pelo aluguel em um prazo de até 120 meses. Após este período, o investidor sai do negócio e a Edsun reduz o valor do aluguel para apenas 10% da última parcela, gerando uma redução de 90% nos custos com energia”, complementa.

Neste modelo de negócio, as usinas são instaladas para suprir a demanda de energia das áreas comuns dos condomínios, e não o consumo das unidades habitacionais. De acordo com a empresa, por enquanto o sistema de aluguel funciona somente para condomínios e escolas – não há oferta para pessoas físicas.

CONSUMIDORES

A economia e a geração de uma energia mais sustentável atrai o interesse de pessoas físicas e jurídicas. É o caso do proprietário do restaurante Wasabi Lounge, Antônio Cesar Hokama, que aderiu às placas solares em 2018: seu investimento foi de R$ 120 mil, feito por meio de financiamento.  

O empresário explica que sua conta mensal de energia elétrica era de R$ 3,7 mil e, com a instalação de placas fotovoltaicas, hoje paga apenas uma taxa de R$ 300.  

“O investimento em energia solar vale muito a pena, eu indico para todos meus amigos e me coloco à disposição para apresentar a minha aquisição como exemplo. Em três anos eu já tive o retorno do meu investimento”, explicou o empresário.

Há um mês, Alexander Ferreira, 31 anos, investiu na instalação do sistema em sua residência. “Nós investimos R$ 12 mil em um sistema de 500 kWh por mês, mas vai sobrar, a gente não gasta isso tudo”, conta.

Ele acredita que terá o retorno do investimento em menos de cinco anos.  

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Economia

Dinheiro esquecido nos bancos sobe para R$ 5,65 bilhões

Mais de 23 milhões de pessoas físicas têm valores a receber

08/09/2026 21h00

Foto: José Cruz / Agência Brasil

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O total de dinheiro “esquecido” em bancos e outras instituições financeiras chegou a R$ 5,65 bilhões em julho, segundo dados divulgados pelo Banco Central (BC) nesta terça-feira (8). O valor representa alta em relação aos R$ 5,12 bilhões registrados em junho.

Do montante disponível, R$ 4,25 bilhões pertencem a 23,57 milhões de pessoas físicas. Outros R$ 1,40 bilhão podem ser resgatados por aproximadamente 2,19 milhões de empresas.

Os recursos podem ser consultados gratuitamente pelo Sistema de Valores a Receber (SVR), serviço do Banco Central que permite localizar valores deixados em bancos, administradoras de consórcios, cooperativas, instituições de pagamento e outras empresas do sistema financeiro.

Maioria recebe pouco

Apesar do volume bilionário disponível, a maior parte dos beneficiários tem valores relativamente baixos para resgatar.

Segundo o Banco Central:

•  69,45% têm entre R$ 0,01 e R$ 10;

•  18,97% têm entre R$ 10,01 e R$ 100;

•  9,35% têm entre R$ 100,01 e R$ 1 mil;

•  apenas 2,22% têm mais de R$ 1 mil.

Os valores podem ter diferentes origens, como contas encerradas com saldo, tarifas cobradas indevidamente, recursos de consórcios encerrados e cotas de cooperativas de crédito.

Onde estão

Os bancos concentram a maior parcela dos recursos ainda disponíveis. Administradoras de consórcios e cooperativas aparecem na sequência.

O dinheiro está distribuído da seguinte forma:

•  Bancos: R$ 2,38 bilhões;

•  Administradoras de consórcio: R$ 1,96 bilhão;

•  Cooperativas: R$ 762,7 milhões;

•  Instituições de pagamento: R$ 353,4 milhões;

•  Financeiras: R$ 114,6 milhões;

•  Corretoras e distribuidoras: R$ 69,4 milhões;

•  Outras instituições: R$ 4,5 milhões.

Total devolvido

Desde a criação do Sistema de Valores a Receber, o Banco Central já devolveu mais de R$ 16 bilhões aos titulares.

Até julho, cerca de R$ 11,9 bilhões haviam sido destinados a pessoas físicas e aproximadamente R$ 4,2 bilhões, a empresas.

Somando os valores já devolvidos ao estoque que continua disponível, o sistema identificou cerca de R$ 21,8 bilhões em recursos a receber.

Em julho, aproximadamente R$ 323 milhões foram resgatados.

Remanejamento para Desenrola

Parte dos recursos que estavam disponíveis no sistema foi utilizada pelo governo federal para programas de renegociação de dívidas.

Valores cujos direitos foram repassados à União foram destinados ao Fundo Garantidor de Operações (FGO), usado para viabilizar garantias em programas como o Desenrola.

A movimentação desses recursos contribuiu para a redução do estoque disponível nos meses anteriores. Em julho, porém, o montante voltou a subir.

Como consultar

A consulta pode ser feita gratuitamente no Sistema de Valores a Receber do Banco Central. Na consulta inicial, o cidadão informa o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e data de nascimento. Empresas devem utilizar o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e os dados pedidos pelo sistema.

Caso existam valores disponíveis, é necessário acessar o sistema com uma conta Gov.br de nível prata ou ouro para solicitar o resgate.

O correntista deve seguir os seguintes procedimentos:

•  Acessar o Sistema de Valores a Receber;

•  Informar CPF e data de nascimento ou CNPJ;

•  Consultar a existência de valores;

•  Entrar no sistema com uma conta Gov.br de nível prata ou ouro;

•  Ler e aceitar o termo de responsabilidade;

•  Conferir o valor e a instituição responsável pela devolução;

•  Pedir o pagamento conforme as opções apresentadas.

Quando disponível a opção “Solicitar por aqui”, o dinheiro pode ser devolvido por Pix. Para quem não possui Pix ou não pode utilizar essa modalidade, o sistema apresenta a alternativa de contato direto com a instituição financeira.

Resgate automático

Desde maio de 2025, pessoas físicas também podem habilitar o pedido automático de devolução de valores a receber. 

A adesão é facultativa. Para utilizar a funcionalidade, é necessário ter uma conta Gov.br de nível prata ou ouro, com a verificação em duas etapas ativada, além de uma chave Pix vinculada ao CPF.

Com a função habilitada, os valores elegíveis são depositados automaticamente na conta cadastrada, sem a necessidade de uma nova requisição a cada recurso identificado.

Atenção aos golpes

O Banco Central alerta que o serviço é gratuito e que a consulta deve ser feita exclusivamente pelos canais oficiais.

O BC não envia links nem entra em contato para solicitar dados pessoais ou senhas relacionados aos valores a receber. O cidadão também não deve fazer pagamentos para liberar o dinheiro.

Entre as principais recomendações estão:

•  não clicar em links recebidos por SMS, WhatsApp, Telegram ou e-mail;

•  não fornecer senhas ou códigos de autenticação;

•  não pagar taxas para receber os valores;

•  conferir a instituição responsável diretamente no SVR;

•  utilizar somente os canais oficiais do Banco Central.

O sistema também permite consultar valores de pessoas falecidas. Nesse caso, o acesso é restrito a herdeiros, testamentários, inventariantes ou representantes legais, que precisam cumprir as exigências previstas pelo sistema.

LOTERIA

Resultado da Dia de Sorte de hoje, concurso 1292, terça-feira (08/09)

A Dia de Sorte realiza três sorteios semanais, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h; veja quais os números sorteados no último concurso.

08/09/2026 20h13

Confira o resultado do Dia de Sorte

Confira o resultado do Dia de Sorte divulgação

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 1292 da Dia de Sorte na noite desta terça-feira, 8 de setembro de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 100 mil.

Confira o resultado da Dia de Sorte de hoje!

Os números da Dia de Sorte 1292 são:

  • 26 - 06 - 12 - 11 - 09 - 22 - 01

  • Mês da sorte: 05 - Maio

O sorteio da Dia de Sorte é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: 1293

Como a Dia de Sorte tem seis sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na quarta-feira, 9 de setembro, a partir das 20 horas, pelo concurso 1293. O valor da premiação vai depender se no sorteio atual o prêmio será acumulado ou não.

Para participar dos sorteios da Dia de Sorte é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

A aposta mínima custa R$ 3,00 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher 7 dente as 31 dezenas disponíveis, e fatura prêmio se acertar 4, 5, 6 e 7 números.

Como apostar na Dia de Sorte

Os sorteios da Dia de Sorte são realizados às terças, quintas e sábados, sempre às 19h (horário de MS).

O apostador marca entre 7 e 15 números, dentre os 31 disponíveis no volante, e fatura prêmio se acertar 4, 5, 6 e 7 números.

Há a possibilidade de deixar que o sistema escolha os números para você por meio da Surpresinha, ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 9 ou 12 concursos consecutivos através da Teimosinha.

A aposta mínima, de 7 números, custa R$ 3,00.

Os prêmios prescrevem 90 dias após a data do sorteio. Após esse prazo, os valores são repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no FIES - Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

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