Economia

LOTERIAS

Resultado da Quina de hoje, concurso 7074, sexta-feira (24/07)

A Quina realiza seis sorteios semanais, de segunda-feira a sábado, sempre às 20h; veja quais os números sorteados no último concurso.

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 7074 da Quina na noite desta sexta-feira, 24 de julho de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 15 milhões.

Confira o resultado da Quina de hoje!

Os números da Quina 7074 são:

  •    28 - 77 - 17 - 29 - 41

O sorteio da Quina é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Quina 7075

Como a Quina seis sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre no domingo, 26 de julho, a partir das 20 horas, pelo concurso 7075. O valor da premiação vai depender se no sorteio atual o prêmio será acumulado ou não.

Para participar dos sorteios da Quina é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

A aposta mínima custa R$ 3,00 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher 5 dentre as 80 dezenas disponíveis no volante, e fatura prêmio se acertar 2, 3, 4 ou 5 números.

Como apostar na Quina

A Quina tem seis sorteios semanais: de segunda-feira a sábado, às 20h (horário de MS).

O apostador deve marcar de 5 a 15 números dentre os 80 disponíveis no volante e torcer. Caso prefira o sistema pode escolher os números para você através da Surpresinha ou ainda pode concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos consecutivos com a Teimosinha.

Ganham prêmios os acertadores de 11, 12, 13, 14 ou 15 números.

O preço da aposta com 5 números é de R$ 3,00.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com apenas cinco dezenas, que custa R$ 2,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 24.040.016, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 7.507,50 a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 8.005, ainda segundo a Caixa.

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Economia

Brasileiros retiram R$ 10,5 bilhões da poupança em agosto

Em 2026, apenas em maio houve mais depósitos que retiradas

10/09/2026 14h00

Foto: José Cruz / Agência Brasil

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O saldo da aplicação na caderneta de poupança caiu em agosto deste ano, com registro de mais saques do que depósitos. As saídas superaram as entradas em R$ 10,5 bilhões, de acordo com relatório divulgado nesta quinta-feira (10) pelo Banco Central (BC).

No mês passado, foram aplicados R$ 357,7 bilhões, contra saques de R$ 368,2 bilhões. Os rendimentos creditados nas contas de poupança somaram R$ 6,5 bilhões. O saldo da poupança é pouco mais de R$ 1 trilhão.

É o terceiro mês seguido de saques líquidos na poupança. Em 2026, apenas em maio houve mais depósitos que retiradas. Nos últimos anos, a caderneta vem registrando mais saques que depósitos. Em 2023 e 2024, as retiradas líquidas foram de R$ 87,8 bilhões e R$ 15,5 bilhões, respectivamente. No ano passado, o saldo negativo da poupança chegou a R$ 85,6 bilhões.

Até agosto, a caderneta já acumula R$ 57,1 bilhões em retiradas líquidas. Entre as razões para os saques está a manutenção da Selic – a taxa básica de juros – em alta, o que estimula a aplicação em investimentos com melhor desempenho. Definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, a taxa está em 14% ano.

De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião de março, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta a queda da taxa.

A Selic é o principal instrumento do BC para garantir que a meta de 3% (com tolerância de 1,5 ponto para mais ou para menos) para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, seja alcançada. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

No mês de julho, os alimentos ficaram mais baratos e contribuíram para que a inflação oficial perdesse força pelo quarto mês seguido e fechar em 0,07%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado fez o IPCA acumular 4,44% em 12 meses, trazendo o indicador de volta para a margem de tolerância da meta.

A inflação de agosto será divulgada na próxima sexta-feira (11) pelo IBGE.

ECONOMIA

Cesta básica cai pelo segundo mês seguido em Campo Grande

Cidade Morena ocupa a sexta colocação no ranking dos maiores valores entre as 27 capitais pesquisadas no balanço da Conab e Dieese

10/09/2026 13h01

Pelo menos cinco produtos dos 13 que compõem a cesta básica ficaram mais baratos no último mês

Pelo menos cinco produtos dos 13 que compõem a cesta básica ficaram mais baratos no último mês Marcelo Victor/Correio do Estado

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Análise mensal da cesta básica de alimento, feita pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), mostra queda (-0,49%) registrada por Campo Grande em agosto. No mês anterior, o custo havia recuado 4,73%. 

Com um custo de R$ 805,13, apesar do resultado aparentemente positivo com relação ao índice de julho, se comparado com agosto de 2025 há uma elevação de 4,73%, além de uma alta acumulada de 3,77% neste 2026. 

Com esses valores, Campo Grande ocupa a sexta colocação no ranking dos maiores valores entre as capitais, atrás apenas de regiões como São Paulo, Cuiabá, Rio de Janeiro, Florianópolis e Porto Alegre. 

Essa pesquisa trata-se de fruto da ampliação da coleta de preços dos alimentos, de 17 para 27 capitais através da parceria entre Conab e Dieese, firmada em 2024 e com primeiros dados divulgados a partir de agosto de 2025. 

No último mês houve redução no valor do conjunto de alimentos básicos em 27 das 27 capitais, com elevações registradas apenas em Maceió (1,43%) e São Luís (0,78%) em agosto. 

Ou seja, também apesar do resultado aparentemente positivo, Campo Grande está longe das quedas mais acentuadas registradas entre capitais, como no caso, por exemplo, de: 

  1. Rio Branco (-4,68%),
  2. Manaus (-4,55%),
  3. Boa Vista (-4,47%),
  4. Aracaju (-3,89%),
  5. Cuiabá (-3,37%),
  6. Salvador (-3,30%),
  7. Porto Velho (-2,93%),
  8. Recife (-2,62%),
  9. Goiânia (-2,51%) e
  10. Belém (-2,07%).

"Heróis e vilões" da cesta básica 

Nacionalmente, o tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta básica nas 27 capitais pesquisadas foi de 98 horas e 37 minutos, abaixo das mais de cem horas registradas em julho deste ano. 

E conforme o balanço divulgado pela Conab e Dieese, em agosto, o trabalhador campo-grandense remunerado com um salário mínimo de R$1.621,00 precisou trabalhar 109 horas e 16 minutos para receber o suficiente para pagar a cesta básica.

E nesse sentido, como é de costume, alguns alimentos tornaram-se os vilões da cesta básica enquanto outros "caíram nas graças" e tornaram-se queridinhos do consumidor pelo preço mais em conta. 

Pelo menos cinco produtos dos 13 que compõem a cesta básica ficaram mais baratos no último mês, como destaque para: 

  • Tomate (-27,09%),
  • batata (-20,10%), 
  • feijão carioca (-5,09%), 
  • café em pó (-1,63%)

Porém, se por um lado o campo-grandense viu até o pãozinho francês ter uma leve redução nos preços médios (-0,44%), do outro ficou um pouco mais pesado no bolso para comprar açúcar cristal (1,06%); manteiga (1,08%) e até na farinha de trigo (1,40%). 

Entre os "vilões" da cesta básica em agosto ainda cabe destacar o aumento nos preços da: 

  • banana (9,03%),
  • leite integral (7,42%),
  • carne bovina de primeira (4,81%),
  • arroz agulhinha (3,46%),
  • óleo de soja (1,43%)

No comparativo de 12 meses, quase metade dos itens da cesta básica acabaram com o custo mais alto, elevação essa visualizada em seis dos 13 produtos. Nesse contexto, a batata ficou 39,42% mais cara em um ano, sendo 31,04% no caso do feijão carioca e pouco mais de dez por cento no preço da carne bovina de primeira. 

Por outro lado, desde agosto do ano passado, por exemplo, ficou mais barato comprar: 

  1. açúcar cristal (-28,75%),
  2. café em pó (-18,23%), 
  3. arroz agulhinha (-9,50%),
  4. tomate (-9,05%)

Em um raio-x deste ano, no intervalo de 2026 até então há altas acumuladas no preço do feijão carioca (32,01%), batata (17,89%), tomate (16,86%), carne bovina de primeira (6,85%), leite integral (5,74%) arroz agulhinha (4,75%) e pão francês (0,78%).

Ainda assim, neste 2026, há quedas registrados nos preços do: açúcar cristal (-19,94%), café em pó (-17,87%), óleo de soja (-11,96%), farinha de trigo (-6,05%), banana (-5,81%) e manteiga (-3,35%).

Quanto à renda do campo-grandense, após o desconto de 7,5% da Previdência Social, foi necessário comprometer mais da metade do salário (53,70%) para adquirir a cesta básica em agosto. 

No mês imediatamente anterior o percentual bateu 53,96% da renda líquida, enquanto que, em agosto de 2025, correspondeu a 54,75% do recebido pelo proletariado. 

 

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