Economia

LOTERIA

Resultado da Timemania de hoje, concurso 2361, sábado (28/02)

A Timemania realiza três sorteios semanais, às terças, quintas e sábados, sempre às 20h; veja quais os números sorteados no último concurso

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 2361 da Timemania na noite deste sábado, 28 de fevereiro de 2026. A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 8,7 milhões.

Confira o resultado da Timemania de hoje!

Os números da Timemania 2361 são:

  • 19 - 51 - 38 - 76 - 44 - 35 - 63
  • Time do Coração: Tocantinópolis (TO)

O sorteio da Timemania é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Timemania 2362

Como a Timemania tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na terça-feira, 3 de março, a partir das 21 horas, pelo concurso 2362. O valor da premiação vai depender se no sorteio atual o prêmio será acumulado ou não.

Para participar dos sorteios da Timemania é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

A aposta mínima custa R$ 3,50 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher 10 dente as 80 dezenas disponíveis, e fatura prêmio se acertar de três a sete números, ou o time do coração;

Como jogar a Timemania

A Timemania é a loteria para os apaixonados por futebol. Além de o seu palpite valer uma bolada, você ainda ajuda o seu time do coração.

Você escolhe dez números entre os oitenta disponíveis e um Time do Coração. São sorteados sete números e um Time do Coração por concurso. Se você tiver de três a sete acertos, ou acertar o time do coração, ganha.

Você pode deixar, ainda, que o sistema escolha os números para você (Surpresinha) ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 9, ou 12 concursos consecutivos através da Teimosinha.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com 10 dezenas, a probabilidade de acertar sete números ganhar o prêmio milionário é de 1 em 26.472.637, segundo a Caixa.

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Economia

Ouro fecha perto da estabilidade com impasse nas negociações entre EUA e Irã

Metal dourado chegou a perder 1%, mas diminuiu as perdas ainda durante a manhã, conforme o petróleo reduzia os ganhos

11/05/2026 13h30

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump Foto: Divulgação

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O ouro fechou em queda, ainda que próximo da estabilidade, na sessão desta segunda-feira, 11, com o mercado cauteloso acompanhando os desdobramentos das negociações entre os Estados Unidos e o Irã para o fim da guerra.

Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para junho encerrou em queda de 0,04%, a US$ 4.728,70 por onça-troy.

Já a prata para julho fechou em alta forte de 6,3%, a US$ 85,948

O metal dourado chegou a perder 1%, mas diminuiu as perdas ainda durante a manhã, conforme o petróleo reduzia os ganhos, apesar da falta de avanços significativos nas negociações para o encerramento do conflito.

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que é "totalmente inaceitável" a resposta de Teerã à proposta estadunidense e que o cessar-fogo entre os dois países está fragilizado. Por sua vez, o Irã retrucou e afirmou que a proposta não é excessiva.

Em meio ao cenário, as pressões inflacionárias levam o mercado a precificar juros mais elevados por mais tempo, o que é negativo para investimentos que não geram rendimentos como o ouro, afirma o MUFG. "Dados robustos" do mercado de trabalho dos EUA também reforçam as expectativas de taxas mais altas, ainda segundo os analistas. A expectativa agora é pelo o índice de preços ao consumidor (CPI) dos EUA, que será divulgado na terça-feira e também pode movimentar as expectativas para a política monetária do país.

Contudo, o ING ainda prevê que o ouro alcance o patamar de US$ 5 mil até o fim do ano, mesmo com as incertezas geopolíticas elevando a volatilidade. "A movimentação de preços no curto prazo ainda pode ser dominada por forças macroeconômicas", como os rendimentos, o dólar e a política monetária, afirmam os analistas. "Assim que esses fatores adversos começarem a diminuir, o suporte do ouro deverá se reafirmar", concluem.

*Com informações de Dow Jones Newswires

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Em Um Ano

MS tem 132 empresas negativadas por dia e inadimplência é recorde

Estado chegou a 130,9 mil empresas inadimplentes em março deste ano, alta de 38% em relação ao mesmo período de 2025

11/05/2026 08h00

Foto: Magnific

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A inadimplência das empresas em Mato Grosso do Sul disparou nos últimos 12 meses e atingiu o maior patamar da série recente da Serasa Experian. Entre março de 2025 e março deste ano, o Estado registrou, em média, 132 novas empresas negativadas por dia útil. Segundo levantamento obtido pelo Correio do Estado, o número de empresas inadimplentes saltou de 94.860, em março do ano passado, para 130.912, no mesmo período deste ano.

Foram 36.052 CNPJs negativados, ou 38% a mais, no período de um ano. Considerando os 272 dias úteis entre os dois períodos, a média foi de 132 novos registros por dia útil.

O avanço coloca Mato Grosso do Sul entre os estados que seguem pressionados pelo encarecimento do crédito e pela desaceleração econômica nacional.

Em março deste ano, o Estado acumulava quase 1 milhão de dívidas negativadas, que somavam mais de R$ 3,3 bilhões. O valor representa crescimento expressivo em relação a março do ano passado, quando o estoque de débitos das empresas sul-mato-grossenses era de R$ 2,47 bilhões.

Em média, cada empresa inadimplente em MS tem 7,6 contas em atraso e dívida média de cerca de R$ 25,9 mil. O ticket médio das pendências ficou em torno de R$ 3,3 mil.

O levantamento da Serasa Experian aponta ainda que Mato Grosso do Sul encerrou março na 16ª posição nacional em número absoluto de empresas inadimplentes, atrás de estados como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul.

Inadimplência em MS

Número de empresas negativadas é recorde 
 

Fonte: Serasa Experian

NACIONAL

No cenário nacional, a inadimplência empresarial atingiu 8,9 milhões de CNPJs em março, mantendo-se próxima do recorde registrado em dezembro do ano passado. Ao todo, as empresas brasileiras acumulavam 62 milhões de dívidas negativadas, equivalentes a R$ 212,8 bilhões.

A economista-chefe da Serasa Experian, Camila Abdelmalack, afirma que o quadro reflete um ambiente financeiro ainda restritivo, apesar do início do ciclo de redução dos juros.

“O contingente de empresas com restrições de crédito segue elevado, refletindo a persistência de um ambiente financeiro ainda significativamente apertado. Apesar do início do ciclo de flexibilização monetária, o patamar ainda restritivo dos juros, aliado a spreads elevados e critérios de concessão mais cautelosos, limita a recomposição da capacidade financeira das empresas”, explica.

Conforme a economista, a inadimplência empresarial é um indicador de estoque, o que significa que o problema incorpora pressões acumuladas ao longo do tempo e tende a apresentar recuperação lenta.

“Em paralelo, o processo de desaceleração da atividade econômica tende a impactar o faturamento das empresas e dificultar a recomposição de caixa. Nesse contexto, ainda não há sinais consistentes de inflexão na trajetória da inadimplência”, completa.

MICRO E PEQUENAS

As micro e pequenas empresas continuam sendo as mais afetadas pela deterioração do crédito no País. Em março, elas representaram 8,4 milhões dos 8,9 milhões de CNPJs negativados no Brasil.

Esse grupo acumulou R$ 185,3 bilhões em dívidas e média de 6,7 contas inadimplidas por empresa.

Para Camila, os pequenos negócios sofrem mais intensamente os efeitos do crédito caro e da seletividade bancária.

“As micro e pequenas empresas são mais sensíveis a um ambiente de crédito restritivo, pois dependem majoritariamente de linhas de curto prazo e têm menor poder de negociação. Com os juros ainda em patamar elevado e a concessão de crédito mais seletiva, essas empresas enfrentam maior dificuldade para recompor o capital de giro”, analisa.

Ela acrescenta que problemas estruturais de gestão financeira também dificultam a recuperação das empresas menores.

“Esse quadro é agravado por desafios estruturais de gestão financeira, como menor capacidade de planejamento, controle de fluxo de caixa e alongamento de passivos, o que contribui para a persistência da inadimplência”, afirma.

SERVIÇOS

O setor de serviços concentrou a maior parte das empresas inadimplentes no País em março, respondendo por 55,5% do total. Na sequência aparecem comércio, com 32,4%, indústria, com 8,1%, e setor primário, com 0,9%.

Já em relação à origem das dívidas a maior parte está ligada ao chamado crédito comercial – débitos com fornecedores, utilities, telefonia, varejo e prestadores de serviço –, e não diretamente ao sistema financeiro.

Segundo a Serasa Experian, o uso desse tipo de crédito aumentou porque muitas empresas passaram a recorrer a negociações com fornecedores para financiar capital de giro, diante dos juros elevados e da dificuldade de acesso ao crédito bancário.

“Ao mesmo tempo em que esse mecanismo ajuda a manter a operação funcionando, ele também se torna mais difícil de administrar quando há acúmulo de pendências, prolongando o processo de regularização financeira das empresas”, destaca Camila Abdelmalack.
 

* Saiba 

Em média, cada empresa inadimplente em MS tem 7,6 contas em atraso e dívida média de cerca de R$ 25,9 mil. O ticket médio das pendências ficou em torno de R$ 3,3 mil.

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