A proposta inicial era facilitar a vida de professores de Mato Grosso do Sul que buscam substitutos temporários. A necessidade da área, contudo, mostrou-se maior que essa ideia. Assim, o que era para ser um banco de dados de educadores que se oferecem e buscam substituições de aulas, tornou-se uma agência nacional de empregos pela internet no campo da educação. A reportagem está na edição deste domingo do jornal Correio do Estado.
Nascido há nove meses em Campo Grande, por iniciativa do pedagogo e professor da rede pública Adalberto Santos do Nascimento, 35 anos, o portal Pega Aula (www.pegaaula.com.br) contabiliza aproximadamente 21 mil usuários cadastrados.
O dia a dia na educação e o olhar atento levaram Nascimento a notar que encontrar substitutos em situações diversas vivenciadas pelo professor (consultas médicas, viagens, licença-maternidade, etc.) não é algo simples. Um sistema de cadastro poderia facilitar essa tarefa. Foi com esse propósito que Adalberto criou o Pega Aula.
No entanto, impulsionado pela demanda, o portal não se limitou a encurtar o caminho de quem precisa substitutos e de quem está disposto a substituir, mas também passou a funcionar, já no primeiro mês, como atalho para escolas e candidatos a vagas na educação. Hoje, tem cadastros de educadores de todos os estados brasileiros. “A previsão inicial era chegar a um ano com 3 mil professores. Mas, em menos de dez meses, já temos cerca de 21 mil cadastrados”, conta Adalberto.
O funcionamento do portal é simples: os contratantes e os professores que buscam emprego se cadastram e já passam a ser informados sobre profissionais e vagas disponíveis. O serviço realiza filtros por área e por cidade e envia e-mails aos cadastrados.
A reportagem é de Osvaldo Júnior.


