Esportes

COPA DO MUNDO

Após derrota para Camarões, saiba quais seleções os brasileiros temem encontrar na Copa

França, Espanha, Holanda e Argentina são os possíveis rivais que a torcida não quer ter como adversário

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Após a derrota para Camarões, por 1x0, no último jogo da fase de grupo, alguns brasileiros ficaram decepcionados, outros, não se abalaram e mantiveram a esperança no hexacampeonato. A seleção avançou em primeiro lugar do grupo G, e vai enfrentar a Coréia do Sul na próxima segunda-feira (5), às 15h. 

Alguns torcedores acreditam que o Brasil já está nas quartas de finais, por encarar a Coréia, que é o caso de Matheus Murça, conhecido como DJ Café, que teme um confronto com a França e a Espanha. 

“Estou muito otimista, mas com base no que eu venho acompanhando na Copa do Mundo, não tem pra ninguém, pelo menos até as quartas. Mas tem dois times que eu tenho um pouco mais de receio, que é a França, atuais campeões mundiais, todo mundo tem que ter respeito, e a Espanha, que tem um jogo muito parecido com o Brasil, que mantém a pose de bola e tem muitos atacantes que estão sempre ali, é um time que pode trazer certo perigo”, comentou o DJ. 

Já a estudante de jornalismo Gabriela Cenciarelli, ficou bastante apreensiva após a derrota para Camarões nessa sexta-feira (2), e teme a Holanda e a Argentina. “O desempenho dessas equipes parece estar melhor que o nosso”, relatou a estudante. 

Gabriel Lorenzon, estudante de direito, também teme encarar a Holanda, tendo em vista que o Brasil já foi eliminado pela seleção holandesa, em 2010, justamente nas quartas de finais. A Holanda, assim, como a Argentina, podem ser adversários diretos do Brasil, caso a seleção avance para a semifinal. 

Quem também teme a França é a acadêmica de medicina Luiza de Abreu, por serem fortes e terem o Mbappé no ataque. “França ou Espanha, mas acho que a França mais”, disse a estudante. No entanto, o Brasil só encararia a França ou a Espanha em uma final, já que ambas as seleções europeias ficaram no chaveamento oposto ao brasileiro. 

ginástica

Rebeca Andrade anuncia retorno às competições neste ano após pausa em 2025

Maior medalhista olímpica do Brasil se ausentou para cuidar da saúde mental e ficar com a família

12/04/2026 22h00

Ginasta Rebeca Andrade é uma das três brasileiras que aparecem entre as 100 mulheres mais influentes ao redor do mundo

Ginasta Rebeca Andrade é uma das três brasileiras que aparecem entre as 100 mulheres mais influentes ao redor do mundo Foto: Luiza Moraes / COB

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Maior medalhista olímpica do Brasil, Rebeca Andrade anunciou neste domingo que está de volta às competições. Depois de tirar um tempo em 2025 para cuidar da saúde mental e ficar com a família, a ginasta de 26 anos se diz pronta para voltar a representar as cores do País.

Rebeca esteve prestigiando a etapa brasileira do Sail GP, competição internacional de vela, onde conversou com a reportagem do SporTV. Segundo ela, "está mantido (o plano de voltar a competir em 2026). Já conversei com o Chico direitinho, e ele já decidiu as competições que eu vou participar, mas todo mundo vai saber também".

Apesar de confirmar o retorno às atividades, Rebeca não cravou uma data exata para competir. "Estou bem animada. 2025 foi um ano muito importante para mim para eu cuidar da minha mente, cuidar do meu corpo. Ter mais esse momento com a minha família, com meus amigos para poder aproveitar também", acrescentou.

A ginasta foi o principal nome do Brasil em 2024, na Olimpíada de Paris. Depois disso, decidiu tirar um tempo 'sabático' para passar mais tempo com a família e cuidar da saúde mental. Rebeca é uma das principais representante da luta pela valorização do trabalho psicológico no esporte.

"Fazer viagens que um atleta de alto rendimento não consegue fazer. A gente tem que sempre se doar 100% para as competições, para a sua equipe, para todo mundo. Ter tido esse tempo para mim foi essencial. Esse ano eu já comecei com a energia lá em cima, estou muito animada para voltar", disse ao SporTV quando questionada sobre o que fez durante o período em que esteve afastada do esporte.

Em Paris-2024, Rebeca conquistou a medalha de ouro no solo, prata no individual geral e no salto, e bronze na categoria de equipes. Além dessas conquistas, ela também faturou o ouro no salto e prata no individual geral em Tóquio-2020.

VITÓRIA

Brasil garante duas medalhas na Copa do Mundo de Ginástica Rítmica

Jojô leva bronze na fita e conjunto fica com a prata na série mista

12/04/2026 21h00

A participação brasileira na etapa de Tashkent (Uzbequistão) da Copa do Mundo de Ginástica Rítmica chegou ao fim com duas medalhas

A participação brasileira na etapa de Tashkent (Uzbequistão) da Copa do Mundo de Ginástica Rítmica chegou ao fim com duas medalhas CBG/Divulgação

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A participação brasileira na etapa de Tashkent (Uzbequistão) da Copa do Mundo de Ginástica Rítmica chegou ao fim com duas medalhas. Neste domingo (12), a capixaba Geovanna Santos, a Jojô, conquistou o bronze na exibição com a fita. Já no conjunto, a série mista - em que as atletas se apresentam com três arcos e duas maças (aparelho semelhante a um pino de boliche) - valeu a prata.

O pódio de Jojô foi o primeiro dela em uma etapa de Copa do Mundo e o segundo do Brasil no individual. Ela repetiu o feito da paranaense Bárbara Domingos, a Babi, que foi bronze em Sofia (Bulgária), em 2023, também na fita.

Na final deste domingo, a capixaba obteve 27.600 de nota, ficando atrás somente da alemã Darja Varfolomeev (29.650) e de Rin Chaves, dos Estados Unidos (27.800).

No conjunto, a exibição do quinteto composto pela alagoana Duda Arakaki, a paulista Nicole Pírcio, a capixaba Sofia Madeira, as paranaenses Julia Kurunczi e Mariana Gonçalves e a amazonense Maria Paula Caminha, ao som da música Abracadabra, de Lady Gaga, valeu o segundo lugar, com 28.100 de pontuação.

A China ficou com o ouro (28.950). O bronze foi para a Rússia (27.400), que compete como país neutro, devido à punição do Comitê Olímpico Internacional (COI) pelo conflito militar na Ucrânia.

Elas também disputaram a final da apresentação com cinco bolas, mas ficaram na oitava e última colocação (21.400), no embalo da canção Feeling Good, de Michael Bublé. A vitória foi novamente das chinesas (27.300), com Rússia (25.950) e Belarus (25.600) completando o pódio. As bielorrussas, assim como as russas e pela mesma razão, também competem como atletas neutras.

Babi também se apresentou neste domingo, mas ficou longe da briga por medalhas. A paranaense ficou na oitava e última colocação tanto na exibição com a bola (23.150) como com as maças (25.650).

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