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Brasil é convocado para Mundial de basquete em cadeira de rodas

Competição será disputada entre 9 e 20 de junho em Dubai

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A Confederação Brasileira de Basquete em Cadeira de Rodas (CBBC) divulgou nesta quarta-feira (12) a relação de atletas, tanto das seleções masculina como feminina, que defenderão o Brasil no Mundial de basquete em cadeira de rodas, que será disputado, entre 9 e 20 de junho de 2023, em Dubai (Emirados Árabes).

A seleção masculina, que está no Grupo A da competição (ao lado de Austrália, Itália e Emirados Árabes), será formada por um grupo muito renovado, que inclusive conta com cinco atletas que disputaram a última edição do Mundial sub-23.

"Vamos com uma seleção masculina muito renovada, com atletas que estrearão na seleção em competições oficiais. Teremos a menor média de idade em 15 anos de seleção masculina principal", declarou o presidente da CBBC, Mário Belo.

Já Martoni Sampaio, treinador da equipe feminina, apostou em atletas mais experientes, inclusive com participações em edições dos Jogos Paralímpicos. As meninas do Brasil estão no Grupo B, no qual enfrentarão Austrália, Canadá, Espanha, China e Grã-Bretanha.

O Mundial de basquete em cadeira de rodas terá a participação de mais de 300 atletas, que representarão 16 seleções masculinas e 12 femininas.

Convocados para a equipe masculina:

Dwan dos Santos (Adfego-GO), Sérgio Veiga (ADD Magic Hands-SP), Felipe Santos (Andef-RJ), Milley Lopez (CEE 01/Candangos-DF), João Padilha (CEPE-SC), Cristiano Clemente (ADD Magic Hands-SP), Renato da Silva (Gadecamp-SP), Amauri Viana (ADD Magic Hands-SP), Wallace Carvalho (ADD Magic Hands-SP), Rildo Saldanha (All Star Rodas-PA), Guilherme Lourenço (Kings Maringá-PR) e Eduardo da Silva (CAD SJRP-SP).

Convocadas para a equipe feminina:

Ana Kélvia (Adesul-CE), Denise Eusébio (Apac/Cascavel-PR), Perla Assunção (All Star Rodas-PA), Silvelane Oliveira-Irefes/Sesport-ES), Paola Klokler-Irefes/Sesport-ES), Vileide de Almeida (All Star Rodas-PA), Maxcileide Ramos (Irefes/Sesport-ES), Cleonete Reis (All Star Rodas-PA), Gabriela Oliveira (Adesul-CE), Ivanilde da Silva (Irefes/Sesport-ES), Oara Uchôa (Adesul-CE) e Lia Martins (Adesul-CE).

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CLASSIFICADAS

Ginástica rítmica: Brasil é bronze e garante vaga em Los Angeles 2028

Equipe brasileira volta ao pódio mundial após duas pratas em 2025

15/08/2026 17h00

Seleção Brasileira de ginástica rítmica

Seleção Brasileira de ginástica rítmica Foto: Melogym / CBG

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O conjunto brasileiro de ginástica rítmica está classificado para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, nos Estados Unidos, em 2028. Neste sábado (15), a equipe conquistou a medalha de bronze no conjunto geral do Campeonato Mundial da modalidade, em Frankfurt, na Alemanha.Seleção Brasileira de ginástica rítmicaSeleção Brasileira de ginástica rítmica

A formação é composta pela alagoana Maria Eduarda Arakaki, pela paulista Nicole Pírcio, pela capixaba Sofia Madeira, pelas paranaenses Julia Kurunczi e Mariana Gonçalves e pela amazonense Maria Paula Caminha.

A Espanha conquistou o título. O Japão, campeão mundial realizado no Brasil em 2025, ficou com a prata. As brasileiras deixaram para trás adversários de peso, como a China, atual campeã olímpica, e a Bulgária, vencedora dos Jogos de Tóquio, em 2021.

Na disputa do conjunto geral, as equipes realizam duas séries. Na mista, as ginastas se apresentam com três arcos e duas maças. Na apresentação com cinco bolas, cada ginasta utiliza um dos aparelhos. A pontuação final é a soma das notas das duas rotinas, que levam em conta aspectos como dificuldade, execução e composição artística.

Na série mista, o Brasil teve a segunda melhor nota do dia, com 28,700 pontos, ao som de Abracadabra, de Lady Gaga. Já na apresentação com cinco bolas, que teve Feeling Good, de Michael Bublé, como trilha, o conjunto obteve 26,800 pontos, a oitava melhor nota da prova. O total foi de 55,500 pontos.

Os países foram divididos em três grupos de 14 conjuntos. O Brasil competiu no segundo grupo e terminou provisoriamente na segunda posição, atrás apenas da Espanha, que teve a melhor nota nas duas séries.

A confirmação da medalha e da vaga olímpica dependia dos resultados do terceiro grupo, que reunia adversários como Japão, Bulgária e Rússia. Apenas as japonesas superaram a pontuação brasileira, garantindo o bronze ao Brasil e a classificação para os Jogos de Los Angeles.

Esta foi a segunda edição consecutiva do Mundial com o Brasil no pódio. No ano passado, quando a competição foi disputada no Rio de Janeiro, o mesmo sexteto conquistou duas medalhas de prata, no conjunto geral e na série mista.

O Mundial termina neste domingo (16). O conjunto brasileiro terá as duas finais por aparelhos. A prova com cinco bolas começa às 6h, enquanto a série mista está prevista para as 9h, ambas no horário de Brasília.

"Nós simulamos várias vezes esse dia. Independentemente de como fôssemos na primeira série, teríamos que entrar na segunda e ir muito bem também. É bem tenso para as ginastas porque, no fim das contas, elas têm menos de uma hora para se apresentarem novamente. Controlar as emoções não é fácil", avaliou a técnica da seleção brasileira, Camila Ferezin, à Confederação Brasileira de Ginástica (CBG).

"Nossos conjuntos de cinco bolas e misto têm apresentações com dificuldades muito altas. Então, acredito que amanhã [domingo], elas possam ir ainda melhor", projetou a treinadora.

nova política

Vôlei brasileiro passa a exigir teste genético para atletas mulheres

CBV diz que se alinha a parâmetros do COI e da Federação Internacional

14/08/2026 19h30

Foto: Divulgação/CBV

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A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou nesta sexta-feira (14) que somente atletas do sexo biológico feminino poderão participar de competições organizadas pela entidade. A nova política de elegibilidade de atletas da categoria feminina foi publicada no final da tarde de hoje no site da CBV. Segundo a entidade, o novo critério tem como objetivo estar em conformidade com as regras do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Voleibol (FIVB).

A verificação será feita por testagem e triagem do gene SRY. Normalmente o exame é realizado por meio de exame de sangue ou esfregaço bucal.

“Com a mudança dos parâmetros internacionais e da responsabilidade institucional, a CBV buscou manter o alinhamento entre as regras que regem as competições nacionais com as hoje vigentes para as competições internacionais. A decisão da CBV se adequa ao COI e deixa nossos campeonatos equiparados com as competições internacionais.”, afirmou Radamés Lattari, presidente da CBV, no site da entidade.

A nova política de elegibilidade entra em vigor nas competições da Superliga A e B (A e B (temporada 26/27), Supercopa 2026, Copa Brasil 2027, Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 2027 (adulto), CBVP Challenger 2027 e nas respectivas edições seguintes durante a vigência da política.

Entre as atletas que podem ser afetadas pela nova diretriz está a jogadora Tiffany, mulher trans que atua no Osasco São Cristóvão Saúde. Em fevereiro, a ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia decidiu pela participação de Tiffany em partida contra o SESC RJ Flamengo na cidade de Osasco.

Na ocasião, a CBV recorreu ao STF, pedindo a suspensão da lei municipal de Osasco que proibia a participação de atletas transgêneros em eventos esportivos na cidade. Na ocasião, a ministra entendeu que a norma não estava de acordo com a Constituição e representava retrocesso nas políticas de igualdade de gênero e de promoção da dignidade humana.

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