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CORRIDA

Bruno Senna negocia com a Lotus para a temporada 2011

Bruno Senna negocia com a Lotus para a temporada 2011

TERRA

28/10/2010 - 14h54
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Após o complicado ano na fraca Hispania, Bruno Senna está perto de conseguir algo melhor na temporada 2011 da Fórmula 1. O brasileiro negocia com a Lotus e as conversas já estão bem avançadas para conseguir um dos cockpits da equipe. Quem sairia seria o veterano italiano Jarno Trulli, perto do fim de carreira. O time não quer se desfazer do finlandês Heikki Kovalainen, cujo desempenho agradou muito neste ano.

Segundo fontes ligadas ao piloto brasileiro, no entanto, ele ainda precisaria confirmar um patrocinador para assegurar a vaga na Lotus. Os empresários do piloto negociam com várias empresas do país para reeditar a parceria do sobrenome Senna com a equipe anglo-malaia, que anunciará no GP do Brasil a chegada dos motores franceses Renault. As duas empresas foram parceiras na Fórmula 1 nos anos 1980.

O sobrenome Senna tem uma longa história com a Lotus. Ayrton, tio de Bruno, correu pela equipe inglesa por três temporadas, de 1985 a 1987. O tricampeão conquistou sua primeira vitória na Fórmula 1 com a Lotus-Renault 97T no GP de Portugal de 1985, em Estoril. Ele conquistou seis triunfos, 24 pódios, 16 poles e 150 pontos no time inglês antes de ir para a McLaren, em 1988, ano de seu primeiro título mundial na maior categoria do automobilismo.

Futuro promissor para a Lotus em 2011

A Lotus é a grande aposta entre as equipes novatas para a próxima temporada da categoria. Ela confirmou que usará o câmbio e os sistemas hidráulicos da RBR a partir de 2011. A equipe encerrou a parceria com a Cosworth e usou a problemática caixa de velocidades da Xtrac em 2010. O inglês Mike Gascoyne, diretor-técnico do time, está otimista com a parceria, principalmente por causa da liberdade de projeto que proporcionará ao time de projetistas.

- O anúncio de que chegamos a um acordo de vários anos com a RBR para o fornecimento de câmbios e sistemas hidráulicos a partir de 2011 é um grande passo à frente para nós, tanto na engenharia quanto nas nossas ambições para o futuro. Este pacote tem uma importância grande no desempenho do carro, não apenas na pista, mas no projeto e nos pacotes aerodinâmicos. O fim dos difusores duplos aproximará o desenho da parte traseira dos carros e o contrato deverá ajudar no projeto para a próxima temporada - disse Gascoyne.

nova política

Tifanny se pronuncia após regra que veta trans no vôlei: "Retrocesso"

A jogadora, de 41 anos, é a primeira transgênero a atuar na Superliga e afirmou que não desistirá de seguir jogando

16/08/2026 22h00

Tifanny defende a equipe do Osasco São Cristóvão Saúde

Tifanny defende a equipe do Osasco São Cristóvão Saúde Foto: Divulgação / Osasco

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A oposta Tifanny, que defende a equipe do Osasco São Cristóvão Saúde, manifestou-se, pela primeira vez, sobre a nova política de elegibilidade da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), que restringe a participação nas competições entre mulheres a atletas designadas com o sexo biológico feminino ao nascer.

A jogadora, de 41 anos, a primeira transgênero a atuar na Superliga, considerou um "enorme retrocesso" e afirmou que não desistirá de seguir jogando.

"A CBV está tirando tudo o que eu tenho, que é o amor pelo voleibol e a profissão que eu venho exercendo todos esses anos. Mas isso não afeta só a mim. Afeta o meu clube, a torcida, patrocinadores, as pessoas que se inspiram em mim e o direito de todas as pessoas trans. É um enorme retrocesso na luta pelo reconhecimento e pela inclusão. Voltamos para a forma vexatória como se testavam as atletas nos anos 60 e 70", disse Tifanny, em pronunciamento compartilhado pela assessoria de imprensa do Osasco.

"Não vou me calar e vou tomar todas as medidas possíveis para que a minha luta pelo direito à visibilidade, à inclusão e à prática do esporte não tenha sido em vão", emendou a oposta, que atua no vôlei feminino desde 2017 e foi campeã da Superliga em 2025, sendo a primeira trans a conquistar o principal torneio do país na modalidade.

O pronunciamento foi feito após a estreia do Osasco no Campeonato Paulista da modalidade, na noite do último sábado (15), em casa, no Ginásio José Liberatti, contra o Pinheiros.

Apesar dos 19 pontos de Tifanny, muito festejada pela torcida osasquense, as visitantes levaram a melhor e venceram por 3 sets a 2, com parciais de 25/21, 25/16, 21/25, 23/25 e 15/11, após pouco mais de duas horas de partida.

A participação da oposta no jogo, mesmo depois de a nova política da CBV ser anunciada, ocorreu após a Federação Paulista de Volleyball (FPV) informar que o Estadual seguiria o regulamento em vigor desde o início do torneio. Segundo a entidade, "eventuais medidas" serão tomadas "para as próximas competições [...] após análise e manifestação das áreas jurídica e de saúde".

O novo critério de elegibilidade foi anunciado pela CBV na última sexta-feira (14). Segundo a entidade, a meta é estar em conformidade com regras do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Voleibol (FIVB). De acordo com a confederação, as atletas deverão atender a critérios estabelecidos pela nova política, que incluem a apresentação de resultado negativo para o gene SRY.

Antes, mulheres trans podiam atuar desde que os níveis de testosterona sérica estivessem abaixo de determinado limite. A nova determinação é válida já para as edições deste ano da Superliga (nas duas principais divisões) e da Supercopa, além da Copa Brasil e do Circuito Brasileiro de vôlei de praia de 2027.

Masters 1000

João Fonseca estreia com vitória e agora enfrenta o 129º em Cincinnati

Fonseca já igualou a campanha do ano passado em Cincinnati, quando foi eliminado na terceira rodada pelo francês Terence Atmane

16/08/2026 15h30

João Fonseca

João Fonseca Julien Crosnier / Federação Francesa de Tenis (FFT)

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João Fonseca estreou com vitória em sua segunda participação no Masters 1000 de Cincinnati. Neste domingo, o tenista de 19 anos venceu Botic van de Zandschulp, da Holanda, por 2 a 0, parciais de 6/4 e 7/6 (7/2). Na próxima rodada, o brasileiro, 26º do ranking, tem um confronto teoricamente mais tranquilo e enfrenta o australiano Christopher O'Connell, apenas o 129º do mundo e que veio do qualifying.

Com a segunda vitória seguida em sua terceira partida contra Van De Zandschulp, número 59 do ranking, Fonseca já igualou a campanha do ano passado em Cincinnati, quando foi eliminado na terceira rodada pelo francês Terence Atmane, que ocupava a modesta 136ª colocação no ranking.

Nesta temporada, como cabeça de chave, o brasileiro folgou na primeira rodada e sofreu contra Van De Zandschulp a primeira quebra da partida, no terceiro game, mas conseguiu confirmar o break point na sequência e empatou em 2 a 2. O confronto ficou equilibrado, com os tenistas confirmando seus serviços até o 10º game, quando Fonseca conseguiu a quebra e fechou em 6/4.

No segundo set, o brasileiro conseguiu abrir uma vantagem de 4 a 1, mas permitiu a reação do adversário, que venceu três games seguidos e desperdiçou um break point no nono game. Os tenistas foram confirmando seus saques e a definição do set foi para o tie break. Fonseca começou o desempate com agressividade e logo abriu 4 a 0, depois só precisou administrar a vantagem para fechar em 7/2 e 2 a 0 em 1h47.

O'Connell chegou à terceira rodada passando pelo norueguês Cásper Ruud neste domingo no Masters 1000 de Cincinnati. O ex-vice-líder do ranking e atual 17º abandonou a partida com problema físico quando o placar marcava 7/5 e 2/1 para o adversário. Será a primeira partida entre Fonseca e O'Connell, que tem 32 anos.

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