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Campo Grande sedia torneio nacional de Judô Sub-18 e Sub-21, neste final de semana

Ao todo, 28 sul-mato-grossenses estão inscritos na competição

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A partir deste sábado (04), cerca de 400 judocas se reúnem em Campo Grande para o Meeting Nacional Sub-18 e Sub-21 de Judô.

O evento é a primeira competição de base neste ano da modalidade. Diante de familiares e amigos, 28 judocas sul-mato-grossenses buscam subir ao pódio do evento.

A competição reunirá atletas de 94 clubes brasileiros e traz à capital, os principais jovens nomes da modalidade, como Kaillany Cardoso (63kg/Sub-21) prata no Campeonato Mundial Júnior do ano passado, disputado em Guayaquil, Equador; Bianca Reis (57kg/Sub-21), prata no Copa Europeia de Paks, na Hungria. 

Divididos em seis equipes, MS será representado por sete atletas de Dourados e outros  21 da capital. 

Ao Correio do Estado, o presidente da Federação de Judô de Mato Grosso do Sul, José Ovídio destacou a importância do evento para os jovens judocas de MS. “Aqui estarão os melhores talentos do país. Atualmente somos a terceira federação do país, e com certeza a energia dos amigos e familiares dos atletas emanam a energia necessária para fazermos bonito no evento”, destacou.

Neste ano, com o intuito de ampliar a oportunidade de participação no processo de desenvolvimento competitivo das classes Sub-18 e Sub-21, a Confederação Brasileira de Judô (CBJ) aumentou os critérios de classificação para o Meeting.

Agora, os doze melhores colocados na Seletiva Nacional estão aptos a participar, além dos classificados até a quinta posição em Campeonatos Brasileiros, Jogos da Juventude e eventos internacionais. 

Um lugar no pódio do Meeting rende pontos ao ranking nacional da base e, juntamente com outras competições do calendário CBJ ao longo do ano, define os representantes do país em Estágios Internacionais e em competições maiores como os Campeonatos Mundial e Pan-Americano.  

Em 2022, as Seleções Brasileiras Sub-18 e Sub-21 conquistaram 55 medalhas, incluindo quatro pratas em Mundiais. O evento será transmitido ao vivo no canal da CBJ no YouTube.

Com assessoria

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nova política

Vôlei brasileiro passa a exigir teste genético para atletas mulheres

CBV diz que se alinha a parâmetros do COI e da Federação Internacional

14/08/2026 19h30

Foto: Divulgação/CBV

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A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou nesta sexta-feira (14) que somente atletas do sexo biológico feminino poderão participar de competições organizadas pela entidade. A nova política de elegibilidade de atletas da categoria feminina foi publicada no final da tarde de hoje no site da CBV. Segundo a entidade, o novo critério tem como objetivo estar em conformidade com as regras do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Voleibol (FIVB).

A verificação será feita por testagem e triagem do gene SRY. Normalmente o exame é realizado por meio de exame de sangue ou esfregaço bucal.

“Com a mudança dos parâmetros internacionais e da responsabilidade institucional, a CBV buscou manter o alinhamento entre as regras que regem as competições nacionais com as hoje vigentes para as competições internacionais. A decisão da CBV se adequa ao COI e deixa nossos campeonatos equiparados com as competições internacionais.”, afirmou Radamés Lattari, presidente da CBV, no site da entidade.

A nova política de elegibilidade entra em vigor nas competições da Superliga A e B (A e B (temporada 26/27), Supercopa 2026, Copa Brasil 2027, Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 2027 (adulto), CBVP Challenger 2027 e nas respectivas edições seguintes durante a vigência da política.

Entre as atletas que podem ser afetadas pela nova diretriz está a jogadora Tiffany, mulher trans que atua no Osasco São Cristóvão Saúde. Em fevereiro, a ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia decidiu pela participação de Tiffany em partida contra o SESC RJ Flamengo na cidade de Osasco.

Na ocasião, a CBV recorreu ao STF, pedindo a suspensão da lei municipal de Osasco que proibia a participação de atletas transgêneros em eventos esportivos na cidade. Na ocasião, a ministra entendeu que a norma não estava de acordo com a Constituição e representava retrocesso nas políticas de igualdade de gênero e de promoção da dignidade humana.

Queda de sanção

FIA retira restrição e russos e belarussos voltam a defender bandeira de seu país nas corridas

Liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1

13/08/2026 23h00

Liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1

Liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1 Foto: Divulgação / FIA

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A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) anunciou nesta quinta-feira que as restrições a pilotos da Rússia e de Belarus por causa da guerra com a Ucrânia, impostas desde março de 2022, chegaram ao fim e eles poderão disputar corridas defendendo a bandeira de seu país e ouvirem o hino nacional no pódio.

Até esta semana, os pilotos destes países estavam obrigados a correr sob a bandeira da FIA. Mesmo as seleções destes países não podiam disputar eventos sob a chancela da federação. Apenas quem tinha dupla nacionalidade competia, e defendendo as cores de outro país.

"Atualização sobre a resposta da FIA ao conflito na Ucrânia. O objetivo desta circular é notificar todos os membros da FIA, detentores de licenças, competidores e oficiais, organizadores e outras partes interessadas da FIA sobre a decisão recente do Conselho Mundial de Automobilismo (WMSC), adotada em 3 de agosto de 2026. Pilotos, equipes nacionais, competidores individuais e oficiais da Rússia e de Belarus têm permissão para participar de competições internacionais ou zonais sem quaisquer restrições", anunciou a FIA em nota oficial.

"A exigência de assinar um termo de neutralidade não se aplica mais", continuou o comunicado. "A exibição de símbolos nacionais, cores e bandeiras da Rússia e de Belarus (em uniformes, equipamentos e veículos), bem como a execução de seus hinos nacionais, é permitida em competições internacionais ou regionais."

A liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1. O piloto da Rússia defendeu a Haas na temporada de 2021, mas acabou demitido pela escuderia norte-americana no ano seguinte por causa das restrições imposta após os ataques à Ucrânia. Deu lugar para Kevin Magnussen.

A autorização dos pilotos não significa que o Grande Prêmio da Rússia voltará ao calendário. Ao menos não de imediato. A prova ocorreu no circuito de Socchi até 2021. Depois, o contrato acabou rompido pela FIA justamente pela guerra. Belarus também não pode receber GPs.

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