Esportes

APÓS 16 ANOS

Capital será sede da Liga das Nações masculina de vôlei em 2020

Jogos serão disputados no Guanandizão, que passa por reforma

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Após 16 anos, Campo Grande volta a receber jogos da seleção masculina de voleibol, sendo uma das sedes brasileiras da temporada 2020 da Liga das Nações. Informações foi confirmada nesta segunda-feira (16) pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), que recebeu o ok da Federação Internacional de Voleibol. Ginásio Guanandizão, que passa por reforma, será o palco das partidas. 

Jogos serão disputados nos dias 19, 20 e 21 de junho de 2020, com partidas de Brasil, Alemanha, Itália e Rússia. As partidas sediadas na Capital fazem parte da última etapa dos jogos, na preparação para as Olimpíadas de 2020, na qual a seleção já está classificada. 

A última vez que a seleção brasileira de voleibol esteve em Campo Grande foi em 2004, quando venceu Portugal pela Liga Mundial. 

“É mais um dos grandes eventos que retornam a Campo Grande, uma cidade que assim como o Brasil inteiro, é apaixonada por voleibol, com atletas em grandes clubes do País. Há muitos anos o campo-grandense sonha com o retorno dos jogos da seleção de voleibol em Campo Grande e vamos dar este presente a nossa cidade”, declarou o prefeito Marcos Trad.

GUANANDIZÃO

O Guanandizão tem capacidade para  um público superior a 8,3 mil pessoas e já recebeu grandes eventos, mas está interditado desde 2013, por determinação do Corpo de Bombeiros, que cobrou um projeto de prevenção e combate de incêndio,  além de ter identificado problemas nas instalações elétricas, que colocariam em risco a segurança dos frequentadores. 

Ginásio Guanandizão está sendo reformado, em parceria entre a Prefeitura e Governo do Estado, que liberou R$ 1,8 milhão para custear o projeto

O projeto de reforma contempla , por exemplo, na parte elétrica, troca de toda a fiação, substituição do transformador, instalação de um gerador de energia, reforço da iluminação das quadras externas com novas lâmpadas de led. O gerador é necessário para garantir o funcionamento (em caso de falta de energia)  das bombas de água para o combate a sinistros. O projeto elétrico está orçado em, aproximadamente, R$ 500 mil.

Os banheiros também passarão por revisão geral, incluindo parte hidráulica, colocação de novos azulejos, substituição de forro e instalação de equipamentos de acessibilidade para  atender pessoas com deficiência física.    

As intervenções incluem as bilheteira e em toda a estrutura externa de quadras com reparos no piso, nova pintura, novas tabelas de basquete, alambrados. Haverá instalação de tátil no entorno, reurbanização com plantio de grama e troca de lojas.

Postura

Presidente da CBF 'garante' renovação de Ancelotti na seleção até 2030: 'Dá para cravar'

Seria uma maneira de dar tranquilidade e tirar a pressão sobre Ancelotti na Copa do Mundo

07/05/2026 13h30

Foto: Rafael Ribeiro / CBF

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A Confederação Brasileira de futebol (CBF) está bastante satisfeita com o trabalho de Carlo Ancelotti no comando da seleção e, mais uma vez, Samir Xaud, presidente da entidade, 'garantiu' a permanência do italiano até o ciclo para a Copa do Mundo de 2030.

Xaud vem sendo repetitivo nas últimas semanas ao cravar a renovação de Carlo Ancelotti. Nesta quinta-feira, o presidente da CBF participou da FutPro Expo 2026, em Fortaleza, e voltou a falar sobre o assunto em atendimento à imprensa.

Há alguns dias, Xaud disse que Ancelotti chegaria à disputa da Copa do Mundo dos Estados Unidos, Canadá e México - anuncia a lista final no dia 18 de maio - já com o contrato renovado. O atual acordo termina justamente após a competição desde meio de ano. Questionado sobre o novo vínculo, o presidente da CBF mostrou-se confiante.

"(Vamos anunciar) Antes (da Copa do Mundo), com certeza", cravou Xaud. "Estão faltando ajustes jurídicos, tanto dos advogados do lado dele, quanto do nosso, mas acredito que antes da nossa ida para a Copa do Mundo a gente vai estar anunciando", disse. "Dá para cravar (a permanência até 2030)."

Seria uma maneira de dar tranquilidade e tirar a pressão sobre Ancelotti na Copa do Mundo, já que a seleção brasileira vem sofrendo com os desfalques com pouco tempo para a estreia na competição, diante do Marrocos.

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Esportes

Mercado iGaming brasileiro em 2026: como operadores escolhem fornecedores B2B

06/05/2026 10h33

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A regulamentação das apostas esportivas e cassinos online no Brasil, em vigor desde janeiro de 2025, transformou o setor em um dos mais cobiçados do mundo. Centenas de operadores nacionais e internacionais já buscaram licença junto à Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do Ministério da Fazenda, e a guerra pelo player brasileiro está apenas começando. Mas a corrida pela licença é apenas o primeiro passo — a verdadeira batalha está na escolha da tecnologia que sustenta o produto.

O Brasil: ecossistema regulatório em construção

A SPA, cujas regras detalhadas estão publicadas no portal oficial do governo federal, continua refinando seus requisitos técnicos, de KYC, de jogo responsável e de prevenção à lavagem de dinheiro. O movimento espelha uma tendência maior de modernização regulatória brasileira: o Banco Central tem agido de forma cada vez mais firme em outros setores financeiros, como mostra a recente decisão de liquidação extrajudicial de uma fintech competidora do Nubank. O recado para o setor de apostas é claro: a tolerância para operadores que não cumprem regras está em queda.

O peso da decisão tecnológica

Para um operador brasileiro, escolher uma plataforma B2B é uma decisão estratégica que afeta tudo: tempo de lançamento, conformidade com a SPA, qualidade da experiência do jogador, custo operacional e capacidade de escalar. Operadores que entram no mercado brasileiro sem um stack técnico robusto enfrentam dificuldades para crescer, mesmo quando têm marketing forte e uma boa equipe comercial. A diferença entre quem cresce e quem trava costuma estar na arquitetura.

O que um agregador moderno entrega

Um agregador competitivo precisa oferecer três pilares ao operador:

  • Catálogo amplo — centenas de slots, jogos de mesa e cassino ao vivo via integração única

  • Conteúdo localizado — temas brasileiros, suporte em português, jogos com identidade visual regional, dealers em português, integração com Pix

  • Conformidade automatizada — relatórios para a SPA, ferramentas de jogo responsável, KYC integrado e suporte para autoexclusão

Plataformas como Agreegain — agregador de jogos atendem especificamente o mercado brasileiro com conteúdo curado para o público local, em vez de simplesmente replicar bibliotecas europeias. Para operadores que estão entrando agora ou migrando de plataformas legacy, a curva de adaptação ao mercado brasileiro tem sido o maior obstáculo — e onde os bons parceiros B2B fazem a maior diferença.

Localização: o fator de retenção

Os primeiros dados de retenção do mercado brasileiro mostram um padrão claro: operadores que apostaram em conteúdo localizado retêm jogadores significativamente melhor do que aqueles que dependem de bibliotecas genéricas. Slots de tema brasileiro, mesas com dealers em português, e promoções amarradas a eventos como o Brasileirão ou a Copa do Mundo geram engajamento que não vem de portfólios globais.

A afinidade cultural com loterias e jogos é parte da identidade brasileira há décadas — basta ver o volume de buscas por resultados da Quina e outras loterias federais para entender o tamanho desse hábito. O iGaming entra nesse ecossistema cultural com a vantagem de oferecer experiência mais imediata, mais variada e adaptada a celular, mas só funciona se a marca souber falar a língua do jogador.

A integração com o futebol

Nenhuma estratégia de iGaming no Brasil é completa sem uma camada forte de apostas esportivas conectada ao casino. O futebol é o pulmão do esporte brasileiro, e operadores que combinam cobertura de competições nacionais como a Série D do Brasileirão com casino integrado capturam jogadores que de outra forma se dispersariam entre marcas separadas. A integração entre os dois produtos — uma carteira única, uma conta única, uma experiência fluida — virou padrão de mercado.

Migração: o próximo desafio

Operadores que já possuem licença e querem migrar de uma plataforma legacy enfrentam o desafio adicional de fazer a transição sem downtime. APIs flexíveis, suporte técnico dedicado e onboarding rápido são critérios decisivos nessa decisão. Quem migrou cedo, antes do mercado encher, geralmente teve um caminho mais tranquilo. Quem deixar para depois, vai migrar competindo pela atenção da equipe técnica do parceiro junto com dezenas de outros operadores.

O que esperar nos próximos meses

O mercado iGaming brasileiro deve consolidar-se em torno de operadores que combinam licença regularizada, plataforma técnica sólida e conteúdo profundamente localizado. Os parceiros B2B escolhidos agora definirão quem lidera o setor nos próximos anos. A janela para construir uma vantagem estrutural ainda está aberta, mas está fechando rapidamente — e quem demora demais na escolha da tecnologia terminará pagando o preço em retenção, custos e velocidade de adaptação regulatória.

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