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Catar deve ser última Copa de Modric

Seleção da Croácia foi vice-campeã em 2018, perdendo na final para a França; base do time deve jogar último mundial este ano

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Luka Modric, ídolo do futebol croata, eleito o melhor jogador do mundo em 2018, que está com 37 anos, e Ivan Perišic, meio-campo do Tottenham, campeão da Liga dos Campeões (2019/2020) pelo Bayern de Munique, de 33 anos, devem jogar pela última vez uma Copa do Mundo, no Catar.


Seguindo com a série de matérias especiais sobre as principais seleções participantes da Copa do Mundo do Catar (que teve início com a seleção da França na edição de terça-feira), hoje apresentamos a seleção croata.

 
O ciclo do histórico elenco da seleção croata, que realizou a façanha de ser vice-campeã do mundo na Copa de 2018, na Rússia, encaminha-se para chegar ao fim na edição da Copa deste ano. 


Três importantes jogadores da Copa passada que estavam presentes no feito inédito para os croatas já se aposentaram da seleção, são eles: Mario Mandzukic, ex-jogador do Bayern de Munique, onde foi campeão da Champions League, e ex-Juventus, encerrando a sua carreira no futebol em 2021; Danijel Subasic, goleiro lembrado por defender três pênaltis nas oitavas contra a Dinamarca e que atualmente está sem clube; e o meio-campista Ivan Rakitic, campeão da Champions League e de quatro espanhóis pelo Barcelona, que atua no Sevilla.


A média de idade da seleção do técnico Josip Stanisic está na faixa dos 27 anos, o que demonstra a necessidade de renovação. Os jogadores mais jovens do elenco têm 20 anos, sendo eles o zagueiro Gvardiol, do RB Leipzig, e o meio-campista Luka Sucic, do RB Salzburg – ambos devem ser reservas nesta Copa, porém, são promessas para o rejuvenescimento da equipe Croata no futuro.

LUKA MODRIC

Jogador mais experiente desta seleção croata, Luka Modric é considerado o maior jogador da história da Croácia.


Modric estreou em sua seleção em 2006. De lá para cá, o meio-campista do Real Madrid representou o país em três edições da Copa do Mundo, em 2006, 2014 e 2018, quando foi eleito o melhor jogador da Copa na Rússia. Agora Modric está prestes a participar de sua quarta Copa na carreira.


No início da carreira na Croácia, o jogador chamou a atenção do Tottenham, quando foi tricampeão croata pelo Dinamo Zagreb entre as temporadas de 2005 e 2008.


Na equipe inglesa, Luka Modric permaneceu por quatro anos, quando, em 2012, foi contratado pelo Real Madrid, por 35 milhões de Euros.


A trajetória do atleta no Real é marcada por conquistas, sendo Modric considerado um dos grandes ídolos da história de uma das maiores equipes do mundo. 


O croata foi campeão cinco vezes da Liga dos Campeões, além de conquistar em três oportunidades a liga espanhola (La Liga). 


Apesar de creditarem Modric como um “coadjuvante” nestes longos 10 anos em que o meio-campista foi jogador merengue, por causa da estrela de Cristiano Ronaldo e agora do francês Karim Benzema, o croata demonstrou, especialmente nas duas últimas temporadas, que merece ser reconhecido como um dos destaques da equipe.


CAMPANHA EM 2018


Longe dos holofotes, a seleção da Croácia na Copa do Mundo de 2018 era considerada uma boa equipe europeia, porém, distante de ser uma das favoritas para o título.


Antes de conquistarem a segunda colocação em 2018, feito que é o maior da história da seleção croata nas copas, 1998 foi o ano mais emblemático do futebol para o país, quando na Copa sediada na França o time ficou em terceiro lugar. 


Na época, a seleção foi parada nas semifinais justamente pela anfitriã, que posteriormente foi a campeã, vencendo a seleção brasileira na final.


Na fase de grupos da Copa do Mundo de 2018, a Croácia enfrentou na estreia a Nigéria, vencendo por 2 a 0. O segundo jogo foi contra a Argentina que foi surpreendida com um ataque avassalador, e a Croácia venceu por 3 a 0.


Com uma equipe mesclada de reservas, ainda na fase de grupos, os croatas venceram a Islândia, por 2 a 1.
O caminho rumo à final foi emocionante: nas oitavas e nas quartas de final, a Croácia avançou vencendo a Dinamarca e a Rússia nos pênaltis.


Na semifinal, contra a Inglaterra, Mandzukic foi o herói da classificação, marcando o único gol da prorrogação, em jogo que tinha terminado empatado, por 1 a 1, no tempo normal.


A um passo do título da Copa do Mundo, a seleção croata não foi capaz de parar a força ofensiva dos franceses, mesmo marcando dois gols, com Perisic e Mandzukic.

A Croácia sofreu quatro gols na decisão, terminando sua campanha com a amarga derrota por 4 a 2.

SAIBA

Croácia na Copa do Mundo do Catar

Na Copa do Mundo do Catar, a seleção croata caiu no Grupo F no sorteio realizado pela Fifa e terá como adversários na primeira fase as seleções da Bélgica, do Marrocos e do Canadá.

A estreia da Croácia na competição será no dia 23 de novembro, contra o Marrocos, no estádio Al Bayt, às 6h (horário de Mato Grosso do Sul).

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futebol

Conmebol anuncia datas e horários das semifinais da Copa Libertadores

Fase terá Flamengo, Fluminense, Palmeiras e o argentino Estudiantes

21/09/2026 23h00

Foto: Vitor Silva / Botafogo

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As datas e horários das semifinais da Copa Libertadores da América foram definidas nesta segunda-feira (21) pela Conmebol. O primeiro duelo será entre Fluminense e Palmeiras no dia 14 de outubro (uma quarta-feira), às 21h30 (horário de Brasília), no Maracanã. No dia seguinte, no mesmo horário, o Estudiantes (Argentina) recebe o Flamengo, em local ainda indefinido.

Os jogos de volta ocorrerão na semana seguinte. O Verdão decidirá a vaga em embate contra o Tricolor carioca no Nubank Parque, em São Paulo, no dia 21 de outubro, às 21h30. No dia seguinte, será a vez de o Flamengo duelar contra o Estudiantes no Maracanã, também às 21h30.

Os times que avançarem à final receberão prêmio de US$ 7 milhões (aproximadamente R$ 36 milhões). A decisão do título será no dia 28 de novembro no Estádio Centenário, em Montevidéu (Uruguai). Quem vencer levantará a taça e será contemplado com US$ 25 milhões (R$129 milhões). Já o vice-campeão receberá US$ 7 milhões (R$ 36 milhões).

Nos últimos cinco anos, somente times brasileiros decidiram a taça Libertadores, com exceção da final de 2023, quando o Fluminense faturou o título ao ganhar do Boca Juniors (Argentina). Em 2020, o Palmeiras foi campeão com vitória sobre o Santos. No ano seguinte, o Verdão voltou a levantar a taça ao superar o Flamengo.

Em 2022, o Flamengo foi campeão ao bater na final o Athletico-PR. Em 2024, o Botafogo conquistou o título inédito ao superar o Atlético-MG. Já no ano passado, o Flamengo arrematou seu quarto título da Libertadores ao derrotar o Palmeiras.

Semifinais da Copa Libertadores

Jogos de ida

  • 14/10 - Fluminense x Palmeiras - às 21h30, no  Maracanã;
  • 15/10 - Estudiantes x Flamengo - às 21h30, em local ainda a ser definido;

Jogos de volta

  • 21/10 - Palmeiras x Fluminense - às 21h30 - no Nubank Parque;
  • 22/10 - Flamengo x Estudiantes - às 21h30, no Maracanã.

Esportes

Quanto os clubes brasileiros movimentaram no mercado de transferências em 2026?

21/09/2026 13h42

Foto de ChatGPT/AI.

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O mercado da bola no Brasil fechou mais uma janela de transferências para os clubes.

Apesar de registrar um volume geral mais contido, alguns poucos clubes voltaram a investir pesado para reforçar os elencos.

Segundo os cálculos do levantamento do Estádio Total na plataforma Transfermarkt, os clubes gastaram cerca de 116 milhões de euros, o equivalente a mais de R$ 680 milhões.

Por outro lado, juntos, arrecadaram mais de 162 milhões de euros, o equivalente a mais de R$ 900 milhões com vendas.

Os números divergem de uma plataforma para outra, principalmente porque os critérios podem incluir ou não bônus e outros componentes financeiros.

Veja como os times gastaram e como faturaram na janela de transferências.

Os clubes que mais gastaram

Flamengo

A equipe carioca gastou cerca de 13 milhões de euros (R$ 77 milhões) com as contratações do atacante argentino Joaquín Freitas (ex-River) e do ponta equatoriano Anthony Valencia.

Vasco

O Vasco da Gama também apostou em reforços argentinos: pagou 6,45 milhões de euros por Alan Sescano (Argentinos Juniors) e 6,05 milhões de euros por Santiago Sosa (Racing).

Somadas a outras contratações, como a de Facundo Colidio (3,90 milhões de euros) e Breno Duarte (2 milhões de euros), as despesas ultrapassam os 19,90 milhões de euros (R$ 118 milhões).

Cruzeiro

O Cruzeiro também investiu alto: desembolsou 10,5 milhões de euros por Gabriel Pec, do LA Galaxy, 5,25 milhões de euros por Gabriel Rojas, do Racing, e 4,4 milhões de euros pelo jovem Zé Lucas.

Fotos: Gustavo Martins/ Cruzeiro

O time celeste ainda pagou 3,7 milhões de euros por Luís Sinisterra, além de reforçar o elenco com uma série de empréstimos gratuitos, casos de Luciano Rodríguez, Wesley e Matías Viña.

Ao todo, o Cruzeiro gastou quase 24 milhões de euros (R$ 140 milhões) na janela do meio do ano de 2026.

Bahia

O Bahia também apareceu entre os clubes que mais investiram, pagando 9 milhões de euros por Alejo Veliz, ex-Tottenham, e 1,5 milhão de euros pelo zagueiro Marco Moreno, do Eibar.

Quem lucrou com vendas?

Palmeiras

O Palmeiras segue como destaque: recebeu 37,4 milhões de euros do Manchester City por Allan, 4 milhões de euros do Sporting por Kaique Pereira e 2,6 milhões de euros do Necaxa por Chaves.

Ao todo, o Palmeiras lucrou mais de 44 milhões de euros, um faturamento na faixa dos R$ 261 milhões para o clube paulistano.

Grêmio

O Grêmio também aproveitou para fazer caixa: vendeu Viery à Fiorentina por 15 milhões de euros e Gabriel Mec ao Porto por 11 milhões de euros.

Com a venda de André Henrique e possíveis valores adicionais previstos em metas por Viery, o faturamento do Grêmio pode passar dos R$ 180 milhões.

Botafogo

Em momento financeiro complicado, o Botafogo negociou o zagueiro Barboza com o Palmeiras por 3,5 milhões de euros e recebeu 3 milhões de euros pelo volante Newton.

Fluminense

O Fluminense fechou uma venda de peso ao negociar Facundo Bernal com o Betis por 10,5 milhões de euros, enquanto trouxe Thiago Silva e Hulk sem custos.

A aposta na base como tendência

Apesar de uma janela menos movimentada, o mercado brasileiro pode ganhar força nas próximas temporadas com a formação e valorização de novos jogadores.

Para os clubes, dar espaço a esses atletas pode ser uma alternativa diante de um cenário de maiores restrições para gastar em contratações, enquanto uma boa sequência de jogos também pode aumentar seu valor para futuras negociações.

A tendência é que esse movimento ganhe ainda mais força com a evolução de jogadores que já começam a se destacar no Brasileirão, como os 18 nomes apontados pelo Estádio Total como potenciais protagonistas da nova geração.

Nomes como Zé Lucas (18 anos, comprado pelo Cruzeiro) e Kauã Prates (18 anos, vendido pelo Cruzeiro ao Dortmund por 7 milhões de euros) ilustram bem esse movimento: mesmo muito jovens, já despertam interesse de clubes europeus e movimentam valores relevantes no mercado.

Esse cenário reforça uma mudança de comportamento que já vinha se desenhando nas últimas temporadas.

Com o custo de reposição no mercado internacional cada vez mais alto, os clubes brasileiros encontraram nas categorias de base uma forma inteligente de manter a competitividade sem comprometer o caixa, apostando que a valorização desses jovens vai continuar rendendo bons negócios nas próximas janelas.

O boom dos empréstimos entre clubes brasileiros

Além do uso da base, outro destaque da janela foi o volume de negociações feitas por empréstimo diretamente entre clubes do futebol brasileiro, sem envolver dinheiro.

O caso mais curioso é o do RB Bragantino com o Atlético Mineiro: o Massa Bruta emprestou o centroavante uruguaio Thiago Borbas para o Galo, que devolveu a gentileza cedendo o volante Patrick por empréstimo ao clube paulista.

O Bahia emprestou o lateral-esquerdo Iago ao São Paulo, enquanto o Fluminense cedeu o meia Lima ao Santos, que, por sua vez, emprestou o zagueiro Zé Ivaldo ao Clube do Remo.

O Cruzeiro liberou o goleiro Matheus Cunha para o Internacional, o Goiás emprestou o lateral Diego Caito ao Grêmio e o São Paulo cedeu o volante Felipe Negrucci ao Athletic Club.

Em quase todos os casos, são jogadores com pouco espaço no time principal, mas que os próprios clubes acreditam ter valor de mercado e preferem ver ganhando ritmo de jogo em outro time nacional a deixá-los no banco de reservas.

Esse tipo de negociação virou uma alternativa cada vez mais comum diante do cenário de contas apertadas: em vez de vender ou comprar, os clubes trocam jogadores entre si por empréstimo, sem custo, apostando que o próprio mercado interno vai revalorizar esses atletas.

Um time cede o jogador que não está jogando, o outro ganha um reforço de graça, e todo mundo sai satisfeito até a próxima janela.
 

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