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Com gol nos acréscimos, Cruzeiro empata com o Palmeiras

Com gol nos acréscimos, Cruzeiro empata com o Palmeiras

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22/10/2014 - 20h48
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Em um final de jogo eletrizante, o líder Cruzeiro buscou o empate por 1 a 1 com o Palmeiras no Mineirão, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro. Mouche abriu o placar aos 44 minutos do segundo tempo, mas Dagoberto deixou tudo igual aos 47. Fernando Prass, com pelo menos quatro grandes defesas, foi o nome do jogo e evitou a derrota alviverde.

O Cruzeiro pressionou muito no primeiro tempo, mas esbarrou em Fernando Prass. Aos 10 minutos, Éverton Ribeiro arriscou de fora da área e exigiu grande defesa do goleiro do Palmeiras.

Aos 20, Prass apareceu de novo com duas defesas seguidas. Após desvio na trave de Marcelo Moreno, Marquinhos teve duas ótimas chances praticamente na pequena área, mas o  goleiro evitou o gol cruzeirense.

Sem conseguir trocar passes, o Palmeiras apostava nos chutões e jogadas isoladas de contra-ataque, mas sem perigo. O Cruzeiro ainda teve um gol anulado antes do fim do primeiro tempo. Após dividida na área, a bola tocou no braço de Egídio antes de entrar e o árbitro assinalou a irregularidade.

No segundo tempo o panorama continuou o mesmo. Logo aos 4 minutos, Willian encheu o pé de fora da área e a bola tirou tinta da trave palmeirense.

O Palmeiras só conseguiu assustar aos 22 minutos. Henrique ajeitou de cabeça e Bernardo chutou firme para boa defesa de Fábio. Aos 33, Prass apareceu mais uma vez. Após boa troca de passes do ataque, Ricardo Goulart ficou cara a cara com o goleiro, que fechou o ângulo e defendeu.

E ainda teve tempo para polêmica. Aos 34, Nathan segurou Marcelo Moreno na grande área em jogada divida, mas o árbitro mandou seguir para o desespero dos mineiros.

Aos 39, foi a vez dos palmeirenses lamentarem. Mouche saiu na cara de Fábio, mas acertou a trave. Na volta Egídio se enrolou e por pouco não marcou contra.

Mas o argentino ainda conseguiu se redimir. Em contra-ataque aos 44 minutos, Henrique cruzou na medida e Mouche pegou de primeira para abrir o placar.

Mas a blitz cruzeirense em busca do empate deu resultado aos 47. Após chute de Willian, Prass desta vez deu rebote e Dagoberto não perdoou: 1 a 1.

Com o resultado, o Cruzeiro chegou aos 60 pontos e pode ver o vice-líder São Paulo diminuir a diferença para 5 pontos. Já o Palmeiras chegou aos 35 pontos, ocupa a 14ª colocação e está a 4 pontos da zona de rebaixamento.

FIM

São Paulo chega a rescisão com Oscar e terá que pagar R$ 10 milhões ao jogador

Para encerrar o vínculo, que iria até o fim de 2027, clube e jogador chegaram a um acordo financeiro bem abaixo do valor original previsto

03/04/2026 23h00

Oscar e São Paulo chegam a acordo de rescisão após meia querer aposentar devido problemas cardíacos

Oscar e São Paulo chegam a acordo de rescisão após meia querer aposentar devido problemas cardíacos Foto: Erico Leonan / São Paulo FC

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O São Paulo concluiu a saída do meio-campista Oscar. O rompimento contratual, que vinha sendo alinhado desde o início do ano, foi oficializado nos últimos dias e já aparece atualizado no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF.

Para encerrar o vínculo, que iria até o fim de 2027, clube e jogador chegaram a um acordo financeiro bem abaixo do valor original previsto. Oscar aceitou receber R$ 10 milhões, abrindo mão da maior parte da quantia que ainda teria direito ao longo do contrato.

O avanço nas conversas só aconteceu após o meia flexibilizar a cobrança. Pessoas ligadas ao atleta entendiam que ele poderia exigir praticamente todo o valor restante - estimado em cerca de R$ 53 milhões.

Mesmo assim, a decisão foi por um caminho mais conciliador. O acordo considera apenas o período até novembro de 2025, quando o jogador enfrentou um problema de saúde que mudaria seus planos profissionais.

Na ocasião, durante exames realizados no CT da Barra Funda, Oscar sofreu um mal súbito e recebeu diagnóstico de síncope vasovagal - condição que provoca queda de pressão e dos batimentos cardíacos, podendo levar à perda momentânea de consciência.

Depois do episódio, o meia optou por não seguir atuando profissionalmente, o que acelerou a definição pela rescisão.

Formado nas categorias de base do São Paulo, onde surgiu em 2008, Oscar construiu carreira internacional antes de retornar ao clube. Na Europa, teve destaque com a camisa do Chelsea, após passagem inicial pelo Internacional no Brasil. Em seguida, atuou por anos no futebol chinês antes de voltar ao Morumbis em 2025.

Na última passagem pelo Tricolor, disputou 35 jogos e marcou dois gols, encerrando de forma indesejada sua trajetória nos gramados.

TCHAU

Gattuso deixa comando da Itália após vexame e ausência na Copa do Mundo

Tetracampeã ficou de fora da competição pela terceira vez consecutiva e amarga pior fase de sua história

03/04/2026 21h00

Gattuso é demitido do comando da seleção italiana depois de fracasso mundial

Gattuso é demitido do comando da seleção italiana depois de fracasso mundial Foto: Reprodução/X

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A Itália iniciou um novo capítulo após mais um fracasso. Gennaro Gattuso não é mais o técnico da seleção italiana. A saída foi oficializada nesta sexta-feira, poucos dias depois da derrota para a Bósnia, na repescagem europeia, resultado que deixou a Azzurra fora da Copa do Mundo pela terceira edição consecutiva.

Em nota, a Federação Italiana confirmou a rescisão em comum acordo e agradeceu ao treinador pelo período à frente da equipe. A queda precoce no caminho ao Mundial acelerou mudanças profundas na estrutura do futebol italiano, que já vive um processo de reformulação.

Gattuso se despediu com um tom de frustração e reconhecimento pelo momento vivido. "Com o coração pesado, por não termos conseguido atingir o objetivo que traçamos, considero que meu tempo como técnico da seleção chegou ao fim. A camisa da Azzurra é o bem mais precioso do futebol, por isso é justo facilitar as futuras avaliações técnicas desde o início", declarou.

O agora ex-treinador também agradeceu à direção e aos torcedores italianos. "Foi uma honra comandar a seleção. Mas o meu maior agradecimento vai para os torcedores, para todos os italianos que nunca deixaram de demonstrar seu amor e apoio", completou.

A crise vai além do banco de reservas. Após a eliminação, o presidente da federação, Gabriele Gravina, deixou o cargo, assim como Gianluigi Buffon, que integrava a estrutura da seleção. O cenário reforça o tamanho do abalo institucional vivido pela Itália, ausente do Mundial desde 2014.

Nos bastidores, a federação já se movimenta em busca de um novo comandante. O nome mais ambicioso é o de Pep Guardiola, atualmente no Manchester City e com contrato até 2027. O treinador espanhol já manifestou, em outras ocasiões, o desejo de trabalhar com seleções, mas uma eventual negociação é considerada complexa.

Outras alternativas também estão em pauta. Roberto Mancini, campeão da Eurocopa de 2020 com a própria Itália, Antonio Conte, hoje no Napoli, e Massimiliano Allegri, que comanda o Milan, aparecem como opções mais viáveis no curto prazo.

A ideia da federação é definir rapidamente o substituto, já de olho no início da Liga das Nações, em setembro. O próximo compromisso da Itália será contra a Bélgica.

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