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Com mudança na liderança, terceira rodada da Série B de MS é finalizada

No encerramento da rodada, o Comercial venceu o São Gabriel e assumiu a segunda colocação

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Com o fim da terceira rodada, o Campeonato Sul-Mato-Grossense Série B vai se aproximando do seu fim, por ser uma competição de tiro curto, restam apenas quatro rodadas para decidir quais as equipes que estarão na elite ano que vem. 

E após três rodadas, União ABC e Comercial ocupam a ponta da tabela e continuam firmes na briga pelo acesso. 

Abrindo a rodada, o 7 de Setembro recebeu no Douradão o Misto de Três Lagoas, e em uma partida movimentada e cheia de gols. 

A equipe douradense superou o Misto por 3 a 1, com gols de Vitor Hugo e Joaquim Neto que marcou duas vezes, do outro lado, Isaac diminuiu para o adversário. 

Com o resultado, o Sete conquistou sua primeira vitória na competição e se aproxima da briga pelo acesso, já o Misto, sofreu sua primeira derrota e continua com seis pontos e vivo na disputa. 

Na sequência, o Taveirópolis recebeu no Jacques da Luz o Aquidauanense, que foi um visitante indigesto, pois superou o Taveira por 1 a 0, o gol solitário foi marcado por Magno Aguiar. 

Com a vitória, a equipe de Aquidauana chega a seis pontos e segue brigando pelas primeiras posições, já o Taveirópolis continua com três pontos. 

Na partida do agora novo líder da competição, o União ABC recebeu a equipe do Campo Grande e venceu sem dificuldades. 

Italo Leite, Erick Fábio e Lucas Rafael, fizeram os gols da vitória por 3 a 0 sobre o Campo Grande, que agora é a única equipe que ainda não venceu no torneio. Por sua vez, o União ABC chegou a seis pontos e assumiu a liderança da competição. 

Para finalizar a rodada, o São Gabriel recebeu no Estádio Jacques da Luz, o time do Comercial e em partida movimentada a equipe comercialina venceu de virada por 3 a 1. 

Os gols foram marcados por Antony Andrade que abriu o placar para o São Gabriel e pelo lado do Comercial, Matheus Moura foi às redes duas vezes e Jobson, aquele ex-Botafogo, fez o terceiro de pênalti. 

Com isso, o Comercial alcançou a segunda colocação com os mesmo seis pontos que o União ABC. 

COMO FICA 

Com o fim da terceira rodada, o União ABC volta à ponta da tabela e na sequência vem o Comercial, Misto e Aquidauanense, todos com seis pontos, porém com saldos de gols distintos. 

Completando a tabela, 7 de Setembro possuí quatro pontos, Taveirópolis e São Gabriel possuem três, enquanto o Campo Grande soma apenas um e é o lanterna da competição. 

Reprodução FFMS

COPA DO MUNDO

Brasil busca fim de tabus contra Noruega e europeus em Copas

Ganhar neste domingo significaria, também, voltar a derrotar uma seleção da Europa em jogo eliminatório de Mundial desde a conquista do penta em 2002

05/07/2026 10h30

brasil

brasil Reprodução

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Para além de buscar a classificação às quartas de final da Copa do Mundo, o Brasil mira também um fim de dois tabus no jogo deste domingo (5) contra a Noruega, às 16h (horário do Mato Grosso do Sul), em Nova Jersey (Estados Unidos): a primeira vitória na história sobre a equipe escandina e voltar a superar um adversário europeu em um confronto eliminatório de Mundial

A Noruega é a única seleção, das que o Brasil já enfrentou, que nunca foi derrotada pela Amarelinha. São quatro partidas, com dois empates e duas vitórias do time nórdico.

O primeiro embate foi realizado em 28 de julho de 1988, no Ullevaal Stadion, em Oslo, capital norueguesa, e terminou em 1 a 1. Os donos da casa saíram na frente com Jan Age Fjortoft e o também atacante Edmar, medalhista de prata na Olimpíada de Seul (Coreia do Sul) no mesmo ano, deixou tudo igual.

Comandada por Carlos Alberto Silva, aquela seleção brasileira contava com três nomes que seriam tetracampeões do mundo em 1994: Taffarel, Jorginho e Romário. O time da Noruega, por sua vez, reunia jogadores cujos filhos são da atual geração. Casos do goleiro Erik Thorstvedt, pai do meia Kristian Thorstvedt e de Goran Sorloth, cujo filho é o também atacante Alexander Sorloth.

Os países voltaram a se encontrar em 30 de maio de 1997, outra vez no Ullevaal. O Brasil detinha uma invencibilidade de 42 meses, anterior à conquista do tetra, em 1994. Mesmo com a dupla Ronaldo e Romário à frente, a seleção dirigida por Zagallo levou 4 a 2 da Noruega, que balançou as redes com o meia Petter Rudi e os atacantes Egil Ostenstad e Tore André Flo. Este último marcou duas vezes e infernizou a defesa brasileira com seu 1,93 metro (m).

Aquela equipe também possui relação com a atual. O lateral Alf-Inge Haaland é pai do atacante Erling Haaland, principal jogador da seleção norueguesa. Os negócios da família têm Ostenstad - que fez o quarto gol do triunfo nórdico - como um dos responsáveis. Já o meia Stale Solbakken é justamente o treinador da Noruega.

O terceiro duelo ocorreu no ano seguinte, na Copa da França, em Marselha. Pela última rodada da fase de grupos, em 23 de junho de 1998, o Brasil de Zagallo saiu na frente com o atacante Bebeto, mas levou a virada. Flo, "carrasco brasileiro", deixou tudo igual e o meia Kjetil Rekdal, cobrando pênalti cometido pelo zagueiro Júnior Baiano, decretaram o 2 a 1.

Oito anos se passaram até que brasileiros e noruegueses realizaram o duelo mais recente do confronto. Em 16 de agosto de 2006, as seleções se enfrentaram mais uma vez em Oslo. Os donos da casa abriram o placar com Morten Pedersen e o também meia Daniel Carvalho garantiu o 1 a 1, evitando o revés na estreia de Dunga no comando do time canarinho.

"Acho que isso [tabu contra a Noruega] pode servir para como motivação para que a gente possa tirar essa escrita. A gente espera que nesse jogo, que é tão especial para nós, possamos dar o melhor e sairmos felizes e contentes com a vitória", projetou o lateral brasileiro Douglas Santos, em entrevista coletiva na última sexta-feira (3).

Cinco Copas de jejum

Ganhar da Noruega neste domingo significaria, também, voltar a derrotar uma seleção da Europa em um jogo eliminatório de Copa desde a conquista do penta em 2002, em cima da Alemanha, em Yokohama (Japão), com dois gols do atacante Ronaldo. Jejum que provocou quedas dolorosas e traumáticas nos últimos Mundiais.

A sequência negativa iniciou em 2006, na Copa da Alemanha. Nas quartas de final, o Brasil reencontrou a França sedento para vingar o vice-campeonato de 1998. O problema é que o "carrasco" daquela final, o meia Zinedine Zidane, foi ainda mais brilhante. Com gol do atacante Thierry Henry, os europeus venceram por 1 a 0 em Frankfurt e eliminaram os então atuais campeões, dirigidos por Carlos Alberto Parreira.

Quatro anos depois, na África do Sul, a seleção brasileira teve pela frente a Holanda. No melhor primeiro tempo do time comandado por Dunga naquele Mundial, Robinho colocou o Brasil em vantagem. Na pior segunda etapa possível, o volante Felipe Melo foi expulso e o meia Wesley Sneijder virou o placar. No fim, triunfo holandês por 2 a 1 em Port Elizabeth.

A queda na Copa de 2014 é a mais dolorosa. Por um lado, a melhor campanha do Brasil desde o penta, já que a equipe foi as semifinais. Por outro, teve o inesquecível 7 a 1 aplicado pela Alemanha no Mineirão, em Belo Horizonte. Os volantes Toni Kroos (dois) e Sami Khedira e os atacantes Thomas Müller, Miroslav Klose e André Schürrle (dois) anotaram os gols do massacre. O meia Oscar fez o do time anfitrião.

Em 2018, na primeira Copa da "era Tite", nova eliminação nas quartas de final, desta vez para a Bélgica, com derrota por 2 a 1 em Kazan (Rússia). O gol contra do volante Fernandinho e o chute de fora da área do atacante Romelu Lukaku complicaram a missão brasileira já no primeiro tempo. O meia Renato Augusto descontou na etapa final, mas foi insuficiente.

Já na Copa anterior, outra eliminação dolorida nas quartas. Em Doha, capital do Catar, Brasil e Croácia ficaram no 0 a 0 no tempo normal. Na prorrogação, Neymar colocou a seleção de Tite em vantagem. A quatro minutos do fim, o também atacante Bruno Petkovic igualou e levou para os pênaltis. Na marca da cal, os europeus levaram a melhor por 4 a 2, com o zagueiro Marquinhos perdendo a cobrança decisiva.

"Temos até certas conversas sobre o momento exato da eliminação [em edições anteriores] porque muitos dos nossos jogadores passaram por isso, mas é muito mais sobre não querer reviver aquele dia do que propriamente sobre o adversário ou a escola de onde ele vem, no caso a europeia. Para ganhar a Copa do Mundo, temos de passar por essas dificuldades. Que agora seja diferente e possamos contar uma outra história", sentenciou o atacante Matheus Cunha, também em entrevista coletiva na última sexta.

 

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clima de libertadores

Com gol de pênalti, Paraguai cai diante da França e está fora da Copa

Panalidade foi marcada após intervenção do Var e o gol francês foi marcado pelo capitão da equipe, o artilheir Mbappé

04/07/2026 19h30

Mbappé chegou aos sete gols na competição e empatou com Lionel Messi na liderança da artilharia da Copa

Mbappé chegou aos sete gols na competição e empatou com Lionel Messi na liderança da artilharia da Copa

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O Paraguai até que resistiu bem ao poderoso rival, mas levou um gol de penaltie e a França está nas quartas de final da Copa do Mundo. Em uma tarde digna de Copa Libertadores da América neste sábado, 4, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, Kylian Mbappé e companhia conseguiram superar a retranca e a catimba do Paraguai para fazer 1 a 0 e conquistar um lugar entre as oito melhores seleções do Mundial.

Agora, os ‘Les Bleus’ se preparam para enfrentar Marrocos na próxima quinta-feira, 9, às 17h (horário de Brasília), no Gillette Stadium, em Boston. Os africanos eliminaram o Canadá no início desta tarde.

Com o apito inicial do árbitro uzbeque Ilgiz Tantashev, o clima de Libertadores tomou o primeiro tempo da partida. Com um surpreendente esquema de cinco defensores, o técnico Gustavo Alfaro se contentou em apenas segurar os franceses, que pouco criaram.

Apesar de 80% de posse de bola na primeira etapa, os europeus sequer colocaram o goleiro Orlando Gill para trabalhar. Os paraguaios, porém, também não levaram perigo e apostaram apenas em contra-ataques puxados por Julio Enciso, que, sozinho, pouco conseguiu fazer. 

Mesmo com a pouca criatividade, o Paraguai se destacou por ter conseguido cumprir o jogo que propôs na primeira etapa. Além de se defender com maestria, os sul-americanos conseguiram irritar os franceses com faltas e provocações.

No segundo tempo, os franceses aumentaram a pressão em busca do gol. Aos cinco minutos, Mike Maignan lançou Mbappé, que saiu na cara de Gill, mas perdeu o controle da bola e a ajeitou com o braço. Sem o juíz marcar falta, Juan Cáceres fez o desarme. 

Com a ansiedade para abrir o placar, a França cobrou o escanteio rápido enquanto os paraguaios reclamavam e Ousmane Dembélé foi acionado dentro da área, mas chutou na rede pelo lado de fora.

Na sequência, Manu Koné bateu colocado e obrigou Gill a fazer sua primeira defesa na partida. Após muita insistência, a França conseguiu abrir o placar aos 24 do segundo tempo. 

O árbitro marcou pênalti após revisão por falta de Diego Gómez em Désiré Doué, e Mbappé converteu a cobrança. Antes da batida, Gustavo Velázquez tentou catimbar cavando a marca do pênalti. O craque chegou aos sete gols na competição e empatou com Lionel Messi na liderança da artilharia.

 Com a vantagem no placar, o clima esquentou ainda mais. Na parada para hidratação, Mbappé e Cáceres se desentenderam, mas a turma do deixa disso chegou para separar. 

Já nos acréscimos, a França quase ampliou. Doué puxou contra-ataque e tocou para Mbappé. O camisa 10 bateu da entrada da área e parou em Gill, que deu rebote. Na sobra, o craque parou novamente no goleiro paraguaio.

 

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