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Cristiano e Messi já têm 'negociações informais' com a Arábia Saudita

A princípio não houve qualquer resposta concreta por parte dos jogadores

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O futebol da Arábia Saudita não vai medir esforços para juntar Cristiano Ronaldo e Lionel Messi a partir de 2023.

As movimentações nos bastidores foram iniciadas ainda antes de a bola rolar na Copa do Mundo de 2022, sendo todas articuladas e intermediadas pelo Príncipe Abdulaziz bin Turki Al-Faisal.

Turki Al-Faisal, que também cumpre a função de Ministro dos Esportes, já desenhou as propostas milionárias para a dupla e, segundo o site UOL Esporte, as discutiu na semana passada de "forma informal" com os representantes dos craques.

A princípio, não houve qualquer resposta concreta por parte dos jogadores. Estão mesmo focados no Mundial no Qatar. Mais do que valorizar a Liga Saudita, a ideia principal é usar as imagens de Ronaldo e Messi para avançar oficialmente com a candidatura para sediar a Copa de 2030.

Seriam embaixadores da competição e também do turismo do país, que, nesta altura, tem especialmente a concorrência do quarteto Argentina-Uruguai-Paraguai-Chile e do trio Portugal-Espanha-Ucrânia.

Mexer exatamente agora nas duas contratações bombásticas é uma forma que o Governo da Arábia Saudita também encontrou para provocar o Qatar. Uma demonstração de força. Os países têm uma rivalidade histórica do ponto de vista político, econômico, social e geográfico.

Vai muito além do futebol, segundo algumas pessoas envolvidas nas conversas. O Príncipe Abdulaziz bin Turki Al-Faisal, por exemplo, tem muito boa relação com o empresário Jorge Mendes, responsável pela gestão de carreira de CR7.

O contato ficou ainda mais forte em julho passado, depois da chegada ao Al-Ittihad Jeddah do treinador português Nuno Espírito Santo, ex-Wolverhampton e Tottenham, que também é representado pelo famoso dono da Gestifute.

Apesar do ousado sonho da Arábia Saudita, sobretudo da dupla Al Hilal e Al Nassr, Cristiano Ronaldo trabalha com a prioridade de seguir na Europa, preferencialmente para disputar a Liga dos Campeões.

Neste momento, está livre no mercado da bola, depois de ter rescindido por mútuo acordo com o Manchester United.

Lionel Messi, por sua vez, tem vínculo com o PSG apenas até junho de 2023. Pode, então, assinar pré-contrato com qualquer clube a partir de janeiro de 2023.

Na Argentina, parte da imprensa acredita que a preferência do jogador é voltar a jogar pelo Barcelona, onde é ídolo.

nova política

Tifanny se pronuncia após regra que veta trans no vôlei: "Retrocesso"

A jogadora, de 41 anos, é a primeira transgênero a atuar na Superliga e afirmou que não desistirá de seguir jogando

16/08/2026 22h00

Tifanny defende a equipe do Osasco São Cristóvão Saúde

Tifanny defende a equipe do Osasco São Cristóvão Saúde Foto: Divulgação / Osasco

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A oposta Tifanny, que defende a equipe do Osasco São Cristóvão Saúde, manifestou-se, pela primeira vez, sobre a nova política de elegibilidade da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), que restringe a participação nas competições entre mulheres a atletas designadas com o sexo biológico feminino ao nascer.

A jogadora, de 41 anos, a primeira transgênero a atuar na Superliga, considerou um "enorme retrocesso" e afirmou que não desistirá de seguir jogando.

"A CBV está tirando tudo o que eu tenho, que é o amor pelo voleibol e a profissão que eu venho exercendo todos esses anos. Mas isso não afeta só a mim. Afeta o meu clube, a torcida, patrocinadores, as pessoas que se inspiram em mim e o direito de todas as pessoas trans. É um enorme retrocesso na luta pelo reconhecimento e pela inclusão. Voltamos para a forma vexatória como se testavam as atletas nos anos 60 e 70", disse Tifanny, em pronunciamento compartilhado pela assessoria de imprensa do Osasco.

"Não vou me calar e vou tomar todas as medidas possíveis para que a minha luta pelo direito à visibilidade, à inclusão e à prática do esporte não tenha sido em vão", emendou a oposta, que atua no vôlei feminino desde 2017 e foi campeã da Superliga em 2025, sendo a primeira trans a conquistar o principal torneio do país na modalidade.

O pronunciamento foi feito após a estreia do Osasco no Campeonato Paulista da modalidade, na noite do último sábado (15), em casa, no Ginásio José Liberatti, contra o Pinheiros.

Apesar dos 19 pontos de Tifanny, muito festejada pela torcida osasquense, as visitantes levaram a melhor e venceram por 3 sets a 2, com parciais de 25/21, 25/16, 21/25, 23/25 e 15/11, após pouco mais de duas horas de partida.

A participação da oposta no jogo, mesmo depois de a nova política da CBV ser anunciada, ocorreu após a Federação Paulista de Volleyball (FPV) informar que o Estadual seguiria o regulamento em vigor desde o início do torneio. Segundo a entidade, "eventuais medidas" serão tomadas "para as próximas competições [...] após análise e manifestação das áreas jurídica e de saúde".

O novo critério de elegibilidade foi anunciado pela CBV na última sexta-feira (14). Segundo a entidade, a meta é estar em conformidade com regras do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Voleibol (FIVB). De acordo com a confederação, as atletas deverão atender a critérios estabelecidos pela nova política, que incluem a apresentação de resultado negativo para o gene SRY.

Antes, mulheres trans podiam atuar desde que os níveis de testosterona sérica estivessem abaixo de determinado limite. A nova determinação é válida já para as edições deste ano da Superliga (nas duas principais divisões) e da Supercopa, além da Copa Brasil e do Circuito Brasileiro de vôlei de praia de 2027.

Masters 1000

João Fonseca estreia com vitória e agora enfrenta o 129º em Cincinnati

Fonseca já igualou a campanha do ano passado em Cincinnati, quando foi eliminado na terceira rodada pelo francês Terence Atmane

16/08/2026 15h30

João Fonseca

João Fonseca Julien Crosnier / Federação Francesa de Tenis (FFT)

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João Fonseca estreou com vitória em sua segunda participação no Masters 1000 de Cincinnati. Neste domingo, o tenista de 19 anos venceu Botic van de Zandschulp, da Holanda, por 2 a 0, parciais de 6/4 e 7/6 (7/2). Na próxima rodada, o brasileiro, 26º do ranking, tem um confronto teoricamente mais tranquilo e enfrenta o australiano Christopher O'Connell, apenas o 129º do mundo e que veio do qualifying.

Com a segunda vitória seguida em sua terceira partida contra Van De Zandschulp, número 59 do ranking, Fonseca já igualou a campanha do ano passado em Cincinnati, quando foi eliminado na terceira rodada pelo francês Terence Atmane, que ocupava a modesta 136ª colocação no ranking.

Nesta temporada, como cabeça de chave, o brasileiro folgou na primeira rodada e sofreu contra Van De Zandschulp a primeira quebra da partida, no terceiro game, mas conseguiu confirmar o break point na sequência e empatou em 2 a 2. O confronto ficou equilibrado, com os tenistas confirmando seus serviços até o 10º game, quando Fonseca conseguiu a quebra e fechou em 6/4.

No segundo set, o brasileiro conseguiu abrir uma vantagem de 4 a 1, mas permitiu a reação do adversário, que venceu três games seguidos e desperdiçou um break point no nono game. Os tenistas foram confirmando seus saques e a definição do set foi para o tie break. Fonseca começou o desempate com agressividade e logo abriu 4 a 0, depois só precisou administrar a vantagem para fechar em 7/2 e 2 a 0 em 1h47.

O'Connell chegou à terceira rodada passando pelo norueguês Cásper Ruud neste domingo no Masters 1000 de Cincinnati. O ex-vice-líder do ranking e atual 17º abandonou a partida com problema físico quando o placar marcava 7/5 e 2/1 para o adversário. Será a primeira partida entre Fonseca e O'Connell, que tem 32 anos.

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