Esportes

FÓRMULA 1

Em ano com carro 'imprevisível e instável', postura de Lewis Hamilton é elogiada por Toto Wolff

Britânico hexacampeão viveu em 2022 sua pior temporada no esporte de alta velocidade, terminando o Mundial de Pilotos na sexta colocação

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Lewis Hamilton viveu em 2022 sua pior temporada na Fórmula 1. O hexacampeão terminou o Mundial de Pilotos somente na sexta colocação, sem conseguir nenhuma vitória.

O diretor executivo da equipe Mercedes elogiou a postura e o profissionalismo do inglês em temporada que teve um carro "imprevisível e instável."

Mesmo ciente que não conseguiria disputar a temporada de igual para igual com os carros da Red Bull e da Ferrari, Hamilton fez o que pôde na pista para tentar solucionar problemas e buscar ajustar o carro para 2023.

Em entrevista ao podcast Beyond The Grid, da Fórmula 1, Wolff engrandeceu o piloto, que renovou com a equipe por mais uma temporada e já adiantou que ficaria mais anos no cockpit da Mercedes.

"Como personalidade (da Fórmula 1) e como ele passou a temporada, é realmente admirável (a postura). Houve momentos em que a equipe se sentiu mal por causa do não desempenho e foi aí que ele pegou as pessoas e as motivou. Isso é, verdadeiramente, uma gestão e traços de personalidade que eu nunca tinha visto em um esportista profissional antes", disse Wolff, em grande mea-culpa após ano de fracasso.

Chefia aprova

"2022 foi extremamente difícil, porque demos a ele uma ferramenta que não era capaz de vencer", admitiu. "Além disso, os pilotos tinham um carro que era imprevisível, instável, bom em alguns momentos, ruim em outros. Não é realmente algo com o qual você possa trabalhar e desenvolver", afirmou o diretor.

Wolff comparou Hamilton ao também hexacampeão Michael Schumacher e ao ídolo do futebol americano, Tom Brady, esportistas que vão muito além de exercer apenas seu trabalho.

"Ele é, talvez, um pouco como Michael era antigamente, ou penso em Tom Brady nos times de futebol americano, que você se torna mais do que apenas um jogador ou apenas um piloto", comparou. "Você é emocionalmente parte da equipe, e ele definitivamente é", afirmou. "Ele não é, como os chamávamos no passado, um empreiteiro, os motoristas que vêm, são pagos e partem para a próxima ocasião melhor. Ele está com a equipe há 10 anos e é um membro da equipe."

 

Medalhistas

Lorrane Oliveira e Caio Souza são ouro no Brasileiro de Ginástica

Ela foi campeã nas barras assimétricas e ele brilhou nas argolas

09/08/2026 23h00

Foto: CB Ginástica

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Os primeiros vencedores do Campeonato Brasileiro de Ginástica Artística foram conhecidos neste sábado (8), diante do lotado Ginásio Nilson Nelson, em Brasília (DF). A carioca Lorrane Oliveira (Flamengo) faturou a medalha de ouro nas barras assimétricas ao somar 13.700 pontos.

A companheira de clube Flávia Saraiva (13.466) foi prata e a paulista Sophia Weisberg (13.400 ), do Pinheiros, completou o pódio com o bronze. A competição termina neste domingo (9), com as últimas finais masculinas (salto, paralelas e barra) e femininas (trave e solo).

"Estou muito feliz, estava parada com uma lesão no ombro. Só tenho a agradecer à minha equipe, meu trabalho foi feito, a cada dia fui melhorando e a medalha veio", disse Lorrane em depoimento à emissora Sportv.

No salto feminino, quem brilhou com a medalha de ouro foi Nicole Bello (Flamengo), que logo na primeira tentativa chegou a 13.300 pontos. Em seguida, executou um salto ainda mais complexo e conseguiu 13.200. Duas ginastas do Grêmio Náutico União também subiram ao pódio: Francine Oliveira (12.799) conquistou a prata e Clara Stecca (12.783 o bronze.

Pódios masculinos

Quem também comemorou neste sábado (8) foi o ginasta Caio Souza (Minas Tênis Clube - MTC) que arrebatou o público ao executar uma difícil série nas argolas. Nascido em Volta Redonda (RJ), Caio fez valer seu favoritismo e faturou o ouro ao totalizar 13.600 pontos. Também subiram ao pódio Juliano Oliva (13.200), atleta do Grêmio Náutico União, com a prata, e Gustavo Pereira (12.733), do MTC, com o bronze.

Na final do solo,Yuri Guimarães, atleta da Associação de Ginástica Di Thiene de Pais (Agith), foi campeão brasileiro pela terceira vez na carreira. Ele somou 13.700 pontos, 200 a mais que João Perdigão (Pinheiros), que ficou como a prata. O ginasta Tomas Florencio (13.300), do AGITH, levou o bronze.

Na disputa do cavalo, o campeão foi Johnny Oshiro (Agith). Último a competir entre os finalistas, Oshiro faturou ouro com soma total de 13.600 pontos, após uma apresentação com alto grau de dificuldade dos movimentos. Já os ginastas Diogo Rodrigos (Pinheiros) e Vitaliy Guimarães (MTC) empataram com 13.330 pontos e ambos ficaram com a prata.
 

Esportes

Giovanni Vianna é ultrapassado por canadense no final e fica com o vice do SLS Rio Takeover

Líder do evento até a última tentativa, Giovanni finalizou com o somatório de 26.9 e acabou atrás do canadense Cordano Russell

09/08/2026 14h00

Foto: Instagram

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O brasileiro Giovanni Vianna terminou neste domingo na segunda colocação do SLS Rio Takeover, etapa do Circuito Mundial de Skate Street que foi realizada no Ginásio do Maracanãzinho.

Líder do evento até a última tentativa, Giovanni finalizou com o somatório de 26.9 e acabou atrás do canadense Cordano Russell, que anotou a nota de 9.3 na manobra decisiva e terminou com 27.5

Wallace Gabriel, também skatista do Brasil, cravou um 9.0 no fim e completou o pódio com 24.5. Abner Pietro (22.6), Lucas Rabelo (15.9) e Ivan Monteiro (7.8) foram os outros atletas do país presentes na decisão.

Entre as mulheres, Rayssa Leal assegurou o título no Maracanãzinho, superando a japonesa Momiji Nishiya e a espanhola Daniela Terol.

Final masculina 

Depois da primeira rodada de tentativas, Toa Sasaki, do Japão, começou na primeira posição com uma ótima nota de 8.2. O melhor brasileiro foi Ivan Monteiro, que se colocou sem segundo graças a marca de 7.8.

Com os erros dos primeiros colocados, o peruano Angelo Caro cravou 8.0 e assumiu a liderança com o somatório de 14.9. Já na terceira rodada, Wallace Gabriel acertou sua terceira manobra consecutiva e pulou para primeiro com 22.1.

Wallace trocou sua pior marca por um 7.8 e se manteve na primeira colocação da final ao término da quarta rodada. O canadense Cordano Russell, que havia conseguido um 9.0 na tentativa anterior, fez 8.3 e subiu para o segundo lugar.

Cordano se tornou líder do evento ao emplacar um incrível 9.2 e ampliar seu somatório para 26.5. Caro subiu para segundo após uma manobra 8.8, enquanto Wallace Gabriel caiu para terceiro.

Depois de um início ruim, o brasileiro Giovanni Vianna conseguiu duas tentativas acima de 9.0 e um 8.6, desempenho que o levou a posição de líder com a soma de 26.9.

Na última e decisiva chance, Cordano Russell acertou uma grande manobra, anotou 9.3 e saltou momentaneamente para o primeiro lugar. Giovanni, por sua vez, sofreu uma queda e acabou com o vice-campeonato. Wallace Gabriel fechou em terceiro.

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