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COPA DO MUNDO 2018

Fã de Ceni, carrasco de Neymar e fora do PSG por doping: conheça o goleiro do México

Fã de Ceni, carrasco de Neymar e fora do PSG por doping: conheça o goleiro do México

ESPN

01/07/2018 - 22h00
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Se você não acompanha muito futebol e assiste os jogos apenas em período de Copa do Mundo, deve considerar o goleiro Guillermo Ochoa um dos maiores em sua posição. Atualmente em seu quarto mundial, sendo o segundo como titular, ele é um dos grandes nomes da seleção do México e de toda a competição, já que foi o goleiro que mais fez defesas em toda a primeira fase. Porém, quando falamos de sua carreira fora da seleção, seu desempenho é bem mais discreto. E por que será que isso acontece?

Formado nas categorias de base do América, ele se tornou ídolo rapidamente. Com apenas 20 anos, já era titular absoluto em seu clube e passou a ser figura frequente nas convocações para a seleção. "Ele foi o goleiro mais jovem a ser convocado pelo México e sempre foi uma referência. Como ele não é muito alto, compensa em velocidade e sempre teve muita explosão", disse Rosinei, ex-volante do Corinthians e que atuou ao lado de Ochoa por três anos no América.

Segundo o brasileiro, o colega sempre gostou muito do futebol brasileiro e tinha um goleiro como seu jogador favorito. "Os jogos do Brasileirão são transmitidos em vários lugares no México. Eles gostam bastante e o Rogério Ceni é uma referência para vários goleiros de lá, já que os times tentam sempre sair jogando. E ele achava o Rogério diferenciado por jogar com os pés", revelou.

E Ochoa seguiu bem no América até 2011, quando decidiu dar uma passo adiante e se mudar para o futebol europeu. Segundo seu ex-companheiro, além de querer atuar em campeonatos de melhor nível, o goleiro se sentia um pouco intimidado com o tamanho do assédio dos torcedores. "Ele mal conseguia sair de casa por causa disso. É como o Ronaldinho aqui no Brasil. Qualquer lugar público que ele fosse, causava tumulto".

Como tinha bastante prestígio, ele esteve muito perto de uma transferência para o Paris Saint-Germain, que começava a esbanjar dinheiro rumo ao domínio absoluto do futebol francês. A contratação estava praticamente fechada, mas seu sonho acabou indo por água abaixo. Isso porque Ochoa foi um dos cinco jogadores mexicanos flagrados em um exame antidoping durante jogo da Copa Ouro. O caso foi esclarecido meses depois, comprovando que os atletas tinham consumido uma carne contaminada, mas já era tarde, já que o PSG apostou no italiano Salvatore Sirigu para a posição e desistiu de Ochoa.

Ele então acabou no Ajaccio, clube de bem menos expressão, mas onde Ochoa foi titular absoluto por três temporadas. E foi graças a esse desempenho que ele se tornou titular de sua seleção, superando Corona, que vinha atuando com mais frequência. E a opção do técnico Miguel Herrera deu bastante resultado, já que ele foi muito bem nos quatro jogos que disputou na Copa de 2014, principalmente contra o Brasil, na segunda rodada, quando ele fez muitas defesas, incluindo uma que impediu gol de cabeça de Neymar em lance que precisou de uso de tecnologia para comprovar que a bola não tinha entrado. Ele foi até eleito o melhor em campo naquela oportunidade. Para Rosinei, isso não foi uma surpresa: "Ele sempre estuda muito os jogadores que vai enfrentar. Tenho certeza que assistiu muitos vídeos do Neymar na época".

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O bom desempenho no Mundial fez Ochoa ser especulado em alguns clubes de maior expressão. Porém, isso ficou apenas nos boatos e o mexicano acabou no Málaga. Na equipe espanhola, ele nunca foi considerado titular, sendo preterido pelo camaronês Kameni. Dois anos depois e com apenas 19 partidas disputadas, foi emprestado ao modesto Granada, que disputaria a primeira divisão após muito tempo.

E essa experiência na elite durou apenas um ano, com Ochoa não conseguindo evitar o rebaixamento para a segunda divisão. Para não "se esconder" e perder espaço na seleção, ele voltou ao mercado e foi jogar no Standard Liege, da Bélgica, onde vai para sua segunda temporada.

RIVALIDADE COM NEYMAR

Nesta segunda-feira, Ochoa ficará mais uma vez frente a frente com Neymar, de quem guarda boas recordações do Mundial de 2014. Porém, nem sempre foi assim. Os dois se encontraram outras vezes em partidas de clubes e neste caso o brasileiro levou vantagem. Nas oitavas de final da Libertadores de 2011, o Santos de Neymar se classificou contra o América de Ochoa. Em 2016, voltaram a se encontrar pelo Campeonato Espanhol e o Barcelona venceu o Granada por 1 a 0, com gol de Rafinha.

Outro fator que indica um grande duelo é que até aqui, no Mundial de 2018, enquanto Ochoa é o goleiro que mais fez defesas, com 17, Neymar também foi quem mais tentou finalizações na primeira fase, também com 17.

FUTEBOL

Seleção brasileira empata na estreia da Copa do Mundo de 2026

Gol de Vini Jr. garante partida equilibrada contra Marrocos após início de sufoco

13/06/2026 20h24

Vini Jr, autor de um bonito gol aos 31 do primeiro tempo

Vini Jr, autor de um bonito gol aos 31 do primeiro tempo Reprodução/CazéTV

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Disputada No estádio MetLife Stadium, em Nova Jersey, pelo Grupo C do Mundial, que tem sede nos Estados Unidos e também reúne Haiti e Escócia, o Brasil enfrentou o Marrocos neste sábado (13) mas o placar não saiu do empate, com o jogo terminando em 1 a 1. 

Conforme análise do jornalista Ricardo Magatti, esse resultado pode até ser celebrado, tendo em vista que o desempenho dos comandados de Carlo Ancelotti no MetLife Stadium "foi muito ruim, sobretudo na etapa inicial". 

Dominado em parte do jogo, o Brasil fez um péssimo primeiro tempo, cometeu erros defensivos, mostrou pouca inspiração no ataque e dependeu do arroubo genial de Vini Jr. para evitar a derrota, que por alguns minutos parecia ser inevitável.

Está claro que o Brasil terá de jogar mais futebol para ser capaz de desafiar os melhores e ir mais adiante no Mundial da América do Norte.

O experiente treinador italiano fez escolhas que se mostraram equivocadas. Escalados entre os titulares, o zagueiro-lateral Ibañez, o meio-campista Lucas Paquetá e o centroavante Igor Thiago não aproveitaram a oportunidade e foram três dos piores em campo.

Análise de jogo

Produziu quase nada ofensivamente o Brasil, extremamente dependente dos arroubos de criatividade de Vini Jr, autor de um bonito gol aos 31 do primeiro tempo, quando os milhares de brasileiros no estádio viam, apreensivos, a equipe errar demais, incluindo no lance que resultou no lindo gol marroquino anotado pelo atacante Saibari.

Foi de Paquetá o erro que gerou o contra-ataque do Marrocos. Aynaoui roubou a bola e tocou para Mazraoui, que viu Brahim Díaz livre. O talentoso meia-atacante achou Saibari, que tocou por cima de Alisson, estático, aos

Raphinha esteve apagado pela direita e não funcionou. Ancelotti insistiu com o astro do Barcelona e o manteve até o fim. Suas mexidas não incluíram Endrick, que sempre correspondeu quando foi acionado. Neymar, lesionado, não foi nem opção para o treinador. O camisa 10 assistiu à partida do banco, sem chuteiras e de boné.

Fez a diferenças aos marroquinos a superioridade técnica e física no meio de campo. Casemiro também esteve bem longe do ideal e foi substituído no intervalo, bem como Ibañez - ambos haviam sido advertidos com o amarelo.

No segundo tempo, Ancelotti tentou corrigir os muitos buracos no meio de campo. Fabinho, na vaga de Casemiro, fez jogo seguro. Danilo, Santos entrou no final e fez mais que Paquetá. Teve duas oportunidades para marcar, e não o fez, o meio-campista do Botafogo.

O Marrocos não apertou mais. O Brasil até passou bastante tempo no campo ofensivo, só que produziu pouco, insuficiente para a virada na estreia de uma competição que promete ser dura ao time pentacampeão, incomodado com o jejum de 24 anos sem títulos mundiais.

O próximo adversário do Brasil é, em tese, o mais frágil: o Haiti. O duelo com a seleção caribenha será na próxima sexta-feira, 19, às 21h30 (de Brasília), no Estádio Lincoln Financial Field, na Filadélfia. No dia 24, a equipe brasileira fecha a primeira fase contra a Escócia, em Miami.

 

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COPA DO MUNDO

Galvão Bueno vence percalços em 1ª narração na estreia do Brasil na Copa

Por se tratar de uma das principais contratações do SBT para a competição, muitos imaginavam que Galvão estaria à frente da transmissão inaugural, o que não se concretizou

13/06/2026 19h00

. Recentemente, o locutor de 75 anos passou por um procedimento cirúrgico para tratar uma hérnia de disco

. Recentemente, o locutor de 75 anos passou por um procedimento cirúrgico para tratar uma hérnia de disco Reprodução

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Aguardado reencontro de Galvão Bueno com uma Copa do Mundo ocorre neste sábado, 13, em narração da partida entre Brasil e Marrocos pelo SBT. A transmissão marcará a estreia do veterano locutor no Mundial de 2026.

Por se tratar de uma das principais contratações do SBT para a competição, muitos imaginavam que Galvão estaria à frente da transmissão inaugural. O plano, no entanto, não se concretizou. Ele chegou a participar da cerimônia de abertura, quando apresentou os shows que antecederam a partida inaugural da Copa. Porém, quem comandou a transmissão do jogo foi Tiago Leifert. Ao Estadão, a emissora explicou que a ausência de Galvão foi por motivos de logística.

A presença do profissional na competição foi cercada por alguns desafios. Recentemente, o locutor de 75 anos passou por um procedimento cirúrgico para tratar uma hérnia de disco, que vinha causando forte incômodo. No dia 1º de junho, teve alta médica e iniciou a preparação para as transmissões do evento.

Em fevereiro deste ano, em entrevista ao Estadão, indicou que a Copa de 2026 poderá ser sua última. "O desafio e o prazer são muito bonitos. Trabalhar na emissora do Silvio Santos. Estão me tratando muito bem. É um ambiente diferente e que vale a pena Não sei o que vou falar depois, mas provavelmente será minha última Copa", falou.

O SBT exibe os jogos da Copa em uma parceria com a N Sports, emissora da qual Galvão é sócio. Este será o 14º Mundial narrada por ele na televisão, que se notabilizou na Globo por ser a voz de grandes momentos do futebol brasileiro, como nos títulos mundiais da seleção em 1994 e 2002.

 

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