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Invicto e embalado, Real Madrid pega o Racing Santander

Invicto e embalado, Real Madrid pega o Racing Santander

Redação

23/10/2010 - 15h10
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A temporada do Real Madrid até o momento é impecável. A equipe lidera o Campeonato Espanhol, com 17 pontos em sete jogos e também é o primeiro colocado em seu grupo na Copa dos Campeões, com nove pontos em três jogos. A equipe ainda não perdeu no ano e deseja manter a marca neste sábado, quando recebe o Racing Santander, no Santiago Bernabéu, às 16 horas (horário de Brasília).

Os merengues vem de uma grande vitória diante do Milan, na última terça-feira, com uma excelente atuação de Ozil e Cristiano Ronaldo. Os dois, inclusive, serão as principais armas de José Mourinho para o confronto deste sábado.

No mesmo dia, o Barcelona também entra em campo. A equipe é a terceira colocada do Campeonato Espanhol, com um ponto a menos que o rival Real Madrid, e com a mesma pontuação do Valencia e do Villarreal.

O grande destaque do Barcelona continua sendo Lionel Messi, que marcou dois gols na última partida da equipe, diante do Copenhague, pela Copa dos Campeões.

O ex-líder Valencia também joga neste sábado. A equipe precisa de uma vitória para se recuperar da derrota que sofreu para o Barcelona, na última rodada do Campeonato Espanhol, deixando o time na quarta colocação.

O outro time que está bem no Campeonato é o Villarreal, do atacante Nilmar. O jogador, ex-Corinthians e Internacional, é o vice-artilheiro do Espanhol, apenas atrás de Cristiano Ronaldo. O 'Submarino Amarelo' entra em campo neste domingo, diante do Atlético de Madri, às 17 horas (horário de Brasília).

Confira a rodada completa do Campeonato Espanhol deste final de semana:

Sábado:
14h - Zaragoza x Barcelona
16h - Real Madrid x Racing Santander
18h - Valencia x Mallorca

Domingo:
13h - Getafe x Sporting de Gijón
Almería x Hércules
Osasuna x Málaga
Espanyol x Levante
15h - Sevilla x Athletic Bilbao
17h - Villarreal x Atlético de Madri

Segunda-feira:
17h - Real Sociedad x La Coruña

nova política

Vôlei brasileiro passa a exigir teste genético para atletas mulheres

CBV diz que se alinha a parâmetros do COI e da Federação Internacional

14/08/2026 19h30

Foto: Divulgação/CBV

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A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou nesta sexta-feira (14) que somente atletas do sexo biológico feminino poderão participar de competições organizadas pela entidade. A nova política de elegibilidade de atletas da categoria feminina foi publicada no final da tarde de hoje no site da CBV. Segundo a entidade, o novo critério tem como objetivo estar em conformidade com as regras do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Voleibol (FIVB).

A verificação será feita por testagem e triagem do gene SRY. Normalmente o exame é realizado por meio de exame de sangue ou esfregaço bucal.

“Com a mudança dos parâmetros internacionais e da responsabilidade institucional, a CBV buscou manter o alinhamento entre as regras que regem as competições nacionais com as hoje vigentes para as competições internacionais. A decisão da CBV se adequa ao COI e deixa nossos campeonatos equiparados com as competições internacionais.”, afirmou Radamés Lattari, presidente da CBV, no site da entidade.

A nova política de elegibilidade entra em vigor nas competições da Superliga A e B (A e B (temporada 26/27), Supercopa 2026, Copa Brasil 2027, Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 2027 (adulto), CBVP Challenger 2027 e nas respectivas edições seguintes durante a vigência da política.

Entre as atletas que podem ser afetadas pela nova diretriz está a jogadora Tiffany, mulher trans que atua no Osasco São Cristóvão Saúde. Em fevereiro, a ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia decidiu pela participação de Tiffany em partida contra o SESC RJ Flamengo na cidade de Osasco.

Na ocasião, a CBV recorreu ao STF, pedindo a suspensão da lei municipal de Osasco que proibia a participação de atletas transgêneros em eventos esportivos na cidade. Na ocasião, a ministra entendeu que a norma não estava de acordo com a Constituição e representava retrocesso nas políticas de igualdade de gênero e de promoção da dignidade humana.

Queda de sanção

FIA retira restrição e russos e belarussos voltam a defender bandeira de seu país nas corridas

Liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1

13/08/2026 23h00

Liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1

Liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1 Foto: Divulgação / FIA

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A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) anunciou nesta quinta-feira que as restrições a pilotos da Rússia e de Belarus por causa da guerra com a Ucrânia, impostas desde março de 2022, chegaram ao fim e eles poderão disputar corridas defendendo a bandeira de seu país e ouvirem o hino nacional no pódio.

Até esta semana, os pilotos destes países estavam obrigados a correr sob a bandeira da FIA. Mesmo as seleções destes países não podiam disputar eventos sob a chancela da federação. Apenas quem tinha dupla nacionalidade competia, e defendendo as cores de outro país.

"Atualização sobre a resposta da FIA ao conflito na Ucrânia. O objetivo desta circular é notificar todos os membros da FIA, detentores de licenças, competidores e oficiais, organizadores e outras partes interessadas da FIA sobre a decisão recente do Conselho Mundial de Automobilismo (WMSC), adotada em 3 de agosto de 2026. Pilotos, equipes nacionais, competidores individuais e oficiais da Rússia e de Belarus têm permissão para participar de competições internacionais ou zonais sem quaisquer restrições", anunciou a FIA em nota oficial.

"A exigência de assinar um termo de neutralidade não se aplica mais", continuou o comunicado. "A exibição de símbolos nacionais, cores e bandeiras da Rússia e de Belarus (em uniformes, equipamentos e veículos), bem como a execução de seus hinos nacionais, é permitida em competições internacionais ou regionais."

A liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1. O piloto da Rússia defendeu a Haas na temporada de 2021, mas acabou demitido pela escuderia norte-americana no ano seguinte por causa das restrições imposta após os ataques à Ucrânia. Deu lugar para Kevin Magnussen.

A autorização dos pilotos não significa que o Grande Prêmio da Rússia voltará ao calendário. Ao menos não de imediato. A prova ocorreu no circuito de Socchi até 2021. Depois, o contrato acabou rompido pela FIA justamente pela guerra. Belarus também não pode receber GPs.

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