Esportes

Campeonato Sul-Mato-Grossense

Jean, ex-Seleção Brasileira, negocia com Pantanal SAF para 2025

Defendendo o Retrô (PE), o volante Jean Moreira esteve em Campo Grande na última semana, onde se reuniu com dirigentes. O projeto apresentado agradou ao jogador, e uma nova reunião foi marcada para dar continuidade às negociações

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Buscando os melhores nomes do mercado para formar um elenco competitivo e disputar o título do Campeonato Sul-Mato-Grossense de 2025, o Pantanal SAF mantém conversas avançadas com o volante Jean Moreira. Ex-jogador de São Paulo, Fluminense, Palmeiras e da Seleção Brasileira, atualmente defende o Retrô (PE). Segundo apuração da reportagem, os representantes do clube têm uma reunião agendada para a próxima semana, onde apresentarão a proposta de contrato ao atleta e buscarão avanço nas negociações.

Natural de Campo Grande, o atleta experiente de 38 anos possui um currículo invejável. Ao longo da carreira, conquistou cinco títulos do Campeonato Brasileiro: dois pelo São Paulo (2006 e 2008), dois pelo Palmeiras (2016 e 2018) e um pelo Fluminense (2012).

De acordo com informações da Rádio Esporte MS, confirmado pelo Correio do Estado, o atleta esteve em Campo Grande na última semana e se reuniu com os dirigentes do Pantanal SAF, que lhe apresentaram o projeto do clube, o qual agradou ao jogador.

Ainda de acordo com a apuração da reportagem, ambas as partes já agendaram uma nova reunião, na qual serão apresentados os valores e o contrato. A expectativa é de que, nas próximas semanas, a SAF Pantanal consiga fechar um contrato com o jogador. 

Jean Moreira tem contrato com o Retrô (PE) até 31 de dezembro, e seu último jogo foi contra o Anápolis (GO), quando a equipe pernambucana conquistou o título do Campeonato Brasileiro da Série D.

Com o calendário brasileiro enxuto, o Pantanal SAF tem pressa em apresentar seu elenco completo. A equipe de Campo Grande estreia no Campeonato Sul-Mato-Grossense no dia 19 de janeiro, diante do Dourados Atlético Clube, no estádio Jacques da Luz, em Campo Grande. 

 

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Desligamento

Às vésperas da final, Operário anuncia desligamento do técnico Paulo Massaro

Em nota, o clube não especifica se ele pediu o desligamento ou se foi demitido pela diretoria

31/03/2026 09h20

O técnico Paulo Massaro, foi desligado do comando do Operário com apenas uma derrota

O técnico Paulo Massaro, foi desligado do comando do Operário com apenas uma derrota Reprodução/Instagram

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Na tarde da última segunda-feira (30), o Operário surpreendeu a todos e anunciou o desligamento do técnico Paulo Massaro e sua comissão técnica, à dois dias da final do estadual. 

O desligamento do técnico aconteceu por meio de uma nota emitida via Instagram, dois dias após o time ter perdido sua invencibilidade na temporada, com a goleada sofrida diante do Vila Nova-GO por 6 a 0. 

“O clube agradece ao profissional pelos serviços prestados, dedicação e profissionalismo durante o período em que esteve à frente da equipe, desejando sucesso na continuidade de sua carreira”, disse o clube em nota. 

Paulo Massaro deixa o comando técnico do Operário após 16 jogos, sendo 9 vitórias, 6 empates e apenas uma derrota, somando um aproveitamento de 68%. Além de conseguir a classificação para a terceira fase da Copa do Brasil, ele levou o Operário à final do estadual, onde o clube tem a vantagem depois de vencer na ida por 3 a 1. 

Por enquanto o Operário ainda não anunciou um novo comandante e na final contra o Bataguassu quinta-feira (2), quem comanda a equipe é o interino Evandro de Lima.

Correio do Estado entrou em contato com a assessoria do treinador para obter mais informações, mas até o momento da publicação desta matéria não obteve retorno. 

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Convênio com a UFMS

Plano do governo para resgatar futebol de MS passa por reforma do Morenão

Atualmente, times da Campo Grande não têm estádio para mandar jogos contra times de grandes torcidas

30/03/2026 21h06

Morenão não recebe jogos desde 2022 e atualmente está tomado pelo mato

Morenão não recebe jogos desde 2022 e atualmente está tomado pelo mato Gerson Oliveira

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O governo de Mato Grosso do Sul deve dar hoje mais um grande passo para colocar o futebol do Estado no cenário nacional até 2030. Para que este plano seja possível, a administração estadual vai assumir o Estádio Morenão, o maior de Campo Grande, que pertence à Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

A ideia do governo do Estado é reformar o estádio para torná-lo utilizável, algo que não ocorre desde 2022. Com a UFMS delegando a gestão do Morenão para o governo de Mato Grosso do Sul por 35 anos, a administração estadual pretende renovar completamente o gramado, reformar banheiros e vestiários e adequá-los às normas de segurança e acessibilidade.

Não está prevista no projeto uma grande reforma estrutural, nem mesmo uma ampliação do estádio ou transformação do espaço em uma arena, como afirmavam boatos durante as negociações para que o governo assumisse o estádio.

O objetivo é fazer com que os times de Campo Grande voltem a ter onde mandar seus jogos em grandes competições. Neste ano, por pouco, o Operário não ficou sem um grande estádio para mandar seus jogos.

Eliminado pelo Vila Nova (GO) neste mês, pela Copa do Brasil, o Galo teria que buscar estádios fora de Campo Grande para mandar jogos contra times das Séries A e B do Campeonato Brasileiro, por exemplo.

A reativação do Morenão, inclusive, integra este plano, apurou o Correio do Estado. A intenção é que times de Mato Grosso do Sul avancem no Campeonato Brasileiro, saindo da Série D, onde estão desde que ela foi criada, em 2009.

Para esse propósito, de médio prazo, a administração estadual vê de forma positiva a transformação de alguns deles, como Pantanal e Operário, em Sociedades Anônimas de Futebol (SAFs). Quando isso ocorre, as equipes ficam menos dependentes das subvenções públicas, melhoram o desempenho nas competições e podem conquistar, assim, mais torcedores e apoiadores, disse uma fonte do governo de Mato Grosso do Sul ao Correio do Estado.

Arena?

Nesse planejamento de médio e longo prazo para o futebol de Mato Grosso do Sul, a construção de uma arena multiúso só ocorreria depois que uma das equipes de MS subisse de patamar no futebol nacional.

Na visão dos especialistas do governo do Estado, só assim haveria demanda para construir uma arena multiúso, muito provavelmente na forma de parceria público-privada. Essa arena, contudo, não seria o Morenão, tampouco onde ele está construído, no campus da UFMS.
 

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