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Jornal espanhol destaca GP trágico da Ferrari em Interlagos: 'Poço sem fundo'

A esperança dos ferraristas estava alta para este final de semana

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Após dois abandonos e uma batida que deixou o carro de Charles Leclerc sem um pneu, o Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1 não teve um final promissor para a Ferrari. Embora a causa de cada contato ainda esteja sendo discutida pelos fãs, o jornal espanhol Marca classificou a prova da escuderia italiana um "poço sem fundo".

A esperança dos ferraristas estava alta para este final de semana, já que Leclerc tinha conquistado dois pódios consecutivos nas últimas provas. Logo no começo da corrida, porém, a expectativa foi minada com o toque entre Lewis Hamilton e Franco Colapinto - a perda da asa dianteira do britânico posteriormente resultou no segundo abandono da equipe.

"É um desastre para nós. É frustrante para todos na equipe. Neste momento, só consigo acreditar que algo virá depois de tudo isso que estamos vivenciando", comentou Hamilton depois do fim da 21ª etapa.

Antes que o time tivesse tempo de processar o prejuízo, o piloto monegasco levou a pior ao dividir espaço com Oscar Piastri e Kimi Antonelli na primeira curva - a colisão resultou em uma penalização de 10 segundos para o australiano.

Apesar de surpreendente o jornal espanhol não classificou o resultado como inesperado, já que o desempenho do SF-25 tem sido instável desde o começo da temporada. Agora, com nenhum ponto conquistado em solo brasileiro, a Ferrari caí para quarto na briga pelo vice-campeonato de construtores.

O cenário da escuderia italiana se assemelha ao de 2020, quando Leclerc e Sebastian Vettel não terminaram acima da quinta posição no mundial. Este ano, a equipe não pontuou em três GPs: na China, devido a uma dupla desclassificação, na Holanda, por conta de acidentes separados e no Brasil neste domingo.

A chegada de Antonelli em segundo, à frente de Max Verstappen, fez com que a Mercedes acumulasse 398 pontos, sendo a mais cotada para levar o segundo lugar até o momento.

crise

Assembleia Geral pode ser convocada para avaliar destituição de Infantino na Fifa

A insatisfação começou com as suspeitas de interferência durante o último mundial, com a revogação do cartão vermelho de Folarin Balogun

02/08/2026 23h00

Foto: Fifa

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A crise em torno do presidente da Fifa, Gianni Infantino, pode ganhar novos desdobramentos em breve. O jornal britânicoThe Guardian apontou que existem movimentações para convocar uma Assembleia Geral Extraordinária para avaliar a destituição do mandatário do cargo máximo da entidade.

O portal revelou que o plano para a realização da assembleia estava em andamento antes mesmo da tentativa de criar a Fifa Forward Enterprise (FFE), projeto que previa abrir os direitos comerciais da entidade para aporte de investidores privados nas principais competições da Fifa, como a Copa do Mundo.

A insatisfação começou com as suspeitas de interferência durante o último mundial, com a revogação do cartão vermelho de Folarin Balogun. Na época, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu ter telefonado para Infantino para pedir a anulação da punição ao atacante, que até então era um dos principais jogadores da seleção norte-americana no torneio.

O Conselho da Fifa é formado por 28 representantes das seis confederações, oito vice-presidentes e Gianni Infantino. O órgão é responsável pela tomada de decisões da entidade. Segundo as regras da Fifa, é necessário uma moção de 50% ou 19 dos 37 membros para convocar uma Assembleia Geral Extraordinária.

Os rumores apontam que os dirigentes insatisfeitos com a presidência de Infantino chegavam a dois dígitos antes da polêmica. O The Guardian informou que os membros planejavam pedir a renúncia de Infantino caso ele recusasse abrir uma investigação independente sobre o caso Balogun.

Essa é considerada a maior derrota de Infantino desde que assumiu a presidência da entidade máxima do futebol em 2016. Uefa, Concacaf e a Confederação Asiática de Futebol (AFC) se posicionaram contra a decisão do mandatário. Além de outros envolvidos, como o Real Madrid, considerado o maior clube do mundo, que comemorou o recuo da entidade em relação ao projeto Fifa Forward Enterprise.

Vale destacar que dos 37 membros do conselho, 14 são da Europa e América do Norte. Ainda seria necessário o apoio de outras partes envolvidas para convocar a Assembleia Geral Extraordinária. Responsável pelo futebol sul-americano, a Conmebol não tomou um posicionamento claro e solicitou mais informações sobre o polêmico projeto.

Gancho

Fernando Diniz, do Corinthians, é denunciado pelo STJD e pode pegar três jogos de suspensão

Comandante alvinegro foi enquadrado no artigo 250 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva

01/08/2026 23h00

Foto: Divulgação

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O técnico Fernando Diniz pode virar desfalque do Corinthians nas próximas rodadas do Campeonato Brasileiro. A Procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) denunciou o treinador pelo episódio envolvendo o volante Jadson, do Athletico-PR, durante o empate sem gols entre as equipes, na última quinta-feira, na Neo Química Arena, pela 21ª rodada da competição.

O comandante alvinegro foi enquadrado no artigo 250 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que trata da prática de "ato desleal ou hostil durante a partida". A pena prevista varia de uma a três partidas de suspensão.

A denúncia tem como base a confusão registrada ainda no primeiro tempo do confronto. Durante o desentendimento entre jogadores, Jadson se aproximou de Fernando Diniz, que reagiu dando um tapa na mão do volante. O lance foi rapidamente contido pelo quarto árbitro, mas o treinador recebeu cartão amarelo ainda durante a partida.

Na súmula, o árbitro Paulo Cesar Zanovelli justificou a advertência ao técnico do Corinthians por "atuar de maneira a mostrar desrespeito ao jogo" ao empurrar o adversário com a bola fora de disputa. O relato foi utilizado pela Procuradoria do STJD como fundamento para oferecer a denúncia.

O julgamento de Fernando Diniz está marcado para a próxima terça-feira. Até lá, o treinador segue apto para comandar normalmente o Corinthians. Caso seja condenado, a suspensão passará a valer nas próximas partidas do Campeonato Brasileiro, desfalcando a equipe na sequência da competição.

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