Esportes

Paralimpíadas Escolares

Mato Grosso do Sul conquista 70 medalhas na etapa nacional das Paralimpíadas Escolares 2022

No total, 71 atletas sul-mato-grossenses participaram do maior evento esportivo para crianças e jovens com deficiência em idade escolar

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Com um número expressivo de medalhas, Mato Grosso do Sul vem brilhando na etapa nacional das Paralimpíadas Escolares 2022, que se encerram nesta sexta-feira (25). No total, 71 atletas sul-mato-grossenses participaram do maior evento esportivo para crianças e jovens com deficiência em idade escolar. 


As competições são realizadas no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo (SP), e os estudantes-atletas sul-mato-grossenses já conquistaram 70 medalhas, sendo 24 de ouro, 21 de prata e 15 de bronze.


O destaque fica para o judô, que repetiu o feito do ano passado e fechou a competição como vice-campeão geral. Com 62 pontos, ficou atrás apenas do Rio de Janeiro, que fez 96. Minas Gerais fechou em terceiro lugar, com 55 pontos.


Os atletas representam o estado em sete modalidades: 

 

  1. bocha;
  2. atletismo;
  3. tênis de mesa;
  4. futebol de sete;
  5. judô;
  6. parabadminton,
  7. natação. 

Confira todas as medalhas conquistadas por Mato Grosso do Sul até agora:

Ouro

  • Larissa Barros de Oliveira, no judô – médio (-63kg) – classe J1
  • Ana Julia Simas Santiago (MS)/Eduarda Souza (PA)/Emilly Castro (SC), no tênis de mesa – disputa por equipes – intelectual
  • Khayky Calderoni Brito (MS)/João Pedro Malavazi Ibanhes(MS)/Kauan Monteiro (PR), no tênis de mesa – disputa por equipes – intelectual
  • Bruno Alves da Silva, no atletismo – 60m – classe T12
  • Kauã Felipe Mauro Ferreira, no atletismo – 60m – classe T36
  • Wellington Kauã Silva Oliveira, no atletismo – 60m – classe T54
  • João Otávio Espósito Belini, no atletismo – 60m – classe T37
  • Janaina Rocha Garcia, no atletismo – 100m – classe T13
  • Maisa Ferreira dos Santos, no atletismo – 100m – classe T54
  • Hávilla Vitória Soares Marinheiro, no atletismo – 100m – classe T12
  • Janaina Rocha Garcia, no atletismo – arremesso de peso – classe F13
  • Izabela Bezerra Braga, no atletismo – arremesso de peso – classe F56
  • Geovana Moreira Ribas, no atletismo – arremesso de peso – classe F57
  • Ediniel Brites Nunes, no atletismo – lançamento de dardo – classe F12
  • Leandro Dourado Lopes, no atletismo – lançamento de dardo – classe F37
  • Kauã Felipe Mauro Ferreira, no atletismo – lançamento de pelota – classe F36
  • Bruno Alves da Silva, no atletismo – salto em distância – classe T12
  • Marcelus Andrade das Chagas, no atletismo – salto em distância – classe T13
  • João Otávio Espósito Belini, no atletismo – salto em distância – T37
  • Gabriel Henrique Varela de Lima, na natação – 200m livre – classe S4
  • Gabriel Ferreira Rodrigues, no judô – pesado (-73kg) – classe J1
  • Bruno Alves da Silva, no atletismo – 150m – classe T12
  • Marcelus Andrade das Chagas, no atletismo – 150m – classe T13
  • Breno Cruz de Camargo, no atletismo – 150m – classe T21
  • João Otávio Espósito Belini, no atletismo – 150m – classe T37
  • Ana Clara Felipe Oliveira, no atletismo – 250m – classe T21
  • Felipe da Silva Santos, no atletismo – 250m – classe T36
  • Kauã Felipe Mauro Ferreira, no atletismo – arremesso de peso – classe F36
  • Felipe da Silva Santos, no atletismo – arremesso de peso – classe F36
  • Janaina Rocha Garcia, no atletismo – lançamento de disco – classe F13
  • Ana Caroline Gois de Araújo, no atletismo – lançamento de disco – classe F40
  • Geovana Moreira Ribas, no atletismo – lançamento de disco – classe F57
  • Miguel Romeiro Cristaldo, na natação – 400m livre – classe S6
  • Gabriel Henrique Varela de Lima, na natação – 50m costas – classe S4

Prata

  • Lucas França Aguiar Prado, no judô – superpesado (+60kg) – classe J2
  • Larissa Pereira da Costa (MS)/Maires Lemos (MA), no tênis de mesa – disputa por equipes cadeirantes
  • Geovane Martins Correia (MS)/Gustavo Cirqueira (TO), no tênis de mesa – disputa por equipes andantes
  • João Manoel Moraes Ramos, no atletismo – 60m – classe T37
  • Richard Azevedo Neves, no atletismo – 75m – classe T38
  • Maisa Ferreira dos Santos, no atletismo – 1.500m – classe T54
  • Paulo Gabriel da Silva, no atletismo – 1.500m – classe T38
  • Ana Caroline Gois de Araújo, no atletismo – arremesso de peso – classe F40
  • Matheus Anastácio Moreira, no atletismo – lançamento de dardo – classe F35
  • Breno Cruz de Camargo, no atletismo – salto em distância – classe T21
  • João Manoel Moraes Ramos, no atletismo – salto em distância – classe T37
  • Richard Azevedo Neves, no atletismo – salto em distância – classe T38
  • Gabriel Henrique Varela de Lima, na natação – 50m livre – classe S4
  • Miguel Romeiro Cristaldo, na natação – 200m medley – classe SM6
  • Lara da Silva Amaral, no judô – médio (-58kg) – classe J1
  • Larissa Barros de Oliveira, no judô – absoluto (+57kg) – classe J1
  • João Manoel Moraes Ramos, no atletismo – 150m – classe T37
  • Richard Azevedo Neves, no atletismo – 250m – classe T38
  • Ediniel Brites Nunes, no atletismo – arremesso de peso – classe F12
  • Matheus Anastácio Moreira, no atletismo – arremesso de peso – classe F35
  • David Morales Romero, no atletismo – arremesso de peso – classe F38

Bronze

  • Felipe da Silva Alves, no judô – leve (-66kg) – classe J2
  • Bianca da Silva Ferrari e Maria Clara Marques Peralta, no tênis de mesa – disputa por equipes andantes
  • Marcelus Andrade das Chagas, no atletismo – 60m – classe T13
  • Luís Angelo Paes Marquesan, no atletismo – 75m – classe T38
  • Izabela Bezerra Braga, no atletismo – 100m – classe T54
  • Ana Beatriz Magalhães Dias, no atletismo – arremesso de peso – classe F20
  • Ana Clara Felipe Oliveira, no atletismo – arremesso de peso – classe F21
  • Luís Angelo Paes Marquesan, no atletismo – salto em distância – classe T38
  • Paulo Gabriel da Silva, no atletismo – salto em distância – classe T38
  • Maria Clara de Souza Duarte, na natação – 50m livre – classe S7
  • Vinycius Gabriel de Lima Vera, na natação – 100m peito – classe SB9
  • Vinycius Gabriel de Lima Vera, na natação – 200m medley – classe SM9
  • Felipe da Silva Alves, no judô – absoluto (-73kg) – classe J2
  • Caio Ken Iti Osshiro Kurata, no atletismo – 250m – classe T21
  • Maria Clara de Souza Duarte, na natação – 100m costas – classe S7

Competição


As Paralimpíadas Escolares tiveram a sua primeira edição em 2009. Desde 2016, a competição acontece nas dependências do Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, na capital paulista. Em 2021, a disputa contou com 900 atletas, de 25 unidades federativas (com exceções de Minas Gerais e Alagoas), e São Paulo conquistou o nono título de campeão geral. Em 2020, o evento não foi realizado devido à pandemia de Covid-19.


O evento é considerado um grande celeiro de atletas, responsável por revelar medalhistas paralímpicos. Participaram das Paralimpíadas os velocistas Petrúcio Ferreira, Alan Fonteles, Verônica Hipólito e Washigton Nascimento; o jogador de goalball Leomon Moreno; os nadadores Talisson Glock, Cecília Araújo e Mariana Gesteira; e os jogadores de futebol de cegos Tiago Silva e Jardiel Soares.

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Futebol

Brasileirão terá 10 novas regras de arbitragem a partir da 23ª rodada

Todos presidentes de clubes presentes no encontro concordaram com as mudanças

10/08/2026 22h00

Foto: Reprodução/Futebol Paulista

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O Brasileirão terá 10 mudanças relacionadas à arbitragem a partir da próxima rodada, a 23ª. Dirigentes de todos os clubes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro se reuniram com os dirigentes da CBF nesta segunda-feira, 10, no Rio, e aprovaram a implementação das novas regras.

As novas regras foram propostas pela International Football Association Board (IFAB) antes do Mundial e foram criadas com a ideia de combater a cera, deixar as partidas mais dinâmicas e reduzir a perda de tempo. Também foram definidos ajustes no protocolo do VAR. O árbitro de vídeo poderá intervir mais vezes, ampliando sua atuação no jogo, e ficará mais "poderoso". A maioria das normas discutidas e aprovadas foi adotada pela Fifa na última Copa do Mundo.

Todos presidentes de clubes presentes no encontro concordaram com as mudanças. Alguns, porém, segundo apurou o Estadão, consideraram prematuro implementar as alterações neste momento. Mesmo assim, a maioria aprovou. As alterações serão aplicadas em todas as divisões do Campeonato Brasileiro, na Copa do Brasil e no Feminino A1.

Entre as normas aprovadas está a chamada "Lei Vini Jr.", que pune com cartão vermelho o jogador que tapar a boca em discussões com adversários.

Na reunião, a CBF apresentou os estudos sobre impactos das mudanças das regras e mostrou o cronograma para a adoção nos torneios organizados pela entidade.

A CBF argumenta que a prioridade, com as mudanças, é aumentar o tempo de bola rolando nas partidas, problema evidenciado em relatório produziu com dados da empresa OPTA Stats Perform que mostrou que, até a parada para a Copa do Mundo, o tempo médio de bola rolando no Brasileirão era de 52 minutos e 54 segundos. A meta da Fifa é de 60 minutos de bola rolando.

AS NOVAS REGRAS APROVADAS:

1 - Oito segundos com a bola nas mãos: goleiro que exceder o limite gera escanteio ao adversário.

2 - Cinco segundos para arremesso lateral: contagem começa assim que o jogador tiver a bola em mãos.

3 - Cinco segundos para cobrar tiro de meta: árbitro apita e conta cinco segundos. Caso goleiro exceda tempo, é concedido escanteio ao adversário.

4 - Dez segundos para deixar o campo em substituições: jogador substituído deve sair pelo ponto mais próximo rapidamente, sem caminhar.

5 - Um minuto fora após atendimento: jogador que for atendido no gramado precisará sair e deve permanecer fora por um minuto.

6 - Jogador de linha fica fora por um minuto após atendimento ao goleiro: treinador ou capitão indica quem cumpre o minuto fora.

7 - Somente o capitão fala com o árbitro: um único interlocutor por equipe durante toda a partida.

8 - ‘Lei Vini Jr: vermelho para quem tapar intencionalmente a boca ao discutir com adversário.

VAR mais 'poderoso'

A atuação do árbitro de vídeo foi ampliada. Antes, o VAR podia intervir em quatro tipos de lance: gol, pênalti, cartão vermelho direto e erro de identificação. Agora, o novo protocolo prevê mais duas correções:

Checagem de VAR para aplicação de segundo cartão amarelo: árbitro de vídeo pode revisar cartão que resulta em expulsão.

9 - Checagem de VAR para escanteio concedido por engano (aprovada para 2027): Revisável quando levar diretamente a gol ou pênalti.

10 - O VAR pode avisar ao árbitro sem que ele tenha de ir ao monitor rever o lance, já que são lances objetivos.

Medalhistas

Lorrane Oliveira e Caio Souza são ouro no Brasileiro de Ginástica

Ela foi campeã nas barras assimétricas e ele brilhou nas argolas

09/08/2026 23h00

Foto: CB Ginástica

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Os primeiros vencedores do Campeonato Brasileiro de Ginástica Artística foram conhecidos neste sábado (8), diante do lotado Ginásio Nilson Nelson, em Brasília (DF). A carioca Lorrane Oliveira (Flamengo) faturou a medalha de ouro nas barras assimétricas ao somar 13.700 pontos.

A companheira de clube Flávia Saraiva (13.466) foi prata e a paulista Sophia Weisberg (13.400 ), do Pinheiros, completou o pódio com o bronze. A competição termina neste domingo (9), com as últimas finais masculinas (salto, paralelas e barra) e femininas (trave e solo).

"Estou muito feliz, estava parada com uma lesão no ombro. Só tenho a agradecer à minha equipe, meu trabalho foi feito, a cada dia fui melhorando e a medalha veio", disse Lorrane em depoimento à emissora Sportv.

No salto feminino, quem brilhou com a medalha de ouro foi Nicole Bello (Flamengo), que logo na primeira tentativa chegou a 13.300 pontos. Em seguida, executou um salto ainda mais complexo e conseguiu 13.200. Duas ginastas do Grêmio Náutico União também subiram ao pódio: Francine Oliveira (12.799) conquistou a prata e Clara Stecca (12.783 o bronze.

Pódios masculinos

Quem também comemorou neste sábado (8) foi o ginasta Caio Souza (Minas Tênis Clube - MTC) que arrebatou o público ao executar uma difícil série nas argolas. Nascido em Volta Redonda (RJ), Caio fez valer seu favoritismo e faturou o ouro ao totalizar 13.600 pontos. Também subiram ao pódio Juliano Oliva (13.200), atleta do Grêmio Náutico União, com a prata, e Gustavo Pereira (12.733), do MTC, com o bronze.

Na final do solo,Yuri Guimarães, atleta da Associação de Ginástica Di Thiene de Pais (Agith), foi campeão brasileiro pela terceira vez na carreira. Ele somou 13.700 pontos, 200 a mais que João Perdigão (Pinheiros), que ficou como a prata. O ginasta Tomas Florencio (13.300), do AGITH, levou o bronze.

Na disputa do cavalo, o campeão foi Johnny Oshiro (Agith). Último a competir entre os finalistas, Oshiro faturou ouro com soma total de 13.600 pontos, após uma apresentação com alto grau de dificuldade dos movimentos. Já os ginastas Diogo Rodrigos (Pinheiros) e Vitaliy Guimarães (MTC) empataram com 13.330 pontos e ambos ficaram com a prata.
 

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