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Futebol Feminino

Operário perde por 6 a 0 na estreia do Brasileirão Feminino A3

Jogo de ida da primeira fase foi realizado no Paraná; confronto da volta acontece no dia 27 de abril, em Campo Grande

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O Operário perdeu por 6 a 0 para o Coritiba na partida de estreia do Brasileirão Feminino A3, realizada no CT Bayard Osna, no Paraná. Os gols da equipe adversária foram marcados por Vanice, Kauane (2x), Jaqueline, Doroty e lonara.

O jogo de volta acontece no dia 27 de abril, em Campo Grande.

A equipe que avançar para as oitavas de final, espera o vencedor do confronto entre Fluminense-SC e Brasil de Farroupilha. Os quatro semifinalistas garantem o acesso à Série A2 do Brasileirão.

Tricampeãs estaduais

O Operário conseguiu se classificar para o Brasileirão Feminino A3 após conquistar o tricampeonato estadual no final do ano passado, vencendo o Corumbaense por 4x0 na final, com gols de Natu, Karol e dois da artilheira Ana Jéssica. 

Na competição, a equipe conseguiu uma campanha quase perfeita, com 36 gols marcados e apenas três sofridos em sete jogos.

PRIMEIRA FASE "CARRASCO"

O Operário participou das últimas duas edições da A3, mas não conseguiu passar da primeira fase em ambas as situações. Em 2022, a equipe sul-mato-grossense perdeu os dois jogos contra o Legião Futebol Clube (DF) e foi eliminada com um placar de 6x0 no agregado.

Já em 2023, a equipe viu a classificação escapar entre os dedos. Após vencer a primeira partida por 2x1 contra o Toledo (PR), o Operário tomou a virada no jogo da volta, sendo derrotado por 2x0, assim o agregado ficou 3x2 para a equipe paranaense.

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FIM

São Paulo chega a rescisão com Oscar e terá que pagar R$ 10 milhões ao jogador

Para encerrar o vínculo, que iria até o fim de 2027, clube e jogador chegaram a um acordo financeiro bem abaixo do valor original previsto

03/04/2026 23h00

Oscar e São Paulo chegam a acordo de rescisão após meia querer aposentar devido problemas cardíacos

Oscar e São Paulo chegam a acordo de rescisão após meia querer aposentar devido problemas cardíacos Foto: Erico Leonan / São Paulo FC

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O São Paulo concluiu a saída do meio-campista Oscar. O rompimento contratual, que vinha sendo alinhado desde o início do ano, foi oficializado nos últimos dias e já aparece atualizado no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF.

Para encerrar o vínculo, que iria até o fim de 2027, clube e jogador chegaram a um acordo financeiro bem abaixo do valor original previsto. Oscar aceitou receber R$ 10 milhões, abrindo mão da maior parte da quantia que ainda teria direito ao longo do contrato.

O avanço nas conversas só aconteceu após o meia flexibilizar a cobrança. Pessoas ligadas ao atleta entendiam que ele poderia exigir praticamente todo o valor restante - estimado em cerca de R$ 53 milhões.

Mesmo assim, a decisão foi por um caminho mais conciliador. O acordo considera apenas o período até novembro de 2025, quando o jogador enfrentou um problema de saúde que mudaria seus planos profissionais.

Na ocasião, durante exames realizados no CT da Barra Funda, Oscar sofreu um mal súbito e recebeu diagnóstico de síncope vasovagal - condição que provoca queda de pressão e dos batimentos cardíacos, podendo levar à perda momentânea de consciência.

Depois do episódio, o meia optou por não seguir atuando profissionalmente, o que acelerou a definição pela rescisão.

Formado nas categorias de base do São Paulo, onde surgiu em 2008, Oscar construiu carreira internacional antes de retornar ao clube. Na Europa, teve destaque com a camisa do Chelsea, após passagem inicial pelo Internacional no Brasil. Em seguida, atuou por anos no futebol chinês antes de voltar ao Morumbis em 2025.

Na última passagem pelo Tricolor, disputou 35 jogos e marcou dois gols, encerrando de forma indesejada sua trajetória nos gramados.

TCHAU

Gattuso deixa comando da Itália após vexame e ausência na Copa do Mundo

Tetracampeã ficou de fora da competição pela terceira vez consecutiva e amarga pior fase de sua história

03/04/2026 21h00

Gattuso é demitido do comando da seleção italiana depois de fracasso mundial

Gattuso é demitido do comando da seleção italiana depois de fracasso mundial Foto: Reprodução/X

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A Itália iniciou um novo capítulo após mais um fracasso. Gennaro Gattuso não é mais o técnico da seleção italiana. A saída foi oficializada nesta sexta-feira, poucos dias depois da derrota para a Bósnia, na repescagem europeia, resultado que deixou a Azzurra fora da Copa do Mundo pela terceira edição consecutiva.

Em nota, a Federação Italiana confirmou a rescisão em comum acordo e agradeceu ao treinador pelo período à frente da equipe. A queda precoce no caminho ao Mundial acelerou mudanças profundas na estrutura do futebol italiano, que já vive um processo de reformulação.

Gattuso se despediu com um tom de frustração e reconhecimento pelo momento vivido. "Com o coração pesado, por não termos conseguido atingir o objetivo que traçamos, considero que meu tempo como técnico da seleção chegou ao fim. A camisa da Azzurra é o bem mais precioso do futebol, por isso é justo facilitar as futuras avaliações técnicas desde o início", declarou.

O agora ex-treinador também agradeceu à direção e aos torcedores italianos. "Foi uma honra comandar a seleção. Mas o meu maior agradecimento vai para os torcedores, para todos os italianos que nunca deixaram de demonstrar seu amor e apoio", completou.

A crise vai além do banco de reservas. Após a eliminação, o presidente da federação, Gabriele Gravina, deixou o cargo, assim como Gianluigi Buffon, que integrava a estrutura da seleção. O cenário reforça o tamanho do abalo institucional vivido pela Itália, ausente do Mundial desde 2014.

Nos bastidores, a federação já se movimenta em busca de um novo comandante. O nome mais ambicioso é o de Pep Guardiola, atualmente no Manchester City e com contrato até 2027. O treinador espanhol já manifestou, em outras ocasiões, o desejo de trabalhar com seleções, mas uma eventual negociação é considerada complexa.

Outras alternativas também estão em pauta. Roberto Mancini, campeão da Eurocopa de 2020 com a própria Itália, Antonio Conte, hoje no Napoli, e Massimiliano Allegri, que comanda o Milan, aparecem como opções mais viáveis no curto prazo.

A ideia da federação é definir rapidamente o substituto, já de olho no início da Liga das Nações, em setembro. O próximo compromisso da Itália será contra a Bélgica.

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