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Reus se torna 2º maior artilheiro do Borussia Dortmund, que dorme líder do Alemão

Nesta sexta-feira, ao abrir o caminho da vitória sobre o RB Leipzig, por 2 a 1, o meia-atacante se igualou a Michael Zorc como segundo maior artilheiro com a camisa da equipe

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Marco Reus é um dos maiores jogadores da história do Borussia Dortmund. E, aos 33 anos, continua batendo recordes no clube. Nesta sexta-feira, ao abrir o caminho da vitória sobre o RB Leipzig, por 2 a 1, o meia-atacante se igualou a Michael Zorc como segundo maior artilheiro com a camisa da equipe: ambos anotaram 159 vezes.

O triunfo na abertura da 23ª faz a equipe dormir no topo da tabela, com 49 pontos. Com 46, o Bayern de Munique joga nesta sábado, na casa do Stuttgart, obrigado a ganhar.

Levando em consideração os gols em jogos oficiais, Reus e Zorc dividiriam o topo da artilharia, já que nem todos os 174 gols anotados por Adi Preibler, o artilheiro máximo, foram em competições chanceladas.



A vitória no Signal Iduna Park foi construída antes do intervalo Logo aos 13 minutos, Brandt fez 1 a 0. Mas o gol acabou anulado pelo VAR. A pressão era grande e, aos 21, a bola na rede valeu. Reus cobrou pênalti com perfeição para deixar o Borussia em situação confortável. Festejou com

O time continuou na pressão e ampliou aos 39, com Emre Can. A pausa veio com enorme vantagem diante do Leipzig, que pouco fez na primeira etapa e precisava reagir na etapa final.

Recuado e armado para os contragolpes, o Borussia atraiu o Leipzig para o campo ofensivo e pagou caro. Após belo lançamento de Schlager, Raum bateu cruzado e Forsberg apareceu de carrinho na segunda trave para diminuir aos 28.

Após o gol, o técnico Edin Terzic reforçou a marcação com a entrada do zagueiro Hummels na vaga do meia Julian Brandt e do volante Dahoud na vaga de Ozcan.

A equipe se trancou, aguentou a pressão, e agora secará o Bayern. Ganhar o título do Alemão seria uma consagração para Reus, no Borussia Dortmund desde 2012, e que jamais conquistou a competição.

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nova política

Vôlei brasileiro passa a exigir teste genético para atletas mulheres

CBV diz que se alinha a parâmetros do COI e da Federação Internacional

14/08/2026 19h30

Foto: Divulgação/CBV

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A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou nesta sexta-feira (14) que somente atletas do sexo biológico feminino poderão participar de competições organizadas pela entidade. A nova política de elegibilidade de atletas da categoria feminina foi publicada no final da tarde de hoje no site da CBV. Segundo a entidade, o novo critério tem como objetivo estar em conformidade com as regras do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Voleibol (FIVB).

A verificação será feita por testagem e triagem do gene SRY. Normalmente o exame é realizado por meio de exame de sangue ou esfregaço bucal.

“Com a mudança dos parâmetros internacionais e da responsabilidade institucional, a CBV buscou manter o alinhamento entre as regras que regem as competições nacionais com as hoje vigentes para as competições internacionais. A decisão da CBV se adequa ao COI e deixa nossos campeonatos equiparados com as competições internacionais.”, afirmou Radamés Lattari, presidente da CBV, no site da entidade.

A nova política de elegibilidade entra em vigor nas competições da Superliga A e B (A e B (temporada 26/27), Supercopa 2026, Copa Brasil 2027, Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 2027 (adulto), CBVP Challenger 2027 e nas respectivas edições seguintes durante a vigência da política.

Entre as atletas que podem ser afetadas pela nova diretriz está a jogadora Tiffany, mulher trans que atua no Osasco São Cristóvão Saúde. Em fevereiro, a ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia decidiu pela participação de Tiffany em partida contra o SESC RJ Flamengo na cidade de Osasco.

Na ocasião, a CBV recorreu ao STF, pedindo a suspensão da lei municipal de Osasco que proibia a participação de atletas transgêneros em eventos esportivos na cidade. Na ocasião, a ministra entendeu que a norma não estava de acordo com a Constituição e representava retrocesso nas políticas de igualdade de gênero e de promoção da dignidade humana.

Queda de sanção

FIA retira restrição e russos e belarussos voltam a defender bandeira de seu país nas corridas

Liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1

13/08/2026 23h00

Liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1

Liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1 Foto: Divulgação / FIA

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A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) anunciou nesta quinta-feira que as restrições a pilotos da Rússia e de Belarus por causa da guerra com a Ucrânia, impostas desde março de 2022, chegaram ao fim e eles poderão disputar corridas defendendo a bandeira de seu país e ouvirem o hino nacional no pódio.

Até esta semana, os pilotos destes países estavam obrigados a correr sob a bandeira da FIA. Mesmo as seleções destes países não podiam disputar eventos sob a chancela da federação. Apenas quem tinha dupla nacionalidade competia, e defendendo as cores de outro país.

"Atualização sobre a resposta da FIA ao conflito na Ucrânia. O objetivo desta circular é notificar todos os membros da FIA, detentores de licenças, competidores e oficiais, organizadores e outras partes interessadas da FIA sobre a decisão recente do Conselho Mundial de Automobilismo (WMSC), adotada em 3 de agosto de 2026. Pilotos, equipes nacionais, competidores individuais e oficiais da Rússia e de Belarus têm permissão para participar de competições internacionais ou zonais sem quaisquer restrições", anunciou a FIA em nota oficial.

"A exigência de assinar um termo de neutralidade não se aplica mais", continuou o comunicado. "A exibição de símbolos nacionais, cores e bandeiras da Rússia e de Belarus (em uniformes, equipamentos e veículos), bem como a execução de seus hinos nacionais, é permitida em competições internacionais ou regionais."

A liberação de pilotos russos e belarussos de voltarem à pista pode beneficiar um retorno de Nikita Mazepin à fórmula 1. O piloto da Rússia defendeu a Haas na temporada de 2021, mas acabou demitido pela escuderia norte-americana no ano seguinte por causa das restrições imposta após os ataques à Ucrânia. Deu lugar para Kevin Magnussen.

A autorização dos pilotos não significa que o Grande Prêmio da Rússia voltará ao calendário. Ao menos não de imediato. A prova ocorreu no circuito de Socchi até 2021. Depois, o contrato acabou rompido pela FIA justamente pela guerra. Belarus também não pode receber GPs.

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