Esportes

CAMPEONATO ESTADUAL

Série A do futebol sul-mato-grossense terá repasse de R$ 1,2 milhão

Valor é o segundo maior de todos os repasses desde que passou a constar na Transparência

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Futebol sul-mato-grossense terá R$1,2 milhão de repasses no ano de 2026. Divulgado no Diário Oficial do Estado (DOMS), o montante é investimento para o Campeonato Estadual da Série A, que inicia amanhã.

O valor é o segundo maior de todos os repasses desde que passou a constar na Transparência. Antes o Governo já apoiava o futebol local a mais de 15 anos, mas apenas em 2012 que a quantia começou a ser registrada.

No ano passado, o montante também ficou na casa do R$ 1,2 milhão, mas com diferença de R$ 6.786,60 comparado ao valor desse ano, que é de R$ 1.214.533,40.

O repasse é da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso Do Sul (Fundesporte), por meio do Fundo de Investimento Esportivos de Mato Grosso do Sul (FIE-MS), que foi assinado ontem e válido desde então, com vigência até 26 de maio de 2026.

A Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS) realiza hoje (17) às 15h, a cerimônia de abertura oficial do Campeonato Sul-Mato-Grossense Série A 2026. A cerimônia acontecerá no plenário da Câmara Municipal de Campo Grande.

Jogos

Com estreia prevista somente para o próximo fim de semana, o início do campeonato foi antecipado para o próximo domingo (18) a pedido do Operário e do Pantanal, dois dos dez times que disputarão além do título, vagas na Série D do Campeonato Brasileiro e na Copa do Brasil.

Na ocasião, ambos os clubes irão disputar a competição da Copa do Brasil – que começa em 18 de fevereiro e vai até 6 dezembro – e solicitaram que a partida fosse antecipada. Por isso, amanhã os times se enfrentam e o confronto, válido pela sétima rodada, marca a abertura do campeonato.

A primeira rodada se mantém no próximo final de semana, no dia 24 e 25. Os times que irão disputar o título de campeão sul-mato-grossense são: Águia Negra, Bataguassu, Corumbaense, Costa Rica, CRA - Aquidauana, Dourados, Ivinhema, Operário-MS, Naviraiense e Pantanal.

Confira os jogos da primeira rodada:

Sábado - 24/01

  • 15h – Bataguassu x Naviraiense – Estádio João de Souza
  • 16h – CRA x Costa Rica-MS – Estádio Noroeste
  • 16h – Pantanal x Águia Negra – Estádio Jacques da Luz
  • 18h – Corumbaense x Operário-MS – Estádio Arthur Marinho

> Domingo - 25/01

  • 15h – Ivinhema x Dourados – Estádio Douradão

Na última temporada, de 2025, o Operário-MS levou o troféu para casa e é o atual campeão estadual; o Ivinhema foi o vice-campeão. Os times que subiram da Série B foram o Bataguassu e Aquidauana.

*Saiba

Repasses do governo de fomentação para o campeonato estadual da Série A nos últimos anos

2012 – R$ 645.400
2013 – R$ 531.540
2014 – R$ 749.980
2015 – R$ 622.840
2016 – R$ 622.840
2017 – R$ 775.820
2018 – R$ 622.750
2019 – R$ 622.750
2020 – R$ 822.699
2021 – R$ 820.902
2022 – R$ 1.068.362,40
2023 – R$ 1.212.120
2024 – R$ 1.014.490
2025 – R$ 1.221.320,00 
2026 – R$ 1.214.533,40

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Esportes

F-1: Ferrari anuncia troca de engenheiro de Lewis Hamilton após desempenho ruim em 2025

Riccardo Adami, que antes acompanhava o britânico de 41 anos, fará parte da academia da escuderia italiana

16/01/2026 23h00

Lewis Hamilton

Lewis Hamilton Reprodução

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A Ferrari divulgou, nesta sexta-feira, 16, que o piloto Lewis Hamilton terá um novo engenheiro de corrida na temporada de 2026 da Fórmula 1. Riccardo Adami, que antes acompanhava o britânico de 41 anos, fará parte da academia da escuderia italiana.

A medida acontece depois de um ano ruim de Hamilton na categoria, seu primeiro representando a Ferrari. Ele terminou a temporada sem conquistar nenhum pódio ao longo de 24 GPs, algo inédito na sua carreira.

O ano de 2025 também ficou marcado por momentos de tensão entre Lewis e Adami, que se desentenderam e discutiram em algumas corridas da última temporada.

Agora, o italiano Riccardo Adami ocupará o cargo de gerente da academia de pilotos da Ferrari e do departamento de testes de carros anteriores.

"Sua ampla experiência à beira da pista e seu conhecimento em Fórmula 1 contribuem para o desenvolvimento de futuros talentos e para o fortalecimento da cultura de desempenho em todo o programa", escreveu a escuderia em um comunicado oficial.

A nota da equipe também revelou que o novo engenheiro de corrida de Lewis Hamilton será anunciado no momento oportuno. A primeira corrida da temporada de 2026 da F-1 será realizada no dia 8 de março, na disputa do GP da Austrália.

Esportes

Segurança e regulamentação das apostas esportivas: como as duas andam de mãos dadas

16/01/2026 13h09

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Esta sinergia é responsável, em parte, pelo contínuo crescimento deste universo. No ano de 2025 foram mais de 25 milhões de brasileiros em contacto com as apostas e jogos de azar, número bastante superior ao ano de 2024 que não chegou aos 23 milhões. Este crescimento contínuo deve-se a uma panóplia de razões, onde a segurança e a regulamentação se destaca. 

Claro que o facto de qualquer pessoa ter hoje acesso a internet ajuda muito. O facto destas casas de apostas saberem cativar o apostador também. Contudo, se não fosse seguro e regulado não existiam tantas casas de apostas e, claro, apostadores. Eles são o motor desta economia que tantos milhões gera. No caso do Brasil, são bilhões. Para ter uma ideia, só no 1º semestre de 2025, os jogos online faturaram R$ 17,4 bilhões, sendo que parte vai para os cofres do governo por causa de impostos. 

Antes de ficar a conhecer mais sobre tributação, vai perceber melhor a questão da legalização. Hoje em dia é fácil encontrar um cassino legalizado no brasil, mas nem sempre foi assim. Existiram leis que mudaram ao longo do tempo e é para elas que vai olhar de seguida. Depois, entre outras coisas, ficará a perceber o quão importante é que use sempre um cassino legalizado no brasil. 

Quando o “far west digital” dá lugar à lei

Durante anos, as apostas esportivas no Brasil cresceram num terreno cinzento. Clubes de futebol estampavam marcas estrangeiras nas camisolas, influenciadores promoviam bônus agressivos nas redes sociais e milhões de brasileiros apostavam sem saber exatamente quem estava por trás da plataforma ou para onde o dinheiro estava a ir. Era um verdadeiro “far west digital”: muito crescimento, pouca regra e quase nenhuma proteção real para quem apostava.

Essa realidade começou a mudar de forma decisiva a partir de 2023, quando o país deixou de tratar as bets como um fenómeno tolerado e passou a enquadrá-las dentro da lei. A regulamentação não só mudou o jogo para as empresas, como alterou profundamente a tua relação com as apostas. Hoje, segurança e regulamentação caminham juntas e são uma das principais razões para o crescimento contínuo do setor, que em 2025 somou mais de 25 milhões de brasileiros em contacto com apostas e jogos de azar, contra menos de 23 milhões no ano anterior.

A virada legal que transformou apostas de risco em mercado regulado

Até pouco tempo atrás, apostar no Brasil era um exercício de confiança. Não existia uma lei específica que definisse quem podia operar, como deveria pagar impostos ou que responsabilidades tinha perante o apostador. As plataformas funcionavam no exterior, usavam meios de pagamento locais e exploravam uma brecha legal que permitia atuar sem licença brasileira.

A Lei 14.790/2023 mudou esse cenário ao enquadrar as apostas de quota fixa como uma modalidade lotérica regulada pelo Estado. Na prática, isso preencheu uma lacuna histórica. O governo passou a saber quem pode operar, quanto fatura e quais regras precisa cumprir para proteger o jogador.

 

Se antes você apostava praticamente à base da confiança e do “não vai dar nada”, agora o jogo mudou. O Estado passou a exigir licença federal, regras claras de tributação e mecanismos de controlo que tornam as casas de apostas responsáveis pelos seus atos. Essa virada não aconteceu por acaso: só no 1º semestre de 2025, os jogos online faturaram R$ 17,4 bilhões, parte dos quais já entra nos cofres públicos via impostos.

O que a nova lei exige das casas de apostas que querem operar no Brasil

Para atuar legalmente hoje, não basta traduzir o site para português ou aceitar Pix. As casas de apostas precisam de autorização da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), órgão ligado ao Ministério da Fazenda. Esse processo envolve requisitos rigorosos, como capital mínimo, sede fiscal definida e um plano de integridade que detalhe como a empresa combate fraudes, lavagem de dinheiro e manipulação de resultados.

Além disso, as plataformas devem operar sistemas de monitorização contínua das apostas, reportar movimentações suspeitas e cooperar com autoridades quando necessário. A regulamentação deixou claro que não existe mais espaço para operações improvisadas.

As penalizações também ficaram pesadas. A lei prevê multas de até R$ 2 bilhões não apenas para operadores ilegais, mas também para bancos e meios de pagamento que sustentem plataformas não autorizadas. Isso explica a ofensiva recente do governo: entre outubro e fevereiro, foram solicitados à Anatel o bloqueio de 11.555 sites de apostas ilegais, um sinal claro de que a tolerância acabou.

Como a legalização muda a sua segurança: dados, identidade e dinheiro sob novas regras

Uma das maiores mudanças para quem aposta está no registo obrigatório do jogador. Em ambientes autorizados, você precisa confirmar a sua identidade, o que impede o acesso de menores de 18 anos e reduz práticas como contas múltiplas ou uso de dados falsos. Tudo isso acontece sob supervisão direta da SPA e em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados.

A legislação também estabelece direitos claros. As casas são obrigadas a apresentar informações transparentes sobre probabilidades, riscos e regras de cada aposta. Ferramentas de jogo responsável, como limites de depósito, pausas e autoexclusão, deixam de ser opcionais e passam a ser exigidas por lei.

Na prática, isso muda o teu dia a dia. Hoje, quando você entra numa casa licenciada, a plataforma deve mostrar limites, odds, termos de bónus e caminhos claros de atendimento. Se nada disso aparece, é um sinal de alerta. A legalização transformou a experiência de apostar num ambiente mais previsível e, sobretudo, auditável.

Do bloqueio de sites ilegais à pressão sobre bancos: o cerco às bets clandestinas

A regulamentação não se limita ao papel. Existe uma ação coordenada entre a SPA, a Anatel e o Banco Central para cortar o oxigénio financeiro e tecnológico das bets ilegais. Isso inclui bloqueio de domínios, suspensão de URLs espelho e interrupção de fluxos de pagamento via Pix, cartões ou intermediários digitais.

Os números mostram a dimensão do cerco. No primeiro semestre do mercado regulado, a Anatel bloqueou cerca de 15 mil sites ilegais, enquanto a SPA notificou 33 instituições financeiras por manterem relações com plataformas não autorizadas. O recado é simples: operar fora da lei deixou de ser um risco aceitável.

Para você, isso explica situações cada vez mais comuns. Se um site some de um dia para o outro, se o Pix deixa de cair ou se a URL passa a dar erro, muitas vezes é porque entrou na mira desse novo sistema de fiscalização. Apostar em plataformas licenciadas deixou de ser apenas uma questão ética e passou a ser uma questão prática.

Autoexclusão nacional e saúde mental: quando a proteção vai além do dinheiro

A regulamentação também avançou para um tema sensível: o impacto das apostas na saúde mental. Em 2025, os ministérios da Saúde e da Fazenda acordaram a criação do Observatório Saúde Brasil de Apostas Eletrônicas, focado em monitorar a ludopatia e orientar políticas públicas.

Um dos pilares dessa iniciativa é a plataforma nacional de autoexclusão. Através de login via Gov.br, você pode bloquear o acesso a todos os sites autorizados, impedir novos cadastros com o teu CPF e até interromper o recebimento de publicidade do setor. É uma ferramenta inédita no país e que coloca o controlo diretamente nas mãos do jogador.

A plataforma entrou no ar em 10 de dezembro de 2025 e já integra a chamada “linha de cuidado” do SUS, com R$ 12 milhões investidos em pesquisas sobre saúde mental e jogos de apostas. É um passo importante para tratar o jogo não apenas como entretenimento, mas também como uma questão de saúde pública.

Publicidade sob lupa: por que os ídolos estão a desaparecer das campanhas

Outro efeito visível da regulamentação está na publicidade. Durante o boom inicial das bets, era comum ver atletas, artistas e influenciadores a promover apostas de forma agressiva. Esse modelo começou a ruir com o avanço da legislação.

Um projeto aprovado no Senado passou a restringir o uso de figuras públicas em campanhas de apostas, especialmente quando há risco de atingir jovens ou grupos vulneráveis. O foco deixou de ser “quem anuncia” e passou a ser “como e para quem se anuncia”.

Hoje, as casas licenciadas precisam incluir alertas de risco, evitar linguagem apelativa e não podem direcionar publicidade a menores. A SPA também ganhou poder para fiscalizar influenciadores que abusam de propaganda irregular. Se você se habituou a ver o seu craque preferido convidar para “apostar agora”, a tendência é que esse tipo de campanha desapareça ou mude de tom nos próximos meses.

O que ainda não está resolvido e por que a tua escolha continua a importar
Apesar dos avanços, a regulamentação não resolveu tudo. Ainda estão em debate temas como a legalização de cassinos físicos, o aperfeiçoamento dos mecanismos de prevenção à lavagem de dinheiro e a criação de um cadastro nacional único que reúna apostadores proibidos, árbitros e técnicos.

A Agenda Regulatória 2025-2026 da SPA prevê justamente esse sistema integrado, que deverá consolidar dados de autoexclusão, decisões judiciais e conflitos de interesse. O desenho final ainda passará por consulta pública, o que mostra que o mercado continua em construção.

A legalização não é o fim da história, é o início. A forma como você escolhe onde apostar — em sites regulados, com ferramentas de proteção e transparência — vai definir se esse novo mercado será um avanço real em segurança ou apenas uma mudança de fachada.

Checklist rápido: como identificar em segundos se você está num ambiente seguro

Antes de apostar, vale a pena fazer uma verificação rápida:

  • O site menciona autorização da Secretaria de Prêmios e Apostas?
  • Possui domínio brasileiro e CNPJ identificável?
  • Oferece limites de depósito e opção de autoexclusão?
  • Explica claramente impostos, odds e termos de bónus?
  • Apresenta canais de suporte com prazos de resposta?

Num mercado que deixou de ser terra de ninguém, segurança e regulamentação não são detalhes técnicos. São o que separa uma aposta consciente de um risco desnecessário.

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