Esportes

Estadual 2018

Zagueiro marca, Operário vence Corumbaense e é campeão após 21 anos

Zagueiro marca, Operário vence Corumbaense e é campeão após 21 anos

LEANDRO ABREU E RAFAEL RIBEIRO

08/04/2018 - 17h14
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A maior torcida de Mato Grosso do Sul voltou a sorrir depois de 21 anos. Na tarde deste domingo (8), o Operário venceu o Corumbaense por 1 a 0, no Estádio Morenão e conquistou o título do Campeonato Estadual.

O placar garante ao Galo a conquista pela vantagem da melhor campanha, já que havia perdido para em Corumbá pelo mesmo placar.

O herói da conquista é um zagueiro. André Paulino foi quem marcou o gol que encerra o jejum. Antes, nas quartas-de-final, já havia feito história ao marcar no último lance do duelo com o Urso, garantindo a vaga às semifinais.

Em um dia de festa e casa cheia, feitos cada vez mais raros no futebol do Estado, o Operário aumenta sua hegemonia com 11 conquistas sul-mato-grossenses.

Campeão em 2017, o Corumbaense precisa levantar a cabeça com agilidade. A equipe estreia na Série D do Campeonato Brasileiro no próximo dia 21, contra o Iporã, de Goiás, fora de casa. Ainda enfrentará Brasiliense (DF) e Dom Bosco (MT). 

O JOGO

A vantagem no início do jogo era do Carijó. Mas isso não impediu que os visitantes, apoiados por um grande número de torcedores no Morenão, diminuíssem o ímpeto. Pelo contrário.

Logo aos 2 minutos de partida o Corumbaense deu o cartão de bom visitante ao Operário. Jorginho ótima jogada pelo lado esquerdo do campo, passou pela marcação e finalizou para boa defesa de Pereira.

Aos 7, de novo o Corumbaense apareceu. Da Silva recebeu passe em profundidade no capricho, limpou a marcação e chutou muito perto do gol.

A pressão por estar há tanto tempo sem conquistas parecia pesar sobre o Operário. A torcida viu assustada os visitantes chegarem de novo aos 23, com Agnaldo, que apareceu sozinho na entrada da área, driblou a marcação e finalizou para fora.

Aos poucos o Operário ia se encontrando na partida, ocupando melhor os espaços e armando as jogadas. O efeito não demorou a aparecer. Aos 46, quase que no apito final do primeiro tempo, Alan experimentou o chute e acertou a trave, na única jogada de perigo do Galo até então.

O segundo tempo começou e, mais acostumado com o jogo, veio a recompensa dos alvinegros da Capital. Aos 25 minutos, a zaga do Corumbaense tirou mal da área uma cobrança de escanteio. A bola sobrou livre para o zagueiro chutar e fazer o único gol do jogo.

Sem alternativas, o Corumbaense foi para cima dos mandantes atrás do empate.E o jogo, até então cauteloso, ficou imprevisível.

Aos 40, o Carijó exigiu outra boa participação de Pereira, em um chute no ângulo de Jaime. No contra-ataque do lance, Fernandinho tocou na saída do goleiro e quase ampliou a vantagem operariana.

Depois de mais algumas aparições no ataque, aos 48 mais uma jogada dos visitantes, com Jorginho finalizando forte, rente à trave. Foi a última chance. Prevaleceu a garra, amor e tradição operariana, de novo campeão. Justo ao clube símbolo do Estado.

 

TORCIDA DO OPERÁRIO FESTEJA A CONQUISTA:

Hino Nacional

NY Times elege o hino do Brasil o mais bonito entre os países da Copa

Publicação exalta a introdução orquestral de 28 segundos da canção

19/06/2026 23h00

brasil

brasil Foto: Agência Brasil

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O jornal The New York Timeselegeu o Hino Nacional Brasileiro o mais bonito entre os 48 países participantes da Copa do Mundo de 2026. A matéria, publicada nesta sexta-feira (19) e assinada pelo jornalista Tim Spiers, traz tons de crítica musical com pitadas de humor.brasil

A publicação exalta, principalmente, a “gloriosa introdução orquestral de 28 segundos” do nosso hino nacional.

“Dura quase dois minutos e, ainda assim, não é suficiente. Tem um monte de palavras cantadas muito rápido em sua maior parte, sobre não temer a batalha, sobre um colosso destemido e uma terra amada, mas o ponto alto é, sem dúvida, a gloriosa introdução orquestral de 28 segundos. Um dos melhores hinos do mundo”, escreveu o jornal.

Em meio a elogios, o texto ainda lembra a execução do Hino Nacional na Copa de 2014, quando torcida e jogadores cantaram a plenos pulmões cada verso.

Porém, após a derrota por 7 a 1 para a Alemanha, o momento perdeu o brilho e ganhou tons de desespero na imprensa esportiva brasileira.

“Para a partida contra Marrocos, não houve o choro e o melodrama que vimos antes da semifinal, em casa, em 2014, mas provavelmente foi melhor assim”, brincou.

Curiosamente, o último colocado no ranking do NY Times é justamente o hino da Inglaterra, Deus Salve o Rei. A Inglaterra é o país onde a editoria de esportes do jornal, The Athletic, está baseada.

“É terrível. A música se arrasta imperdoavelmente e a letra, ao contrário de qualquer outro hino desta lista, é sobre um homem velho”.

Hino do Brasil

O Hino Nacional Brasileiro foi composto por Francisco Manoel da Silva em abril de 1831, inicialmente sem letra.

“Uma vez proclamada a República, convocou-se concurso para substituir esse Hino por outro, próprio para a nova organização política. No entanto, o apego popular à melodia do velho hino não deixou alternativa à sua manutenção”, relata o Ministério das Relações Exteriores, em sua página oficial.

Os versos, compostos por Osório Duque Estrada, foram incluídos de forma oficial em 6 de setembro de 1922.

Ranking do NY Times

  1. Brasil
  2. França
  3. Portugal
  4. Colômbia
  5. Escócia
  6. Equador
  7. Argentina
  8. Egito
  9. Uruguai
  10. Bósnia e Herzegovina
  11. Estados Unidos
  12. RD Congo
  13. Curaçao
  14. Coreia do Sul
  15. Costa do Marfim
  16. Panamá
  17. Canadá
  18. México
  19. Haiti
  20. Irã
  21. África do Sul
  22. Japão
  23. Marrocos
  24. Iraque
  25. Turquia
  26. Austrália
  27. Tchéquia
  28. Tunísia
  29. Senegal
  30. Suécia
  31. Argélia
  32. Paraguai
  33. Suíça
  34. Cabo Verde
  35. Noruega
  36. Uzbequistão
  37. Arábia Saudita
  38. Bélgica
  39. Gana
  40. Croácia
  41. Holanda
  42. Catar
  43. Áustria
  44. Nova Zelândia
  45. Alemanha
  46. Espanha
  47. Jordânia
  48. Inglaterra

futebol

Brasil finaliza preparação para enfrentar Haiti na Copa do Mundo

Treino sem pistas de equipe teve festa para aniversariante Martinelli

18/06/2026 23h00

Na primeira partida da Copa, Brasil empatou com Marrocos

Na primeira partida da Copa, Brasil empatou com Marrocos Foto: Divulgação / Fifa

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O técnico Carlo Ancelotti concluiu, nesta quinta-feira (18), os preparativos da seleção brasileira para o segundo jogo pelo Grupo C da Copa do Mundo. Nesta sexta-feira (19), o Brasil enfrenta o Haiti na Filadélfia, a partir das 21h30 (horário de Brasília).

Como de praxe, a imprensa pôde acompanhar apenas os 15 minutos iniciais da atividade desta quinta no Centro de Treinamento Columbia Park, do New York Red Bulls, em Nova Jersey. Diferentemente de quarta-feira (17), quando foi possível observar um trabalho tático durante o período liberado aos jornalistas, desta vez, os jogadores – entre eles, o atacante Neymar – fizeram somente um trabalho de aquecimento seguido de uma roda de "bobinho".

Houve, ainda, uma brincadeira com Gabriel Martinelli. Aniversariante do dia, o atacante de agora 25 anos teve de passar pelo meio de duas filas de atletas para receber tapinhas descontraídos de parabéns na cabeça. O trote, festivo, é comum no futebol. O próprio Ancelotti vivenciou o chamado "corredor polonês" quando fez 67 anos no último dia 10.

A escalação para o duelo contra o Haiti segue um mistério. Na quarta, o trabalho tático durante o tempo em que o treino esteve aberto à imprensa tinha Danilo (depois o volante Ederson) na lateral direita, Léo Pereira e Marquinhos na zaga, Douglas Santos fechando o sistema defensivo no lado esquerdo, Fabinho e Bruno Guimarães pelo meio e o quarteto ofensivo com Gabriel Martinelli, Vinícius Júnior, Igor Thiago e Luiz Henrique.

Não significa, porém, que esta será a escalação para sexta, já que Gabriel Magalhães e Raphinha foram poupados, substituídos por Léo Pereira e Gabriel Martinelli, respectivamente. O zagueiro tem sido preservado por conta do desgaste físico da temporada, e o atacante apresentou bolhas no pé na reapresentação após o empate do último sábado (13) com Marrocos, por 1 a 1, em Nova Jersey.

Na estreia da Copa, o Brasil atuou com Alisson; Ibañez, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Vinícius Júnior, Raphinha e Igor Thiago. Na entrevista coletiva de quarta, o zagueiro Danilo (que jogou por muitos anos como lateral-direito) admitiu que Ancelotti tem "três ou quatro" dúvidas para sexta.

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