Muita grana!

Enquanto fortuna de Vini Jr é de R$ 316 milhões, Virginia tem ainda mais dinheiro

Ex-casal é dono de uma quantia absurda de dinheiro

Virginia Fonseca e Vinícius Júnior terminaram o namoro que vinha sendo observado com atenção pelos fãs, e o episódio trouxe à tona o contraste entre as fortunas construídas pelos dois. As estimativas apontam R$ 415 milhões em bens e investimentos no nome de Virginia, contra um montante próximo de R$ 316 milhões atribuído ao jogador. Esse intervalo de cerca de R$ 99 milhões entre as duas fortunas mostra como cada um seguiu um caminho próprio para enriquecer.

Trata-se de números aproximados, sujeitos a oscilações à medida que ganhos, aplicações financeiras e negócios de ambos se valorizam ou perdem força. A diferença decorre das atividades que sustentam as receitas dos dois: enquanto o Real Madrid remunera o brasileiro, Virginia obtém retornos de seu império empresarial diversificado.

O pilar da riqueza de Virginia: a Wepink

A WePink, marca de cosméticos em que Virginia detém participação majoritária, faturou R$ 1,3 bilhão em 2025 e é o principal negócio por trás de seu patrimônio. Virginia também obtém receitas com publicidade nas redes sociais, monetização no YouTube e contratos com emissoras de televisão.

A expansão das lojas físicas e o aumento das vendas devem elevar os resultados da empresa nos próximos anos e tendem a aumentar o valor dos negócios ligados à influenciadora. O faturamento da marca não se converte integralmente em patrimônio pessoal: parte é destinada à operação, ao pagamento de fornecedores e ao reinvestimento na estrutura produtiva.

Vini Jr. constrói fortuna com futebol e marcas globais

O atacante do Real Madrid constrói sua riqueza por dois caminhos principais: os rendimentos no futebol de elite e os contratos com marcas globais. Nike, Pepsi, EA Sports e PlayStation têm acordos comerciais com o brasileiro, que complementam o salário e os bônus pagos pelo clube europeu.

Os ganhos anuais de Vini Jr. foram estimados em US$ 60 milhões para 2026, o equivalente a aproximadamente R$ 345 milhões. A cifra reúne os rendimentos do futebol e os contratos publicitários associados ao valor do atleta para marcas internacionais.

Caminhos diferentes, patrimônios expressivos

Virginia amplia seu patrimônio com o empreendedorismo e a expansão de marcas próprias. Vini Jr. combina rendimentos esportivos com contratos publicitários para construir e ampliar sua riqueza. As trajetórias mostram como caminhos distintos podem gerar patrimônios expressivos, ainda que em proporções diferentes.

Vacilo

Eles roubaram ouro, mas ignoraram uma pedra de 3,5 kg que valia R$ 5,6 milhões

Criminosos ignoraram algo bem mais valioso

23/10/2026 08h16

Foto: Pixabay/Pexels

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Criminosos que invadiram uma residência na Romênia levaram ouro e joias, deixando no chão uma pepita de âmbar avaliada em cerca de 1 milhão de euros — aproximadamente R$ 5,6 milhões nos valores atuais.

A mulher que encontrou o tesouro décadas antes não sabia que guardava uma das maiores amostras de âmbar já descobertas no mundo, com 3,5 quilos.

A proprietária guardava a pedra avermelhada como simples peso de porta desde que a encontrou no leito de um riacho na vila de Colti. No Condado de Buzău, na região dos Cárpatos Orientais, e somente após sua morte, em 1991, um familiar ficou intrigado com o objeto e decidiu investigar quanto ele valia.

Do riacho ao Museu

O parente levou a pepita para análise no Museu de História de Cracóvia, na Polônia. Os especialistas da instituição, especializada no estudo de pedras semipreciosas, confirmaram a autenticidade e estimaram que o material tinha entre 38 milhões e 70 milhões de anos.

O Estado romeno reconheceu a peça como tesouro nacional e a adquiriu. Desde 2022, ela está exposta no Museu Provincial de Buzau. A variedade encontrada naquela região recebe o nome local de rumanita e tem mais de 160 tonalidades, entre tons escuros, avermelhados e pretos.

Como se forma e o que preserva

O âmbar se forma quando a resina de árvores antigas fica soterrada sob sedimentos que se acumulam ao longo de milhões de anos e fossiliza. O processo transforma a resina em pedra, capaz de conservar estruturas delicadas por eras geológicas inteiras.

Muitas amostras encontradas em Colti contêm fósseis de aracnídeos, besouros, moscas, crustáceos, répteis, penas de aves e pelos de animais preservados em três dimensões no interior do material. A região dos Cárpatos Orientais representa um dos principais centros mundiais de extração natural dessa variedade rara e valiosa.

A mina de Stramba, onde ocorria a exploração comercial, foi fechada pelo regime comunista por ser considerada economicamente inviável.

Quanto tempo leva para a resina se transformar em âmbar de verdade

Nem toda resina endurecida é considerada âmbar genuíno, e o copal é uma resina antiga ainda em processo de transformação e mantém algumas propriedades do material fresco, como uma superfície mais pegajosa. A regra geral entre cientistas é que o âmbar tem mais de 40 mil anos. Se tiver menos que isso, provavelmente ainda é copal, não âmbar verdadeiro.

A transformação da resina em âmbar depende das condições a que a gota foi submetida, como a pressão do solo, a temperatura e o tipo de sedimento ao redor. Por isso, é difícil saber exatamente quanto tempo cada amostra levou para se formar.

Especialistas conseguem fazer uma estimativa pela idade dos sedimentos que a cercam, como no caso da pepita romena, cuja idade foi estimada entre 38 e 70 milhões de anos.

Florescendo

Logo após chuvas inesperadas, o deserto mais seco da Terra está nasce coberto de flores

Fenômeno transformou uma das regiões mais áridas do planeta em um tapete de cores

23/10/2026 07h58

Foto: Renan Bomtempo/Pexels

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Milhões de sementes despertaram após chuvas extraordinárias atingirem o Deserto do Atacama, no Chile. O fenômeno transformou uma das regiões mais áridas do planeta em um tapete de cores. Com mais de 200 espécies de flores silvestres cobrindo aproximadamente 17 mil km² entre julho e agosto deste ano.

O fenômeno conhecido localmente como "Desierto Florido" é um dos florescimentos mais intensos já registrados na região desde 1997.

O El Niño provocou chuvas acima do normal, e segundo especialistas da Corporação Nacional Florestal do Chile (Conaf). Entre julho e agosto caíram de 160 a 190 milímetros em alguns pontos — índices entre os mais expressivos desde o início dos registros de precipitação, na década de 1950.

Como sementes conseguem viver anos no deserto

O Atacama é o deserto não polar mais seco da Terra, mas a natureza encontrou uma saída: parte de sua flora desenvolveu uma estratégia de sobrevivência extraordinária ao longo de milhões de anos. Sementes e bulbos podem permanecer dormentes no solo árido durante décadas, aguardando o momento raro em que umidade e temperatura se alinhem simultaneamente.

Quando chuvas abundantes finalmente chegam, a germinação acontece quase ao mesmo tempo em toda a região. Essa sincronização transforma o deserto rapidamente, despertando plantas que não tinham visto luz solar em muitos anos. Essa sincronização demonstra como a vida se adapta até nas condições mais extremas do planeta.

 

Custos humanos e impacto do El Niño

As mesmas chuvas que trouxeram flores ao Atacama causaram destruição em outras partes do Chile. O temporal matou 13 pessoas e danificou ou destruiu cerca de 4 mil casas, e as precipitações intensas atingiram regiões acostumadas à secura.

A intensa evaporação de água no Pacífico, em frente à costa do Peru, provocou as chuvas torrenciais, principalmente entre 16 e 22 de julho.

O pico da floração deve ocorrer em outubro, quando as flores cobrirão aproximadamente 15 mil hectares. Embora a escala atual seja extraordinária, o fenômeno faz parte do equilíbrio ecológico que sustenta o Atacama há séculos e mostra que a vida encontra formas de prosperar mesmo nos lugares mais inóspitos da Terra.

Por que o deserto Florido do Atacama é tão raro e especial?

O "Desierto Florido" ocorre em um deserto não polar, o mais seco da Terra, onde chove tão pouco que as plantas precisam permanecer dormentes por décadas para sobreviver. Quando chove, mais de 200 espécies florescem ao mesmo tempo em uma área de cerca de 17 mil km², uma combinação praticamente única.

Especialistas da Corporação Nacional Florestal do Chile ressaltam que outros desertos também florescem após períodos de chuva, mas nenhum reúne o mesmo alcance territorial e a mesma diversidade de espécies do Atacama. Por isso, o florescimento de 2026-2027 é considerado um dos mais intensos desde 1997.

Como o El Niño de 2026-2027 se compara aos maiores da história

O El Niño que provocou as chuvas extraordinárias no Atacama atingiu uma anomalia média de temperatura de 2,1°C em setembro de 2026 e foi classificado como "muito forte" pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA). Historicamente, o fenômeno costuma atingir o ápice entre outubro e fevereiro, com maior frequência em novembro e dezembro.

Este evento, porém, já quebrava recordes em setembro e antecipava impactos globais que devem durar até 2027.

Há 75% de chance de que este El Niño supere a intensidade registrada desde 1950, o que o colocaria entre os maiores eventos já documentados. Os impactos não se limitam ao florescimento no Chile. Projeções indicam que o calor extremo provocado pelo fenômeno pode causar aproximadamente 451 mil mortes adicionais entre junho de 2026 e fevereiro de 2027.

Também são esperados 44% mais dias de calor intenso do que em um ano normal, com temperaturas próximas das previstas apenas para as próximas duas décadas.

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