Nesta terça-feira (19), um fato curioso desprendeu a atenção de visitantes e funcionários do Parque Mini Mundo, localizado em Gramado. Composto por cenários reduzidos, o local foi invadido por um gambá, que não perdeu a oportunidade de transitar pela cidade em miniatura. Apesar do susto, o animal foi realocado para seu habitat natural sem nenhum ferimento.
Tal como na cena história do filme King Kong, em que o gorila surge em cima de uma prédio, o gambá tornou-se gigante em meio à maquete que replica várias regiões do planeta. Conhecido por transitar nas redondezas entorno do parque temático, foi a primeira vez que o marsupial invadiu o espaço tomado por turistas de todos os lugares.

Diante do cenário nada comum, funcionários gravaram o momento e compartilharam em suas redes sociais, gerando uma enxurrada de comentários. Por ser um animal noturno, o gambá não apresentou riscos à integridade das pessoas presentes no Mini Mundo. No entanto, a Coordenadora Comercial, Ana De Marchi, esclareceu que a visita foi notória devido a proximidade do parque com florestas.
Com a situação contornada, a atração voltou a operar sem mais intercorrências, mostrando réplicas fiéis de obras de várias partes do mundo. De modo geral, as construções são ricas em detalhes, colocando em evidência mini-habitantes transitando por uma cidade reduzida 24 vezes que o mundo real.
O animal traz perigo ao ser humano?
Apesar de não costumar atacar seres humanos, o gambá carrega consigo fatores que podem comprometer o bem-estar das pessoas. Por viverem livremente em áreas de matagais, são transmissores de doenças. Porém, são importantes para o ecossistema, já que auxiliam no controle de pragas como carrapatos e escorpiões.
“Os gambás são suscetíveis à raiva e podem potencialmente adquirir de morcegos (…) A elucidação desta possibilidade ocorreu através de vigilância integrada envolvendo equipes motivadas de campo e de laboratório. As nossas descobertas destacam a necessidade de vigilância contínua da vida selvagem para esclarecer a dinâmica das doenças zoonóticas e prevenir a sua ocorrência em humanos e animais domésticos”, informou à Fapesp o professor José Luiz Catão Dias.





