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Aquele prato de vidro marrom que sua mãe não joga fora está valendo uma fortuna na internet

Por Iara Alencar
29/07/2025
Aquele prato de vidro marrom que sua mãe não joga fora está valendo uma fortuna na internet

Créditos: Reprodução/Internet

Considerado uma das maiores representantes da cozinha brasileira, o prato marrom da Duralex carrega consigo histórias, memórias afetivas e até valor de mercado. Atravessando gerações por sua resistência, o artefato teve sua produção descontinuada, virando relíquia para colecionadores. Isso mesmo que você entendeu. O item pode te render valores astronômicos no futuro.

Fazendo parte da infância de muitos brasileiros, o prato em questão comportou refeições familiares, merendas escolares e até mesmo receitinhas de vó. O problema é que a empresa optou por encerrar a fabricação do lendário item de cozinha, causando uma avalanche da procura no mercado e em sites de colecionadores.

Para se ter uma noção do quanto o prato marrom é valioso para algumas pessoas, sites de vendas on-line estão recebendo ofertas que ultrapassam R$ 300 em uma unidade. Além da disponibilidade no Brasil ter se tornado cada vez mais escassa, a relíquia agrega à nostalgia, motivando a alta procura devido ao estereotipo retrô.

Aos jovens que não tiveram o privilégio de efetuar as refeições no icônico prato, a Duralex revolucionou o mercado ao inventar na França, em 1945, o item com vidro temperado. Por se tratar de um objeto de grande durabilidade, os criadora batizaram de “Dura lex, sed lex” (“A lei é dura, mas é a lei”). Diante de tamanha resistência, se destacou por aceitar choques térmicos e grandes impactos.

Mas afinal, o que torna o prato diferenciado dos demais?

  • Os produtos Duralex chegaram ao Brasil entre os anos 60 e 70 e fizeram muito sucesso;
  • O modelo âmbar/marrom se popularizou especialmente nas décadas de 1980 e 1990, se tornando sinônimo de louça de uso diário;
  • Era comum ver copos, pratos rasos, fundos e tigelas marrons em praticamente todas as casas;
  • Era resistente, barato e durava décadas;
  • Estava presente nas merendas escolares, nas refeições em família, nas casas das avós;
  • Hoje é símbolo de afetividade, design retrô e durabilidade.
Iara Alencar

Iara Alencar

Formada em Comunicação Social (Jornalismo) por intermédio da Universidade Federal de Alagoas.

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