Diante dos 60 anos da fundação do Banco Central, a entidade financeira irá promover o lançamento de moedas comemorativas nos próximos dias. A notícia foi entregue pela instituição nesta sexta-feira (25), apresentando tiragem com 23.180 unidades, no valor da face de R$ 1,00.
Na frente da moeda, estará destacado o selo comemorativo do sexagésimo aniversário do Banco Central, acompanhado da marca da autoridade monetária e de linhas diagonais. Em contrapartida, no verso do anel dourado, é possível ver a legenda “Banco Central do Brasil” e “1965-2025”, fazendo jus ao ano da fundação do banco e ao momento atual.
“A produção da moeda comemorativa foi aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em abril deste ano. Foram cunhadas 23.168.000 unidades, que poderão ser usadas normalmente para fazer compras e realizar transações, assim como as demais moedas em circulação no Brasil”, escreveu a instituição ao revelar a nova façanha.
Confira as características da moeda:
- Denominação: 1 real
- Material: Aço inoxidável (núcleo) e aço carbono revestido em bronze (anel)
- Diâmetro: 27mm
- Peso: 7g
- Bordo: Serrilha intermitente
Banco Central alerta sobre vazamento de dados
Nesta quarta-feira (23), o Banco Central ligou o sinal de alerta de muitos brasileiros. Em comunicado, a entidade confirmou que acessos indevidos a dados vinculados a chaves Pix no Sisbajud (Sistema de Busca de Ativos do Poder Judiciário) foram realizados. A título de curiosidade, esse foi o 21º episódio reportado por falhas informacionais da ferramenta de pagamentos.
“O BC informa que foram adotadas as ações necessárias para a apuração detalhada do caso. Mesmo não sendo exigido pela legislação vigente, por conta do baixo impacto potencial para os usuários, o BC decidiu comunicar o evento à sociedade, à vista do compromisso com a transparência que rege sua atuação”, diz a autarquia em seu site.
Para se ter uma noção do alarde, 1.002.583 dados foram vazados desde a implantação do Pix no Brasil, mas o banco confirmou que nenhuma informação acerca do sigilo bancário, como senhas, movimentações financeiras ou saldos em contas foram subtraídos pelos criminosos. “O CNJ não se utiliza de qualquer meio de comunicação aos afetados, como mensagens, SMS, e-mail ou chamadas telefônicas”, pontuou a entidade.





