Cientificamente, a Terra apresenta aproximadamente 4,5 bilhões de anos, mas permanece em constante adaptação biológica. Embora o planeta tenha passado por cinco grandes processos de extinção em massa, especialistas ligam o sinal de alerta e confirmam que uma sexta etapa já está em vigência, mas ocorre de forma silenciosa.
De acordo com os estudiosos, esse novo processo de eliminação de espécies está diretamente ligado à ação humana degradante em meio à biodiversidade. Para uma melhor compreensão, as avaliações que datam desde o ano de 1500 comprovam que centenas de espécies já desapareceram completamente do planeta. O problema é que a aceleração das mudanças ambientais tende a expandir o quantitativo.

Na atualidade, a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) é o principal instrumento global de monitoramento da biodiversidade. No presente cenário, aproximadamente 48.600 espécies estão oficialmente ameaçadas de extinção. Isso significa que cerca de 28% de todos os seres da Terra podem desaparecer por completo.
Quando a extinção ocorre?
Nos moldes científicos, uma espécie passa a ser enquadrada como extinta após avaliação minuciosa, comprovando a falta de registros públicos na natureza por algumas décadas. Porém, é válido destacar que existem dois tipos de extinção. A completa ocorre quando nenhum indivíduo vivo é conhecido, e a natural diz respeito a quando o animal só existe em zoológicos ou programas de conservação.
Apesar de o movimento ser raro, é possível que uma espécie extinta volte a reaparecer. Esse processo é conhecido como “desextinção natural”, já que o aparecimento é inesperado. Em contrapartida, os estudiosos estão tentando, por intermédio da engenharia genética, replicar o genoma de espécies extintas, recriando organismos o mais próximo possível dos originais.





