No último domingo (22), a diretoria do Vasco da Gama oficializou a demissão do técnico Fernando Diniz, após a derrota por 1 a 0 para o Fluminense, na partida de ida da semifinal do Campeonato Carioca. Projetando um sucessor à altura, o Gigante da Colina colocou em seu radar nomes prestigiados como Renato Gaúcho e Marcelo Gallardo.
Sem clube desde setembro de 2025, quando deixou o comando do Fluminense, Gaúcho mantém cautela diante das propostas depositadas em sua mesa. Para iniciar os trabalhos, o veterano deseja receber salário mensal de R$ 1,5 milhão. Apesar de o valor ser contestado por alguns torcedores, são irrelevantes quando comparados à pedida de Marcelo.
Após comunicar à diretoria do River Plate que encerrará seu ciclo após a 7ª rodada do Campeonato Argentino, nesta quinta-feira (27), Gallardo voltou a ser sondado pelo cruzmaltino. O problema é que o experiente treinador não facilita as investidas. Isso porque sua pedida salarial gira em torno de R$ 3 milhões por mês, quantia similar ao que o Palmeiras paga a Abel Ferreira.
Os valores assustam a diretoria do clube carioca, mas o entendimento é de que o plantel precisa de um nome com bagagem extensiva para melhorar o rendimento dentro das quatro linhas. Além do mata-mata do estadual, o Vasco da Gama tem pela frente as disputas do Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil e Sul-Americana.
Campeão da Libertadores com o rival entra no radar
Enquanto Renato Gaúcho e Marcelo Gallardo fazem parte da lista de análises do time carioca, um outro nome é visto como Plano A. Trata-se de Artur Jorge, treinador que ergueu os títulos da Libertadores da América e do Brasileirão sob o comando do Botafogo, em 2024. Atualmente, no Al-Rayyan (Catar), o português é bem avaliado internamente.
Porém, a situação de Artur é ainda mais delicada quando comparada à de Gaúcho e Gallardo. Em suma, além de receber salário acima de R$ 5 milhões no clube asiático, o português tem multa rescisória estabelecida em cerca de R$ 30 milhões. Assim, o interesse do Gigante da Colina pode esbarrar nas pedidas dos empresários e da diretoria do Al-Rayyan.





