Embora ainda esteja em processo de desenvolvimento econômico e social, o Brasil corresponde a um dos países mais ricos em termos de recursos naturais. Diante dos entraves políticos, outrora evidenciados com os Estados Unidos, o Governo Federal ligou o sinal de alerta. Isso porque uma nova forma de produzir combustível pode atrair investidores e causar novos descontentamentos.
Após bombardear a Venezuela e capturar o presidente Nicolás Maduro, as autoridades estadunidenses tomaram posse das reservas de petróleo do país sul-americano. Apesar de não temer a violação do direito internacional, o Brasil entende que as novas descobertas em seu solo podem causar curiosidade, especialmente após o Mato Grosso assumir um certo protagonismo.

A título de curiosidade, o estado do Centro-Oeste brasileiro encabeça a produção de etanol de milho no país. Diante dos avanços dos pesquisadores e dos resultados favoráveis, a federação estima uma produção de 6,3 bilhões de litros nos próximos anos. Para uma melhor compreensão, o estado coloca o Brasil como concorrente direto dos Estados Unidos, que atualmente é o maior produtor global de biocombustíveis.
Impulsionando a produção do combustível, Mato Grosso aumentou as pesquisas, fator que culminou na construção da maior refinaria de etanol de milho da América Latina. Como resultado do empenho das autoridades e empresários, a economia local tem sido impulsionada de forma escalonada, gerando ainda empregos diretos e indiretos.
Como o prestígio nacional foi alcançado?
Para que o prestígio nacional no tocante ao combustível fosse celebrado, o estado precisou dinamizar seus feitos em meio à produção de milho no Brasil. Atualmente, Mato Grosso garante presença entre os maiores fornecedores do cereal do país. Nesse ínterim, o setor de etanol passou a ser sustentado por uma rede integrada de usinas.
Em resumo, o sistema em questão permite uma maior dinâmica e sustentabilidade, com o milho armazenado de forma orquestrada para otimizar o planejamento de longo prazo das usinas. Além do etanol, a produção acarreta coprodutos importantes, como óleo e bioeletricidade, aumentando a eficiência econômica e energética do processo.





