Apesar de ter adquirido tamanho prestígio dentro das pistas automobilísticas, Felipe Massa decidiu aumentar sua fortuna ao tornar-se sócio da marca de alimentação saudável Oakberry. O brasileiro se juntou à empreitada ao lado do fundador e CEO da companhia, Georgios Frangulis, e a outros sócios como José Carlos Semenzato, Renato Haidar e o tenista Bruno Soares.
Fundada em 2016, a empresa conseguiu se firmar no mercado com mais de 700 unidades espalhadas pelo mundo. Para se ter uma noção da escolha feita pelo ex-piloto de Fórmula 1, a Oakberry atua em países de renome como Estados Unidos, China, Espanha, Austrália, Portugal, Emirados Árabes, Arábia Saudita, Peru, Qatar e outros.

“Acompanho o Georgios e a Oakberry há alguns anos e me identifico demais com o propósito da marca, principalmente pelo forte vínculo com o esporte. Além de ter um prazer enorme em me conectar a uma empresa brasileira que está fazendo sucesso também ao redor do mundo, quero contribuir ainda mais com essa expansão e consolidação no mercado externo”, explicou Massa.
A parceria assinada colocou o brasileiro como integrante do rol de pilotos da OAK Racing Team, equipe e agência da Oakberry dedicada ao automobilismo. Sobretudo, a imersão de Felipe colaborou para ampliar ainda mais a visibilidade da marca no cenário comercial, assim como comemorou o diretor executivo da companhia.
“Felipe é um dos maiores nomes do automobilismo brasileiro e sua chegada deixa ainda mais claro o vínculo de Oakberry com o esporte. Além disso, a entrada dele para o time de sócios também ajudará a nos conectar ainda mais com o mercado nacional e internacional, principalmente asiático e europeu, nos quais o Felipe tem grande reconhecimento”, disse em nota Georgios Frangulis.
Felipe Massa e a briga por reconhecimento
Com o objetivo de conseguir o reconhecimento do título mundial de Fórmula 1 de 2008, Felipe Massa pode estar mais próximo de conquistar a façanha. A Superior Corte de Justiça de Londres marcou as datas das primeiras audiências da ação movida pelo brasileiro. A princípio, as sessões vão acontecer entre os dias 28 e 31 de outubro deste ano.
A título de compreensão, o ex-piloto abriu uma ação contra a Federação Internacional de Automobilismo (FIA), a Fórmula 1 e Bernie Ecclestone. Em suma, o caso está ligado ao escândalo conhecido como crashgate, quando, no GP de Singapura de 2008, Nelsinho Piquet bateu de propósito, sob ordens da Renault, para favorecer o companheiro Fernando Alonso, que venceu a corrida.
Naquele momento, Felipe liderava, mas foi prejudicado pela entrada do safety car e terminou fora da zona de pontuação. Por consequência da ação do compatriota, no fim da temporada, Massa perdeu o título para Lewis Hamilton por apenas um ponto, em Interlagos. O detalhe intrigante é que a fraude somente veio à tona em 2009, quando os Piquets revelaram o esquema.




