As empresas internacionais têm intensificado os investimentos no Brasil, principalmente devido ao seu vasto mercado consumidor, abundância de recursos naturais e oportunidades de ascensão. Diante desse cenário, a H&M (Hennes & Mauritz), uma gigante varejista sueca de moda fast fashion, inaugurou sua sétima unidade em solo brasileiro.
A última loja abriu as portas nesta quinta-feira (14), no Iguatemi, em Porto Alegre. Aproveitando a curiosidade coletiva, a empresa, estabelecida em uma área de 1,8 mil metros quadrados, estreou suas operações com vale-compra de até R$ 500 para os clientes. Ainda que a inauguração tenha ocorrido durante o dia, não há como prever até quando as bonificações seguirão disponíveis.

Por outro lado, a H&M promete promoções de até 30% até domingo (17). Os três primeiros clientes da unidade gaúcha ganharam vales de R$ 200 a R$ 500, enquanto outras 200 pessoas receberam bônus de R$ 100 para compras. A unidade em questão contempla roupa para mulheres, homens e crianças, empregando 70 funcionários, que trabalharão em escala 5×2.
“Estamos muito felizes em chegar a Porto Alegre e inaugurar nossa primeira operação na região Sul do Brasil, marcando um passo importante na expansão da H&M no país. A cidade tem uma forte conexão com moda, comportamento e cultura, além de um público atento a tendências e que valoriza experiência de marca”, afirmou o executivo (“country manager”) da varejista no Brasil, Joaquim Pereira.
Prestígio da marca
Fundada na Suécia em 1947, a H&M, inicialmente, foi chamada Hennes (“dela” em sueco) e estava focada apenas em moda feminina. Posteriormente, com a expansão da marca, tornou-se Hennes & Mauritz em 1968, depois de adquirir a loja de caça e pesca Mauritz Widforss. Nesse momento, o empreendimento passou a incluir vestuário masculino e infantil.
Atualmente, conta com mais de 4,4 mil lojas espalhadas em 79 nações. A marca abriu a primeira unidade na América Latina em 2012, no México. Em contrapartida, no Brasil, estreou em 2025, com preços competitivos comparáveis a grandes varejistas como a Renner. Segundo a companhia, a expectativa é ultrapassar a marca de 700 colaboradores diretos no país até o fim deste ano.





