Considerado um dos nomes mais imponentes da Fórmula 1, Nelson Piquet faturou três títulos mundiais nas temporadas de 1981, 1983 e 1987. Em meio aos duelos com outros nomes de renome, o brasileiro conseguiu se sobressair, motivo que garantiu mais duas taças. Isso porque a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) reconheceu o bicampeonato de Construtores, em 1986 e 1987, pela Williams.
Soberano à frente do volante, Piquet soube dosar com sabedoria agilidade e agressividade durante as ultrapassagens. Ainda que seu nome esteja cravado na história da elite automobilística, o ex-piloto divide opiniões entre os fãs da modalidade. Mesmo com tamanha qualidade técnica, teve sua carreira marcada por alguns episódios polêmicos e declarações que repercutiram mundialmente.

“Eu estou cagando para o que falam de mim ou não, não leio revistas. Eu gosto de dirigir e é isso. E me divertia. Eu não me preocupo com o que pensam. Me perguntam se acho eu ou Ayrton Senna melhor e eu falo: “Eu estou vivo”. O que é melhor que isso? Eu não me importo”, declarou o veterano em entrevista cedida à ESPN.
Nelson Piquet assume vida longe dos holofotes
Atualmente com 73 anos, Nelson Piquet Souto Maior evita estar diante de polêmicas. Com a finalidade de aproveitar a vida com tranquilidade e longe de dores de cabeça, o tricampeão mundial de Fórmula 1 decidiu passar boa parte do tempo em Mampituba, município gaúcho de 3,7 mil habitantes, próximo à Serra Catarinense. A escolha pela região se dá pela oferta do isolamento geográfico e acesso a rios, cachoeiras e mirantes.
Ao contrário do que se espera de um dos maiores nomes do cenário automobilístico, o brasileiro preferiu dar lugar ao “anonimato”. Mesmo com patrimônio astronômico acumulado durante a carreira, Nelson deu espaço para que as origens humildes valorizassem as funcionalidades sobre as aparências de aproveitar momentos com sua família.




