Para os brasileiros que sempre priorizam adquirir roupas e produtos mais baratos, o Paraguai tornou-se uma espécie de “turismo consumista”. No entanto, o cenário foi novamente projetado, deixando a Ciudad del Este em segundo plano no comércio. Isso porque os free shops do Uruguai, especialmente em cidades como Rivera e Rio Branco, apresentaram preços mais acessíveis.
Outrora imersa apenas por poucos brasileiros por sua popularidade discreta, o Uruguai tem aumentado a econômica local com vendas para brasileiros. Em resumo, adquirir eletrônicos, perfumes e bebidas mais em conta elevou o entrosamento entre as nações. Ao contrário do Paraguai, o país celeste traz consigo qualidade e segurança no comércio.
De modo geral, os produtos paraguaios sempre foram mais baratos, mas apresentavam estigma de baixa qualidade e falsificação. Em contrapartida, as lojas uruguaias se destacam por oferecer mercadorias originais, com nota fiscal e garantia, seguindo regras rígidas de importação e venda.
Dentre as compras realizadas por brasileiros, aquela que mais se destaca é o ar-condicionado, por justamente custar centenas de reais a menos para o mercado brasileiro. Nesse ínterim, se sobressaem ainda as bebidas destiladas, caixas de som, eletrônicos portáteis, perfumes e cosméticos importados. Por sua vez, os free shops oferecem ambientes climatizados, organização no atendimento e variedade de marcas estrangeiras.
Outro detalhe que tem aumentado ainda mais a procurar por compras no Paraguai tem sido o investimento em estrutura turísticas nas cidades fronteiriças. Além dos valores dos produtos acessíveis, o país proporciona bons hotéis, restaurantes e até pacotes de excursão voltados exclusivamente para consumidores brasileiros.
Compras no setor alimentício escala no Brasil
Embora produtos eletrônicos estejam em alta, o Brasil comemorou um outro tipo de consumação no ano de 2025. De acordo com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), a imersão no setor alimentício aumentou em 2,48% no primeiro semestre deste ano em comparação ao mesmo período apresentado no ano passado.
A melhora do cenário reflete no avanço no mercado de trabalho e redução dos preços de itens básicos. Em suma, as compras foram potencializadas pelos estímulos dados pelo Governo Federal, tendo em vista que os três primeiros meses do ano foram marcados pela liberação de R$ 12 bilhões via saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), mais a distribuição dos valores do programa Pé-de-Meia.





