Grande aliado em meio à rotina puxada, o café desprende um sinal de alerta para lidar com horas seguidas de trabalho e estudos. Ainda que consumido por muitas pessoas, a substância tem sido acusada de causar desidratação, mas a ciência mostra outro posicionamento. Isso porque tudo está baseado na quantidade ingerida ao longo do dia.
A título de curiosidade, o café apresenta efeito diurético, mas em leves quantidades. Como base de parâmetro, consumir entre duas a três xícaras diárias não compromete a hidratação, além de contribuir com o equilíbrio de outros líquidos. Em outras palavras, pessoas que ingerem a substância todos os dias acabam adaptando o corpo, de forma que a cafeína não interfere no equilíbrio de líquidos do organismo.

Apesar de servir para a hidratação, é necessário destacar que a substância não substitui a importância da água na rotina. Nesse ínterim, o volume de água no café compensa a perda urinária, além do consumo moderado manter o equilíbrio hídrico. Porém, exceder as três xícaras diárias pode gerar desconfortos como insônia, taquicardia e irritabilidade.
Você sabia que há horário certo para consumir café?
Pesquisas confirmam que o consumo de café após o meio-dia pode afetar significativamente no andamento do bem-estar de seu sono. Nesse ínterim, um grupo de 40 adultos foi avaliado, mostrando que a cafeína prejudica a atividade cerebral à noite mais do que o esperado. Em resumo, foi evidenciado que a substância afeta negativamente o sono, mesmo quando consumida horas antes de dormir.
De acordo com avaliação do pesquisador Thölke, o café não impede que o indivíduo sinta sono, mas o torna mais leve e menos restaurador. “A cafeína atrasa, mas não impede o sono. Então, mesmo que a gente consiga dormir sob seu efeito, o cérebro, e consequentemente o sono, é afetado pela substância. Ela leva a um sono mais superficial”, explicou ao site PsyPost.




