Um dos países reconhecidos como o país mais rico do mundo com um Produto Interno Bruto (PIB) de aproximadamente R$ 162 trilhões, enfrenta um desafio significativo em relação à população sem-teto.
Em 2024, o país registrou 770 mil moradores de rua, o maior número desde o início das medições oficiais. O aumento no número de pessoas sem-teto é atribuído a uma combinação de fatores complexos.
Pessoas em situação de rua
A escassez de moradias acessíveis, a disparidade entre salários e o custo de aluguel, e o fim da assistência federal emergencial após a pandemia são algumas das principais causas. Além disso, a pressão demográfica gerada pelo fluxo de imigrantes em busca de asilo agrava ainda mais a situação, tornando a busca por moradia um desafio para muitas famílias.

Impacto nas Famílias com Crianças
A crise habitacional afeta especialmente as famílias com crianças. Aproximadamente 40% do aumento no número de moradores de rua envolve menores de idade, totalizando cerca de 150 mil crianças sem acesso a moradia em janeiro de 2024. Esse cenário revela a gravidade da situação e a necessidade urgente de políticas eficazes para atender essa população vulnerável.
Em resposta à crise, o Governo Federal dos Estados Unidos, sob a presidência de Donald Trump, implementou medidas que incluem prisões facilitadas para pessoas em situação de rua e reforço de patrulhas em áreas urbanas.
A ordem executiva prioriza subvenções federais para cidades que proíbem acampamentos urbanos e consumo de drogas, além de coletar dados sobre pessoas com deficiência mental. Contudo, especialistas criticam essa abordagem, considerando-a simplista e insuficiente para resolver os problemas estruturais.





