Na última terça-feira (19), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou o reajuste anual nas tarifas da Celesc, com aumento de 12,3% na tarifa de consumidores residentes em Santa Catarina. Em contrapartida, os consumidores de baixa tensão (comércios e pequenas indústrias), o aumento médio será de 12,41%, enquanto os de alta tensão (grandes indústrias) será de 15,8%.
Para se ter uma noção da dor de cabeça que o reajuste trará, a conta de luz de residências vai corresponder a 2,3 vezes mais que a inflação acumulada em um ano, que foi de 5,23%. De acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), os valores serão quase o triplo do acréscimo (4,19%) do ano passado.

Diante das críticas coletivas, a Celesc emitiu nota esclarecendo o motivo do reajuste ter escalonado de forma escandalosa. Segundo a empresa, o novo valor está “abaixo da média nacional e segue acompanhando a inflação”. Por sua vez, afirmou que o aumento dos encargos setoriais são obrigatoriamente repassados aos consumidores, conforme definido por normas do setor elétrico.
Conta de luz tem vilão revelado
Uma das obrigações adultas mais importantes diz respeito a quitação das contas de luz, que muitas das vezes passa a ser um fardo para a população brasileira. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em 2024, o consumo médio por residência foi entre R$ 100 a R$ 200. Mas você sabe qual o maior algoz do aumento dos valores referentes à consumação?
Embora pareçam inofensivos, os aparelhos eletrônicos de pequeno porte são os principais vilões por detrás das contas de luz exageradas. Isso porque, por estarem plugados à tomada (mesmo sem estarem ativamente utilizados), são responsáveis por consumir eletricidade de forma exagerada.
Para as famílias que desejam reduzir os custos, é necessário se atentar ao uso indevido dos aparelhos eletrônicos. Sobretudo, o aumento da energia média dos brasileiros corresponde a 15% do valor do salário mínimo, o que de longe torna-se um problema.





