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Astronautas chineses fazem primeiro churrasco no espaço e gravam vídeo

Em vídeo publicado pelo canal de televisão estatal CCTV, os astronautas assam asas de frango em um forno elétrico

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Astronautas chineses fizeram o primeiro churrasco no espaço na terça-feira, 4, para recepcionar compatriotas que chegavam na Estação Espacial Chinesa, nomeada Tiangong ("Palácio Celestial", em português).

Em vídeo publicado pelo canal de televisão estatal CCTV, os astronautas assam asas de frango em um forno elétrico, com as peças de carne flutuando pela ausência de gravidade.

"No momento em que as asinhas entraram no forno, todos aqui ficaram cheios de ansiedade", resume o astronauta Zhang Hongzhang.

"Comida gourmet aqui!", diz Wu Fei ao tirar o frango do forno. Na sequência, as imagens mostram os homens comendo o frango, com um pedaço para cada um.

"Como podem ter um gosto tão bom?", delicia-se Chen Zhongrui. O vídeo também mostra que bifes de carne bovina foram assados.

O churrasco contou com a participação das equipes das missões Shenzhou-20 e dos recém-chegados da Shenzhou-21. O forno utilizado precisou passar por adaptações para funcionar corretamente no espaço.

O jornal chinês Global Times relembrou um teste de um protótipo de forno na Estação Espacial Internacional em 2020.

Na ocasião, os astronautas assaram cinco biscoitos de chocolate em órbita em um experimento inédito, mas descobriram que precisavam de muito mais tempo para ficarem prontos, 130 minutos.

A estação espacial chinesa está totalmente operacional desde o fim de 2022.

Construída com tecnologia do país asiático, ela também abriga pesquisas científicas de outros países e, no momento, conta com seis astronautas na tripulação a bordo. No entanto, os integrantes da missão Shenzhou-20 devem retornar à Terra em breve.
 

guerra do petróleo

Israel anuncia que ministro da Inteligência do Irã foi morto

A morte de Khatib ocorre um dia após Israel ter matado o alto funcionário de segurança iraniano Ali Larijani e o chefe da força paramilitar Basij

18/03/2026 07h09

Esmail Khatib, que teria sido morto por Israel, era apontado como um dos respsonsáveis pela repressão interna no Irã nos últimos anos

Esmail Khatib, que teria sido morto por Israel, era apontado como um dos respsonsáveis pela repressão interna no Irã nos últimos anos

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O ministro da Defesa de Israel afirmou nesta quarta-feira (18) que o exército israelense matou o ministro da Inteligência do Irã, Esmail Khatib.

Israel Katz anunciou a morte de Khatib e disse que "surpresas significativas são esperadas ao longo deste dia em todas as frentes", sem dar mais detalhes.

A morte de Khatib ocorre um dia após Israel ter matado o alto funcionário de segurança iraniano Ali Larijani e o chefe da força paramilitar Basij, composta por voluntários da Guarda Revolucionária.

O Departamento do Tesouro dos EUA havia sancionado Khatib em 2022, devido ao Ministério da Inteligência "envolver-se em atividades cibernéticas contra os Estados Unidos e seus aliados"

Khatib "dirige várias redes de agentes de ameaças cibernéticas envolvidos em espionagem cibernética e ataques de ransomware em apoio aos objetivos políticos do Irã", disse o Tesouro na época

O Tesouro também chamou o Ministério da Inteligência do Irã, em outra rodada de sanções, de "um dos principais serviços de segurança do governo iraniano, responsável por graves abusos dos direitos humanos".

"Sob sua liderança, o (Ministério da Inteligência) reprimiu um grande número de defensores dos direitos humanos, ativistas dos direitos das mulheres, jornalistas, cineastas e membros de grupos religiosos minoritários", afirmou.

O Ministério da Inteligência "também perseguiu agressivamente indivíduos que relatam abusos e violações dos direitos humanos no Irã, bem como suas famílias, e submeteu detidos à tortura em centros de detenção secretos durante seu mandato", segundo o Tesouro americano.
 

cinema

"O Agente Secreto" é superado nas 4 categorias e fica sem Oscar

Nas redes sociais, cinéfilos e torcedores reagiram com ironias e até revoltas após as derrotas

16/03/2026 07h15

Wagner Moura disputava o prêmio de melhor ator, mas o vencedor foi Maichal B. Jordan, de

Wagner Moura disputava o prêmio de melhor ator, mas o vencedor foi Maichal B. Jordan, de "Pecadores"

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Não deu Brasil no Oscar deste ano. "O Agente Secreto" foi superado nas quatro categorias que disputava —melhor filme, direção de elenco, filme internacional e ator, com Wagner Moura. 

O baiano perdeu para o americano Michael B. Jordan, de "Pecadores", que agradeceu a artistas negros mais experientes que ele. A estatueta principal da premiação, de melhor filme, foi entregue a "Uma Batalha Após a Outra", de Paul Thomas Anderson, obra que saiu com seis troféus ao todo. 

Em filme internacional, o brasileiro foi preterido pelo norueguês "Valor Sentimental", de Joachim Trier. Gabriel Domingues, responsável pela direção de elenco de "O Agente Secreto", foi vencido por Cassandra Kulukundis, de "Uma Batalha Após a Outra".

No ano passado, o longa nacional "Ainda Estou Aqui" venceu a categoria de filme internacional. A atriz Fernanda Torres foi superada por Mikey Madison em melhor atriz.

REAÇÕES

Nas redes sociais, cinéfilos e torcedores brasileiros se revoltaram com a Academia. Entre xingamentos, piadas e provocações, a torcida nacional lamentou a derrota do longa de Kleber Mendonça Filho na premiação e aproveitou para alfinetar o rival norueguês Valor Sentimental, que venceu na categoria de Melhor Filme Internacional.

Apesar da tristeza, a vitória de Valor Sentimental não foi uma grande surpresa. A obra de Joachim Trier era considerada a grande favorita ao prêmio de Melhor Filme Internacional. Com nove indicações ao Oscar, o longa europeu foi, ao lado de Frankenstein e Marty Supreme, o terceiro filme mais indicado em 2026.

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