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Chefe da OMS supervisionará evacuação de passageiros e tripulação do cruzeiro com hantavírus

Três pessoas morreram desde o início do surto e cinco passageiros que saíram do barco estão infectados com hantavírus

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O diretor da Organização Mundial da Saúde deixou a capital da Espanha hoje para supervisionar a evacuação de mais de 140 passageiros e tripulantes de um cruzeiro afetado por hantavírus nas Ilhas Canárias, em Tenerife.

"Vamos supervisionar o desembarque seguro dos passageiros, dos membros da tripulação e dos peritos sanitários", disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, da OMS.

Espera-se que o MV Hondius, de bandeira holandesa, chegue à ilha na madrugada de domingo. Tedros afirmou que, por enquanto, ninguém a bordo do cruzeiro apresentava sintomas do hantavírus.

"A OMS continuará monitorando ativamente a situação, coordenando o apoio e os próximos passos, e manterá informações sobre os Estados-membros e a população a respeito. Por enquanto, o risco para a população das Ilhas Canárias e o nível mundial será baixo", publicou a organização no X.

Três pessoas morreram desde o início do surto, e cinco passageiros que saíram do barco estão infectados com hantavírus. Tanto os Estados Unidos quanto o Reino Unido enviaram aviões para evacuar seus cidadãos do cruzeiro.

A responsável pelos serviços de emergência da Espanha, Virginia Barcones, explicou que os passageiros serão transferidos para uma zona completamente isolada assim que desembarcarem.

O governo holandês trabalha com as autoridades espanholas e com a navegação para organizar a repatriação dos passageiros e tripulantes do País o mais cedo possível após a chegada a Tenerife, dependendo do seu estado de saúde e das recomendações do Centro Europeu para a Prevenção e o Controle de Enfermidades.

Aqueles que não apresentam sintomas permanecerão em quarentena domiciliar durante seis semanas e serão vigiados pelos serviços sanitários locais.

Como o barco tem bandeira neerlandesa, a Holanda tem ajudado a alojar temporariamente pessoas de outras nacionalidades e vigiá-las em quarentena.

 

estiagem e calor

Avançam projeções de El Niño mais servero neste ano

Segundo o jornal The Washington Post, existe um risco real para a formação do mais forte El Niño em mais de um século

25/04/2026 22h00

Caso se confirmem as previsões, parte sul do Brasil tende a sofrer com fortes ondas de estiagem e calor no fim de 2026 e início de 2027

Caso se confirmem as previsões, parte sul do Brasil tende a sofrer com fortes ondas de estiagem e calor no fim de 2026 e início de 2027

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A Organização Meteorológica Mundial (OMM, agência da Organização das Nações Unidas) reiterou na semana passada que "os modelos climáticos apontam claramente na mesma direção e preveem, com um nível de confiança elevado, a instauração de um episódio de El Niño, que ganhará mais força nos próximos meses".

De acordo com o professor de ciências atmosféricas Paul Roundy, da Universidade Estadual de Nova York, em Albany, em entrevista ao jornal The Washington Post, existe um risco real para a formação do mais forte El Niño em mais de um século, por conta de um fenômeno excepcionalmente intenso entre o fim de 2026 e o início de 2027.

O novo fenômeno pode quebrar o recorde do El Niño de 2015, quando a temperatura do Pacífico alcançou 2,8ºC acima da média. Se o cenário se confirmar, os efeitos poderão ser sentidos em escala global. Entre os impactos previstos estão secas severas em partes da América Central, da África Central, da Austrália, da Indonésia e das Filipinas.

No Brasil, as principais consquências tendem a ser registradas principalmente nos três estados do sul, com estiagens severas. Porém, altas temperaturas também tendem a ocorrer no restante do território brasileiro. 

IMBRÓGLIO

Bloqueio de portos pelos EUA é ato de guerra que viola cessar-fogo, diz ministro iraniano

Mais cedo, os EUA informou que, desde o início do bloqueio, 28 embarcações que saíam ou chegavam a portos iranianos foram obrigadas a dar meia-volta ou retornar ao local de partida

21/04/2026 23h00

Petróleo é um peça-chave nas negociações diplomáticas entre EUA e Irã

Petróleo é um peça-chave nas negociações diplomáticas entre EUA e Irã Foto: Divulgação

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O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou nesta terça-feira, 21, que o bloqueio de navios que saem e entram em portos do país por parte dos Estados Unidos é "um ato de guerra", que viola o cessar-fogo acordado entre as duas partes desde o último dia 7.

"Bloquear portos iranianos é um ato de guerra e, portanto, uma violação do cessar-fogo. Atacar um navio comercial e fazer sua tripulação refém é uma violação ainda maior", afirmou o chanceler em postagem no X, referindo-se ao episódio recente, no qual a Marinha americana interceptou e atacou um navio cargueiro de bandeira iraniana que tentou furar o bloqueio.

Mais cedo, o Comando Central da Marinha dos EUA informou que, desde o início do bloqueio, no último dia 13, 28 embarcações que saíam ou chegavam a portos iranianos foram obrigadas a dar meia-volta ou retornar ao local de partida.

Tesouro dos EUA sanciona alvos ligados ao Irã

O Departamento de Tesouro dos EUA informou há pouco que está sancionando 14 alvos que estariam ajudando o Irã a obter armas, em meio aos esforços de "esgotar os estoques de mísseis balísticos" de Teerã.

Em publicação no X, o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, afirmou que o departamento "continuará a seguir o dinheiro e a atingir a imprudência do regime iraniano e aqueles que a possibilitam" e defendeu que o país persa "deve ser responsabilizado por sua extorsão dos mercados globais de energia".

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