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Luto

Eternizado como Chandler da série 'Friends', Morre o ator Matthew Perry

Aos 54 anos, as primeiras informações são de que ele teria se afogado

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 Morreu neste sábado, 28, o ator Matthew Perry, famoso por interpretar Chandler no seriado "Friends", disse o portal TMZ. A causa foi afogamento, segundo fontes da polícia americana ouvidas pelo site. O corpo do ator teria sido encontrado na banheira de hidromassagem da sua casa em Los Angeles, nos Estados Unidos. Perry tinha 54 anos.

Não havia drogas no recinto, afirmaram as fontes do portal. Também foi dito que não teria havido crime.
"Friends", série em que ele atuou como um dos protagonistas, foi seu maior sucesso. Seu currículo tem ainda os filmes "Meu Vizinho Mafioso" e "E Agora, Meu Amor?". Perry colecionou papéis em comédias.

No livro "Amigos, Amores e Aquela Coisa Terrível", lançado no início deste ano, o ator narra os detalhes dos problemas que teve com dependência química durante as gravações de "Friends".

Para gravar a sétima temporada do seriado, por exemplo, o ator tomava 55 comprimidos de vicodin, um analgésico à base de opioides em que era viciado. Ele teve problemas também com outras substâncias, como o álcool, que começou a consumir com frequência aos 18 anos.

Perry saiu de uma clínica de reabilitação, acompanhado por um funcionário, só para gravar a cena do casamento do seu personagem com a Monica de Courtney Cox. Depois, voltou à clínica.

O episódio teria enfurecido a atriz Jennifer Aniston, intérprete de Rachel, outra dos seis protagonistas. "Estou muito irritada com você", ela disse para o ator, que respondeu "querida, se você soubesse pelo que eu passei, não ficaria irritada".

VIDA

Nascido em Williamstown, no estado de Massachusetts, Perry tinha pai ator e mãe jornalista. Após a separação dos dois, ele se mudou com a mãe para o Canadá, ainda na infância.
Conforme crescia, virou jogador de tênis. Foi só ao se mudar para Los Angeles, onde morou com o pai, que começou a se interessar por atuação.

Seu primeiro trabalho nas telas foi no seriado "240-Robert", lançado em 1979. Depois, atuou em séries como a sitcom "Charles in Charge" e "Barrados no Baile". No cinema, se uniu ao ator River Phoenix no filme "Uma Noite na Vida de Jimmy Reardon", de 1988.

Mas a sua vida estava prestes a mudar. Em 1994, ele estrearia a primeira temporada de "Friends", que o transformou numa das estrelas mais paparicadas daquela década.

Em 1997, Perry sofreu um acidente de jet ski. Foi durante a recuperação que ele se viciou em vicodin. Na sua autobiografia, ele conta ter fingido fortes dores de cabeça para os médicos lhe darem novas receitas do analgésico.

Perry teve dificuldade em fazer sua carreira decolar após "Friends".O ator gravou as séries "Studio 60 on the Sunset Strip", de 2006, e Mr. Sunshine", criada e protagonizada por ele, exibida em 2010. Nenhuma fez barulho.

O ano de 2018 foi difícil para Perry. Por causa dos seus vícios, o ator teve pneumonia e uma ruptura do cólon, o que o levou a ficar duas semanas em coma, e nove meses usando uma bolsa de colostomia. Precisou ainda fazer 14 cirurgias de estômago. À época, antes do coma, os médicos disseram que ele só tinha 2% de chance de sobreviver.

Aos 49, Perry constatou ter passado mais da metade de sua vida em clínicas de tratamento e reabilitação.
O seu livro surgiu, aliás, após uma internação num hospital de Los Angeles. Perry começou a digitar textos sobre a história de sua vida em um aplicativo de anotações de seu celular. Ele trabalhava no texto por cerca de duas horas ao dia.

Três anos depois, em 2021, Perry e seus ex-colegas de elenco de "Friends" se reuniram para gravar um especial da série. Os seis se sentaram no cenário em que ficaram eternizados entre os anos 1994 e 2004, 17 anos mais velhos, para relembrar os velhos momentos. Lançado em plena pandemia de coronavírus, o programa foi recebido com entusiasmo pelos fãs mais nostálgicos da produção.

Perry anunciou que estava noivo da agente literária Molly Hurwitz em novembro de 2020, mas o relacionamento terminou sete meses depois. À revista People, o ator disse que "às vezes as coisas simplesmente não funcionam e esta é uma delas". Perry não teve filhos.

APOIO

EUA anunciam mais US$ 11 milhões em ajuda à Colômbia após terremoto

Os recursos serão destinados a apoio em alimentação, saúde, proteção e abrigo

15/08/2026 19h00

Terremoto na Colômbia deixa 294 mortos e 320 desaparecidos

Terremoto na Colômbia deixa 294 mortos e 320 desaparecidos Reprodução

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O governo dos Estados Unidos anunciou ontem, 14, um apoio adicional à Colômbia após o terremoto de magnitude 7,4 que atingiu o oeste do país sul-americano na segunda-feira, 10. Em uma nota do porta-voz, o Departamento de Estado informou a liberação de mais US$ 11 milhões em assistência humanitária, elevando o total de ajuda americana a US$ 26,5 milhões.

Segundo o texto, os recursos serão destinados a apoio em alimentação, saúde, proteção e abrigo, além de avaliações estruturais pós-terremoto por meio de parceiros como o Catholic Relief Services (CRS), a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, a Organização Internacional para as Migrações (OIM), a Unicef, o Programa Mundial de Alimentos (WFP) e a World Vision.

A nota afirma ainda que o Departamento de Estado vai usar apoio do Comando Sul (Southcom) para transportar suprimentos do armazém de pré-posicionamento em Miami para a Colômbia. O primeiro voo, a partir da Base Aérea de Homestead, na Flórida, chegou hoje ao país. A remessa inclui centenas de kits Starlink, que, segundo o governo americano, devem facilitar comunicações de organizações humanitárias e do governo colombiano.

O Departamento de Estado também informou que, em coordenação com o governo colombiano, ativou e enviou duas equipes técnicas de apoio a busca e resgate urbano (USAR), dos corpos de bombeiros do condado de Fairfax (Virgínia) e do condado de Los Angeles (Califórnia), que chegaram à Colômbia em na quarta-feira, 12.

Por fim, o governo americano orientou cidadãos dos EUA na Colômbia a se registrarem no Smart Traveler Enrollment Program (STEP), serviço para receber atualizações de segurança e facilitar contato com a embaixada em caso de emergência, e informou que mantém um canal de atendimento consular para pessoas afetadas.
 

alerta máximo

Trump diz que protocolo de segurança o fez trocar de avião na Turquia

Serviço secreto retirou o presidente do avião presidencial após suspeita de que ocorreria um atentado orquestrado pelo Irã

12/08/2026 07h20

Rubio, demais integrantes da comitiva e jornalistas seguiram viagem no Force One como se nada estivesse ocorrendo

Rubio, demais integrantes da comitiva e jornalistas seguiram viagem no Force One como se nada estivesse ocorrendo

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou nesta terça-feira (11) que uma ameaça de assassinato o levou a deixar a Turquia após a cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), no mês passado, em uma operação sigilosa que teria envolvido a troca de aeronaves.

"Eu sigo o que o Serviço Secreto e os militares dizem. Eles queriam que eu fosse em um voo diferente, em um avião diferente... Eu faço o que eles dizem... Acho que havia uma ameaça por aí. Eu não perguntei muito sobre isso. Eu recebo muitas ameaças", afirmou Trump a jornalistas, após um evento esportivo em Ohio.

A Casa Branca informou que, na ocasião, Trump embarcou no Air Force One, mas ele teria viajado em outra aeronave militar após uma ameaça do Irã, segundo o jornal New York Post. De acordo com a reportagem, jornalistas e parte da equipe da Casa Branca acreditavam estar no mesmo avião do presidente.

Trump entrou no avião, mas foi retirada por uma porta secundária por meio de um caminhão normalmente utilizado para abastecer aeronaves com alimentos. Ele entrou neste caminhão secretamente, embarcou em outro avião da comitiva e na Inglaterra entrou novamente no avião presidencial e desembarcou como se nada tivesse ocorrido.

Trump acrescentou que enfrenta ameaças que o público nem chega a conhecer. "Qualquer presidente relevante recebe muitas ameaças. Presidentes irrelevantes não são ameaçados e eu acho que talvez eu seja o presidente mais relevante", disse.

O republicano também afirmou que "adoraria" disputar a eleição presidencial de 2028, ao ser questionado sobre a possibilidade, mas ressaltou limitações legais."“A lei é muito rígida. Sou questionado por [todo mundo]... todo mundo quer que eu faça isso mas a lei é muito rígida", declarou.
 

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