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Irã revida ataque conjunto e lança mísseis contra Israel e bases americanas

Segundo a imprensa iraniana, todo o território está sob ataque. O exército israelense fala em "dezenas de alvos militares" atingidos até o momento

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O Irã respondeu com mísseis ao ataque conjunto realizado por Estados Unidos e Israel em seu território na manhã deste sábado, 28. O contra-ataque ocorreu como o país já vinha ameaçando fazer há meses: primeiro lançou uma onda de mísseis e drones contra Israel. Depois, aparentemente, começou a atacar instalações militares americanas no Bahrein, Kuwait e Catar, onde explosões puderam ser ouvidas ao longo da manhã.

A informação do ataque iraniano foi confirmada tanto pela Forças de Defesa de Israel quanto pelo próprio Irã, por meio das agência de notícias estatais Fars e Tasnim. "Neste momento, a Força Aérea Israelense está operando para interceptar ameaças, quando necessário, a fim de eliminá-las", afirmou a organização de Israel nas redes sociais.

O Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã confirmou em comunicado que o país começou a responder aos ataques conjuntos, afirmando que suas forças armadas "iniciaram uma resposta decisiva a esses atos hostis".

O comunicado alertou os iranianos para que evitassem as áreas afetadas pelos ataques e que o governo havia tomado "medidas prévias" para garantir o fornecimento de itens de primeira necessidade.

Escolas e universidades foram obrigadas a fechar, enquanto o comunicado informou que os bancos continuariam funcionando.

Mais cedo, os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã em ação militar conjunta, após semanas de ameaças do presidente americano Donald Trump de lançar um grande ataque contra o país. A expectativa é que a operação se estenda ao longo de vários dias.

Segundo a imprensa iraniana, todo o território está sob ataque. O exército israelense fala em "dezenas de alvos militares" atingidos até o momento.

EMBAIXADOR NO BRASIL

O embaixador do Irã no Brasil, Abdollah Nekounam Ghadiri, criticou neste sábado, 28, o ataque conjunto de Estados Unidos e Israel e afirmou que o país islâmico "levará todos os inimigos ao arrependimento".

Ghadiri também postou na mesma rede social uma declaração do Ministério das Relações Exteriores iraniano sobre o ataque.

"Os Estados Unidos e o regime sionista, na manhã de hoje, às vésperas de Nowruz e no décimo dia do sagrado mês do Ramadã, violando de forma flagrante a integridade territorial e a soberania nacional do Irã, atacaram uma série de alvos e infraestruturas de defesa, bem como instalações civis, em diversas cidades de nosso país", diz o texto.

A seguir, o comunicado afirma que Irã e Estados Unidos estavam "no curso de um processo diplomático".

"Apesar de estarmos cientes das intenções dos Estados Unidos e do regime sionista de perpetrar nova agressão militar, voltamos a participar de negociações a fim de esgotar os argumentos perante a comunidade internacional e todos os países do mundo, para demonstrar a legitimidade do povo iraniano e evidenciar a ilegitimidade de qualquer pretexto para a agressão", afirma.

O ministério diz que o Irã se orgulha de "ter feito tudo o que era necessário para evitar a guerra".

"Agora é tempo de defender a pátria e enfrentar a agressão militar do inimigo", continua. "Assim como estávamos preparados para negociar, estamos ainda mais preparados do que nunca para defender a integridade do Irã. As Forças Armadas da República Islâmica do Irã responderão aos agressores com firmeza."

O ministério diz que os ataques violam Carta das Nações Unidas e configuram clara agressão armada contra o Irã, e que a resposta à ação é direito legal e legítimo do país.

Além disso, cita "grave responsabilidade da Organização das Nações Unidas e de seu Conselho de Segurança de agir imediatamente para enfrentar a violação da paz e da segurança internacionais decorrente da agressão militar".

A ação conjunta acontece após semanas de ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, de lançar um grande ataque contra o país. A expectativa é que a operação se estenda ao longo de vários dias.

Em um vídeo de oito minutos divulgado após o anúncio dos ataques militares ao Irã, Trump alertou que Teerã "deve abaixar as armas ou enfrentar uma morte certa".

Segundo a imprensa iraniana, todo o território está sob ataque. O exército israelense fala em "dezenas de alvos militares" atingidos até o momento. O Irã já deu início à retaliação.

EFEITO TRUMP

EUA e Israel lançam ataque conjunto contra o Irã

Segundo a imprensa iraniana, todo o território está sob ataque e a expectativa é que a operação se estenda ao longo de vários dias

28/02/2026 07h23

Teerã foi palco de, ao menos, três explosões da chamada

Teerã foi palco de, ao menos, três explosões da chamada "Operação Fúria Épica". Residência do aiatolá Ali Khamenei pode ter sido alvo

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Os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã na manhã deste sábado, 28. A ação acontece após semanas de ameaças do presidente Donald Trump de lançar um grande ataque contra o país. A expectativa é que a operação se estenda ao longo de vários dias.

Segundo a imprensa iraniana, todo o território está sob ataque. O exército israelense fala em "dezenas de alvos militares" atingidos até o momento. O Irã já deu início à retaliação.

A capital, Teerã, foi palco de, ao menos, três explosões da chamada "Operação Fúria Épica". Vídeos do momento do início da operação mostram grandes colunas de fumaça subindo no centro da capital. Informações iniciais apontam que o ataque aconteceu próximo à uma das residências do Líder Supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei.

De acordo com autoridades de segurança israelenses, um dos principais objetivos da primeira onda conjunta de ataques ao Irã era atingir o maior número possível de líderes.

Em uma publicação na Truth Social, Trump confirmou o ataque afirmando que o objetivo é "defender o povo americano, eliminando as ameaças iminentes do regime iraniano", formado, segundo ele, por "um grupo perverso de pessoas muito cruéis e terríveis".

"Suas atividades ameaçadoras colocam em risco direto os Estados Unidos, nossas tropas, nossas bases no exterior e nossos aliados em todo o mundo", completou.

Também em vídeo, o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, anunciou que Israel e os Estados Unidos lançaram uma "operação conjunta" contra o que ele chamou de "ameaça existencial" representada pelo Irã.

Segundo ele, o ataque contra o governo iraniano pode "criar as condições para que o corajoso povo iraniano tome as rédeas do seu destino".

Após a investida, Israel e Irã anunciaram o fechamento de seus respectivos espaços aéreos.

O Ministério da Saúde do Irã informou que "ambulâncias foram enviadas para as áreas centrais de Teerã e os hospitais estão em alerta". A número estimado de feridos e as locais exatos atingidos ainda não foram divulgados, completou a pasta.

A informação do ataque foi inicialmente divulgada pelo ministro da Defesa israelense, Israel Katz, que descreveu o ataque como uma ação para "eliminar ameaças", sem fornecer mais detalhes da ação.

Em junho do ano passado, os EUA bombardearam as instalações nucleares do Irã durante uma guerra de 12 dias entre os países do Oriente Médio. (COM AGÊNCIAS INTERNACIONAI)
 

NARCOTRÁFICO

No México, morte de chefe de cartel desencadeia onda de violência

Guadalajara, a capital do Estado de Jalisco e a segunda maior cidade do México, ficou quase completamente paralisada no domingo devido aos protestos

23/02/2026 07h29

Centenas de  veículos foram incendiados em bloqueiros realizados em 20 estados mexicanos

Centenas de veículos foram incendiados em bloqueiros realizados em 20 estados mexicanos

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Uma operação do Exército do México resultou na morte do chefe do cartel Jalisco Nueva Generación, Nemesio Rubén Oseguera Cervantes, conhecido como El Mencho. A organização é conhecida por traficar fentanil, metanfetamina e cocaína para os Estados Unidos.

Cervantes e outros seis membros do cartel foram mortos a tiros em Talapa, no Estado de Jalisco, no domingo, 22. A ofensiva militar contra o grupo, no entanto, desencadeou uma onda de violência que atingiu 20 Estados mexicanos. Por segurança, as aulas foram suspensas nesta segunda-feira, 23, em várias localidades.

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, pediu calma à população e disse que a maioria dos mais de 250 bloqueios de estradas realizados por integrantes do cartel já havia sido desfeita na noite do domingo.

A Casa Branca confirmou que os Estados Unidos forneceram apoio de inteligência à operação para capturar o líder do cartel e aplaudiu o Exército do México por abatê-lo.

Guadalajara, a capital do Estado de Jalisco e a segunda maior cidade do México, ficou quase completamente paralisada no domingo. O aeroporto da cidade operou com pessoal reduzido devido ao surto de violência.

Autoridades em Jalisco, Michoacán e Guanajuato informaram que ao menos outras 14 pessoas morreram no domingo em meio aos distúrbios, incluindo sete membros da Guarda Nacional. Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

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