Mundo

NARCOTRÁFICO

No México, morte de chefe de cartel desencadeia onda de violência

Guadalajara, a capital do Estado de Jalisco e a segunda maior cidade do México, ficou quase completamente paralisada no domingo devido aos protestos

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Uma operação do Exército do México resultou na morte do chefe do cartel Jalisco Nueva Generación, Nemesio Rubén Oseguera Cervantes, conhecido como El Mencho. A organização é conhecida por traficar fentanil, metanfetamina e cocaína para os Estados Unidos.

Cervantes e outros seis membros do cartel foram mortos a tiros em Talapa, no Estado de Jalisco, no domingo, 22. A ofensiva militar contra o grupo, no entanto, desencadeou uma onda de violência que atingiu 20 Estados mexicanos. Por segurança, as aulas foram suspensas nesta segunda-feira, 23, em várias localidades.

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, pediu calma à população e disse que a maioria dos mais de 250 bloqueios de estradas realizados por integrantes do cartel já havia sido desfeita na noite do domingo.

A Casa Branca confirmou que os Estados Unidos forneceram apoio de inteligência à operação para capturar o líder do cartel e aplaudiu o Exército do México por abatê-lo.

Guadalajara, a capital do Estado de Jalisco e a segunda maior cidade do México, ficou quase completamente paralisada no domingo. O aeroporto da cidade operou com pessoal reduzido devido ao surto de violência.

Autoridades em Jalisco, Michoacán e Guanajuato informaram que ao menos outras 14 pessoas morreram no domingo em meio aos distúrbios, incluindo sete membros da Guarda Nacional. Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

DISCUSSÃO

Negociações entre EUA e Irã entram em "fase técnica"

Reunião no Paquistão deve se estender pela noite

11/04/2026 17h30

Petróleo é um peça-chave nas negociações diplomáticas entre EUA e Irã

Petróleo é um peça-chave nas negociações diplomáticas entre EUA e Irã Foto: Divulgação

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As negociações diretas entre EUA e Irã entraram na “fase técnica” e deverão se prolongar por toda a noite em Islamabad, no Paquistão, segundo informações da agência Lusa.

Neste momento, as autoridades dos dois países estão discutindo os detalhes finais de um possível acordo.

De acordo com a agência Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária do Irã, as questões ligadas ao Estreito de Ormuz continuam sendo o maior ponto de divergência entre as duas partes.

O estreito é a passagem por onde trafega 20% da produção mundial de petróleo e está bloqueada pelos iranianos no momento. Trump exige que a região seja reaberta.

O Irã também reivindica o desbloqueio dos ativos do país e uma indenização pelos ataques feitos pelos norte-americanos e israelenses.

Ainda de acordo com a Tasnim, os enviados dos Estados Unidos fazem demandas consideradas excessivas pelos representantes iranianos. Washington ainda não se manifestou sobre o avanço das tratativas.

As delegações dos EUA e do Irã estão reunidas num hotel no Paquistão, desde a manhã deste sábado (11), para negociações pela paz.

Na terça-feira (7), o presidente Donald Trump decretou cessar-fogo para que norte-americanos e iranianos pudessem tentar chegar a um acordo.

mundo

Trump diz que "Cuba é a próxima" em discurso

Ilha sofre embargo energético imposto pelos Estados Unidos

29/03/2026 10h30

Donald Trump - Reprodução Instagram @realdonaldtrump

Donald Trump - Reprodução Instagram @realdonaldtrump

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (28) que "Cuba é a próxima", durante um discurso em um fórum de investimentos em Miami, quando elogiou os sucessos da ação militar dos EUA na Venezuela e no Irã.

Embora o presidente não tenha especificado exatamente o que planeja fazer com a nação insular, ele tem dito com frequência que acredita que o governo de Havana, que enfrenta uma grave crise econômica, está à beira do colapso.

Seu governo iniciou negociações com lideranças de Cuba nas últimas semanas, enquanto o próprio Trump deu a entender que uma ação cinética poderia ser possível.

"Eu construí esse grande exército. Eu disse 'Você nunca terá que usá-lo.' Mas, às vezes, é preciso usá-lo. E, a propósito, Cuba é a próxima", disse Trump na conferência.

Embargo

Cuba sofre um forte embargo por parte do governo dos Estados Unidos. Trump impede que a Venezuela forneça petróleo para a ilha, causando assim uma forte crise energética na ilha. 

Nos últimos meses, o país sofreu uma série de apagões de energia elétrica, deixando mais de 10 milhões de pessoas sem luz. Além de hospitais, escolas e outros lugares.

* Com informações da Reuters

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