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Principal favorito em Miami, Zverev perde jogo adiado pela chuva para Fils e cai nas oitavas

O francês chega pela segunda vez às quartas de um Masters 1000 ao também alcançar a fase em Indian Wells, há duas semanas.

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Arthur Fils ainda busca destaque no tênis mundial. E faz campanha gigante em Miami, onde somou sua maior vitória da carreira nesta quarta-feira, ao eliminar o número 2 do mundo e principal favorito na Flórida, o alemão Alexander Zverev, de virada, parciais de 3/6, 6/3 e 6/4. O francês chega pela segunda vez às quartas de um Masters 1000 ao também alcançar a fase em Indian Wells, há duas semanas.

A sexta vitória do francês diante de um Top 10 do circuito demorou dois dias para se concretizar. O jogo fecharia a rodada de terça-feira, mas acabou adiado após a chuva que castigou a Flórida atrasar toda a jornada.

A vitória desta quarta veio após linda paralela e devolução na rede do alemão. Após receber caloroso abraço do oponente, Fils abriu os braços para agradecer o apoio do público, que o aplaudiu de pé. Desde 2016, com Gael Monfils, que a França não levava um tenista às quartas de Indian Wells e Miami no mesmo ano.

Sem descanso, Fils já volta à quadra nesta quinta-feira para encarar o checo Jakub Mensik, que se quer precisou jogar na terça após o compatriota Tomás Machac desistir do jogo por causa de uma contusão.

O jogo com Zverev começou equilibrado e sem quebras até 4 a 3, quando o alemão não desperdiçou o break point e logo depois sacou para fechar em 6 a 3. Fils, porém, não se intimidou e mostrou forças, abrindo logo 3 a 0 na parcial seguinte. Sem desperdiçar a quebra, levou a definição ao terceiro set anotando também 6 a 3.

Zverev é quem deu pinta de que levaria a vitória quando derrubou o serviço do 18º do mundo e abriu 3 a 1. Era sacar bem e abrir três importantes games de frente. Ocorre que Fils reagiu de maneira gigante, emplacando quatro pontos seguidos, para se colocar em vantagem de 5 a 3. O alemão ainda descontou, mas o triunfo francês veio no primeiro match point.

cinema

"O Agente Secreto" é superado nas 4 categorias e fica sem Oscar

Nas redes sociais, cinéfilos e torcedores reagiram com ironias e até revoltas após as derrotas

16/03/2026 07h15

Wagner Moura disputava o prêmio de melhor ator, mas o vencedor foi Maichal B. Jordan, de

Wagner Moura disputava o prêmio de melhor ator, mas o vencedor foi Maichal B. Jordan, de "Pecadores"

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Não deu Brasil no Oscar deste ano. "O Agente Secreto" foi superado nas quatro categorias que disputava —melhor filme, direção de elenco, filme internacional e ator, com Wagner Moura. 

O baiano perdeu para o americano Michael B. Jordan, de "Pecadores", que agradeceu a artistas negros mais experientes que ele. A estatueta principal da premiação, de melhor filme, foi entregue a "Uma Batalha Após a Outra", de Paul Thomas Anderson, obra que saiu com seis troféus ao todo. 

Em filme internacional, o brasileiro foi preterido pelo norueguês "Valor Sentimental", de Joachim Trier. Gabriel Domingues, responsável pela direção de elenco de "O Agente Secreto", foi vencido por Cassandra Kulukundis, de "Uma Batalha Após a Outra".

No ano passado, o longa nacional "Ainda Estou Aqui" venceu a categoria de filme internacional. A atriz Fernanda Torres foi superada por Mikey Madison em melhor atriz.

REAÇÕES

Nas redes sociais, cinéfilos e torcedores brasileiros se revoltaram com a Academia. Entre xingamentos, piadas e provocações, a torcida nacional lamentou a derrota do longa de Kleber Mendonça Filho na premiação e aproveitou para alfinetar o rival norueguês Valor Sentimental, que venceu na categoria de Melhor Filme Internacional.

Apesar da tristeza, a vitória de Valor Sentimental não foi uma grande surpresa. A obra de Joachim Trier era considerada a grande favorita ao prêmio de Melhor Filme Internacional. Com nove indicações ao Oscar, o longa europeu foi, ao lado de Frankenstein e Marty Supreme, o terceiro filme mais indicado em 2026.

GUERRA DO PETRÓLEO

Guerra no Oriente Médio provoca interrupção recorde na oferta de petróleo

Em março, a oferta deve cair 8 milhões de barris, para 98,8 milhões de unidades, no menor nível desde o primeiro trimestre de 2022.

12/03/2026 07h20

Irã está atacando navios petroleiros em represália aos ataques que está sofrendo desde 28 de fevereiro

Irã está atacando navios petroleiros em represália aos ataques que está sofrendo desde 28 de fevereiro

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A Agência Internacional de Energia (AIE) reduziu drasticamente sua previsão de avanço da oferta de petróleo um dia após uma liberação histórica de estoques emergenciais, à medida que a guerra no Oriente Médio prejudica os fluxos através de uma das rotas de trânsito de petróleo mais críticas do mundo.

Em relatório mensal divulgado nesta quinta-feira, 12, a organização com sede em Paris - que representa as principais nações consumidoras de petróleo - agora prevê crescimento de 1,1 milhão de barris por dia (bpd) na oferta neste ano, ante os 2,4 milhões de bpd estimados anteriormente. O aumento integral da oferta deverá vir de fora da aliança Opep+, uma vez que o conflito força os principais produtores do Golfo a reduzir a produção.

Em março, a oferta deve cair 8 milhões de bpd, para 98,8 milhões de bpd, no menor nível desde o primeiro trimestre de 2022.

"A guerra no Oriente Médio está criando a maior interrupção de oferta na história do mercado global de petróleo", disse a AIE, acrescentando que, no mês passado, o suprimento mundial cresceu 380 mil bpd.

O Estreito de Ormuz - rota vital por onde passa cerca de um quinto do petróleo transportado no mundo - permanece efetivamente fechado. O Irã tem atacado navios cargueiros e infraestrutura energética-chave na região. Produtores importantes, como Kuwait e Iraque, começaram a cortar a produção Já a Arábia Saudita tem redirecionado os fluxos para canais alternativos.

Do lado da demanda, a AIE cortou sua projeção de avanço global para este ano para 640 mil bpd, ante 850 mil bpd, à medida que incertezas do conflito e a consequente alta do petróleo pesam sobre o consumo. Apenas para março e abril, a agência reduziu sua previsão de avanço na demanda em cerca de 1 milhão de barris

Ontem, a AIE anunciou planos de liberar um volume recorde de 400 milhões de barris de petróleo de reservas emergenciais em meio aos impactos da guerra no Oriente Médio. Fonte: Dow Jones Newswires.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

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