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Campo Grande abre 3ª compra em uma semana para tentar sanar falta de remédios

Com abertura das licitações marcadas para as duas primeiras semanas de setembro, os pregões chegam a somar a quantia de R$21 milhões investidos

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Através da Secretaria Especial de Licitações e Contratos (Selc), a prefeitura da Capital abre hoje (25) o terceiro processo no intervalo de uma semana para compra de medicamentos, na tentativa de solucionar um problema admitido pela Saúde de Campo Grande há tempos.

Conforme publicado na edição desta segunda-feira (25) do Diário Oficial de Campo Grande, às vésperas do aniversário da Cidade Morena, o terceiro processo de compra é também o de maior valor, sendo que juntos os pregões chegam a somar a quantia de R$ 21 milhões investidos.  

Como bem acompanhou o Correio do Estado, a primeira licitação para tentar reduzir problema crônico da falta de medicamentos aconteceu no último dia 20, prevendo cerca de R$ 6,2 milhões para compra de itens distribuídos entre as seguintes classes terapêuticas:  

  • Analgésico/antitérmico – adjuvante (hemostático);
  • Antiarrítmico/Cardiovascular;
  • Antibióticos;
  • Anti-eméticos/Antialérgicos;
  • Anti-hipertensivo de emergência/Ocitócico;
  • Anti-inflamatórios e analgésicos;
  • Soluções de suporte/Reposição hidroeletrolítica;
  • Corticosteroides.

A falta de remédios e insumos específicos, como a de mães de crianças com deficiência (PCDs), aparece como um problema antigo de Campo Grande. 

Logo após a denúncia, a própria secretária municipal de Saúde, Rosana Leite, admitiu o problema, dizendo que, nesse caso de demandas específicas, o que houve foi um descumprimento das entregas de dietas e fraldas por parte dos fornecedores. 

"Temos controle de todas as demandas; contudo, alguns fornecedores não cumpriram os nossos pedidos. O pior aconteceu com as dietas: temos oito empresas, de um total de 13 fornecedores, que não nos entregaram corretamente.

Por isso os insumos estão em falta. Essas empresas já foram devidamente notificadas, mas, por conta desse problema, a gente não está conseguindo entregar”, disse ela na ocasião.

Novos processos

Depois disso, logo no dia seguinte, o Executivo Municipal anunciou mais uma abertura de licitação, prevendo R$1.285.851,63 para aquisição de medicamentos, com o objetivo de atender a rede municipal de saúde (Remus).

Agora, conforme divulgado hoje (25) no Diogrande, o município prevê o empenho de mais R$13.576.113,02 para a mesma finalidade, com o intuito de atender todas as unidades do Remus pelo período de 12 meses. 

Neste último caso, conforme o quadro de materiais exposto no termo de referência, há um total de 25 itens previstos, como por exemplo: 

  1. Amoxicilina + Clavulanato 
  2.  Captopril 
  3. Carvedilol 
  4.  Complexo B 
  5. Ginkgo bilob
  6. Ibuprofeno 
  7. Losartana potássica
  8. Sulfato ferroso 
  9. Prednisona, entre outros

Das quantidades, medicamentos como Amoxicilina + Clavulanato, usado em tratamentos de infecções bacterianas, tem um total mínimo de 241.890 unidades a serem adquiridas, sendo necessária a compra de no mínimo 2,2 milhões de unidades de Ibuprofeno e pelo menos 5,6 milhões de "losartanas", a abertura deste pregão deve ser a última entre os três processos, prevista para acontecer em 08 de setembro. 

Antes disso, a segunda licitação mais cara dará a largada aos processos de registro de preços para aquisição de medicamentos, marcada para acontecer em 04 de setembro, enquanto o pregão de R$1,2 milhão fica para o dia seguinte (05/09). 
**(Colaborou Laura Brasil)

 

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Cidades

Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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