Cidades

Tragédia

Ciclista morre em acidente enquanto treinava na BR-419

Elias Rafael Camargo, de 62 anos, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos; vídeo de bicicleta destruída mostra a gravidade do acidente

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O atleta de ciclismo Elias Rafael Camargo, de 62 anos, morreu na noite da última terça-feira (1º), em um acidente envolvendo a bicicleta que ele conduzia e uma motocicleta.

A colisão aconteceu por volta das 19h, a 12 quilômetros trevo de Nioaque e Anastácio, município 137,4 quilômetros distante de Campo Grande.

O ciclista chegou a ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros de Aquidauana e encaminhado a um pronto-socorro, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos. Não há informações sobre o estado de saúde do motociclista.

A polícia ainda investiga a dinâmica do acidente.

Elias era carinhosamente conhecido como "Mazola", trabalhava como taxista e conciliava o emprego com a vida de atleta pelo menos desde 2018, ano em que . Conforme noticiado pela mídia local, ele costumava realizar os treinos de ciclismo na rodovia, assim como diversos outros atletas da modalidade.

 

A notícia de sua morte foi divulgada por amigos nas redes sociais, que lamentaram profundamente a perda. 

"Colegas do pedal, é com imensa tristeza que comunico que o Mazola não resistiu e acabou de falecer. O médico acabou de conversar com a filha dele aqui e deu a triste notícia", afirmou um dos amigos em uma nota emocionada.

O jornal A Princesinha News expressa seu profundo pesar e solidariza-se com os familiares e amigos neste momento de dor.
 

Cidades

Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

Cidades

Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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