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Febraban dá dicas antifraudes para o "Esquenta Black Friday"

Data oficial da Black Friday é dia 28 de novembro, mas comércio brasileiro costuma antecipar ofertas durante a semana e criminosos aproveitam para aproveitar golpes

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Desde o início do mês de novembro, diversas lojas, especialmente de comércio eletrônico, iniciaram ofertas ou anunciaram descontos devido ao mês da Black Friday. Especialmente a partir desta segunda-feira (24), as promoções do chamado "Esquenta Black Friday" ganham força, já que a data é oficialmente na sexta-feira (28).

A Black Friday brasileira é inspirada na tradicional queima de estoques realizada pelos comerciantes dos Estados Unidos após a celebração do Dia de Ação de Graças, sempre a última sexta-feira de novembro, e foi incorporada ao calendário do varejo do Brasil em 2010.

O que à primeira vista representa uma oportunidade para aproveitar os bons preços e adiantar as compras de Natal pode esconder alguns perigos relacionados a golpes.

Isto porque no período as pessoas são 'bombardeadas' com grandes quantidades de ofertas, enquanto quadrilhas aproveitam o momento de euforia para aplicar golpes usando “engenharia social”, que consiste em enganar os usuários, se passando por empresas conhecidas ou lojas específicas, para que eles forneçam informações pessoais e confidenciais que serão utilizadas para concretizar golpes financeiros.

Federação Brasileira de Bancos (Febraban) realiza campanhas de conscientização para orientar clientes e consumidores durante todo o ano e ampliará seus esforços de divulgação e informações de prevenção neste período.

Em alerta divulgado nas redes sociais, a Febraban aconselha que o consumidor sempre faça pesquisas, não só de preços dos itens que deseja comprar, mas também da reputação do varejista.

“Verifique também fatores como prazo de entrega e meios de pagamento disponibilizados. Os cuidados são importantes para que o consumidor evite compras por impulso”, alerta Walter Faria, diretor-adjunto de Serviços e Segurança da Febraban.

Faria também afirma que sempre é importante desconfiar de ofertas com preços muito abaixo do normal e tomar cuidado com a criação de páginas e perfis falsos em redes sociais, como Instagram.

As quadrilhas que praticam este tipo de golpe copiam a identidade visual de grandes marcas e patrocinam posts com ofertas tentadoras, como uma estratégia para potencializar a visualização com a finalidade de concretizar os golpes.

Veja dicas da Febraban para não cair em golpes

Cuidados com compras online

  • Dê preferência aos sites conhecidos para as compras e verifique a reputação de sites não conhecidos em páginas de reclamações;
  • Nunca use um computador público ou de um estranho para efetuar compras ou coloque seus dados bancários;
  • Verifique com atenção as formas de pagamento oferecidas pelo e-commerce e desconfie quando existem poucas opções;
  • Sempre cheque as políticas de troca e devoluções das lojas;
  • Dê preferência ao modelo de compra garantida, onde a plataforma retém o valor até a sinalização positiva do comprador.

Atenção nas redes sociais e com perfis falsos

  • Desconfie das promoções cujos preços sejam muito menores que o valor real do produto, pois criminosos se utilizam da empolgação dos consumidores em fazer um grande negócio para coletar informações e aplicar golpes;
  • Nunca preencha formulários com dados pessoais para ter acesso às promoções da Black Friday;
  • Golpistas criam perfis falsos de lojas e patrocinam posts nas redes sociais para enganar o consumidor. Verifique se a página tem selo de autenticação, número de seguidores compatíveis e também comentários de outros compradores;
  • Desconfie de páginas recém-criadas.

Cuidados com o cartão

  • Dê preferência para o uso de cartão virtual nas compras online;
  • Use o serviço de avisos por SMS de transações feitas ou outros meios disponibilizados pelos bancos, que informam o valor realizado para cada transação, instantaneamente;
  • Se for fazer uma compra presencial com cartão, sempre confira o valor na maquininha antes de digitar a sua senha. Identificando problemas no visor, a transação não deve ser concluída;
  • Insira você mesmo o cartão na maquininha. Caso tenha entregado o cartão ao vendedor, sempre verifique se o cartão devolvido é realmente o seu. Golpistas costumam aproveitar o momento de empolgação e aglomeração no comércio de rua para trocar o seu cartão.

Fique atento na hora de pagar com Pix e boletos

  • Se for pagar com Pix, sempre faça o pagamento dentro do ambiente da loja virtual. Quando o varejista fornecer o código QR Code, confira com atenção todos os dados do pagamento e se a loja escolhida é realmente quem irá receber o dinheiro. Só após essa checagem detalhada, faça a transferência;
  • Se for pagar a compra com boleto, confira quem é a empresa beneficiária que aparece no momento do pagamento do boleto, no aplicativo ou site do banco. Se o nome for diferente da marca ou empresa onde a compra foi feita, a transação não deve ser concluída. 

Cuidados com links

  • Ao usar sites de busca, verificar cuidadosamente o endereço da página de internet para garantir que se trata do site que deseja acessar. Fraudadores usam “links falsos patrocinados” para ganhar visibilidade nos resultados de buscas;
  • Tenha muito cuidado com e-mails de promoções que tenham links. Ao receber um e-mail não solicitado ou de um site no qual não esteja cadastrado para receber promoções, é importante verificar se realmente se trata de uma empresa idônea. Acesse o site digitando os dados no navegador e não clicando no link;
  • Fique atento ao e-mail do remetente. Empresas de grande porte não utilizam contas privadas como @gmail, @hotmail ou @terra e entidades públicas sempre usam @gov.br ou @org.br.

Colisão

Passageiro fica preso às ferragens após carro bater em caminhão na MS-276

Motorista do carro não conseguiu frear ou desviar a tempo e colidiu contra um veículo de carga

19/04/2026 08h00

Foto: Reprodução / Jornal da Nova

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Um homem de 52 anos ficou preso às ferragens após um carro bater na traseira de um caminhão parado na rodovia MS-276, em Batayporã (MS), na noite deste sábado (18). A vítima estava no banco dianteiro de uma VW Parati.

Segundo o boletim de ocorrência, o caminhão, um Volvo/NH com semirreboque, estava parado no sentido Anaurilândia/Batayporã em razão a uma pane mecânica. O motorista do carro, pedreiro de 50 anos, não conseguiu frear ou desviar a tempo e colidiu contra o veículo de carga.

Com o impacto, o passageiro ficou preso às ferragens e precisou ser retirado pelo Corpo de Bombeiros. Ele sofreu um ferimento profundo no pescoço e foi encaminhado em estado grave ao Hospital Regional de Nova Andradina. Apesar da gravidade inicial, a unidade informou posteriormente que o homem não corre risco de vida.

A Polícia Militar Rodoviária realizou teste do etilômetro nos dois motoristas. O condutor do caminhão não havia consumido álcool, por sua vez, o motorista da Parati apresentou índice de 0,54 mg/L, acima do limite permitido por lei, o que se configura crime de trânsito.

Ele foi preso em flagrante e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Batayporã. 

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Ligação

Empresa de Marçal repassou R$ 4,4 mi a Mc Ryan, diz PF

Valor teria sido depositado na conta do funkeiro pela venda de um helicóptero Robinson R66 Turbine

19/04/2026 07h30

Foto: Reprodução / Redes Sociais

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Uma empresa pertencente ao ex-candidato à Prefeitura de São Paulo Pablo Marçal (União Brasil) transferiu R$ 4,4 milhões para uma conta pessoal do MC Ryan, acusado pela Polícia Federal (PF) de liderar uma engrenagem de ocultação e lavagem de bens à disposição do tráfico internacional de drogas do Primeiro Comando da Capital (PCC).

O valor teria sido depositado na conta do funkeiro pela venda de um helicóptero Robinson R66 Turbine. Ao Estadão, a assessoria de Marçal confirmou a transação, mas negou que o montante se referisse à aeronave e afirmou que o pagamento diz respeito à aquisição de parte de um imóvel feito pelo coach.

Apoiador da candidatura de Pablo Marçal à Prefeitura em 2024, Ryan foi alvo da Operação Narco Fluxo, deflagrada pela PF na quarta-feira, dia 15, quando foi preso sob suspeita de liderar um esquema de lavagem de dinheiro do tráfico internacional por meio de rifas e bets ilegais, além de atividades ligadas à produção musical e entretenimento.

Origem

A defesa de Ryan informou que todos os valores que transitam nas contas do funkeiro "possuem origem devidamente comprovada, sendo submetidos a rigoroso controle e ao regular recolhimento de tributos".

Na representação da PF que embasou a Operação Narco Fluxo, os investigadores destacam créditos da empresa R66 Air Ltda., que enviou R$ 4,4 milhões à pessoa física de MC Ryan. O quadro societário da companhia é composto pelo coach Pablo Marçal.

Segundo a apuração, o capital social da empresa é compatível com o valor de mercado de um helicóptero Robinson R66 Turbine, o que levanta a hipótese de que a transação esteja ligada à negociação da aeronave.

A rede de bets e rifas ilegais usada para lavar dinheiro do tráfico estruturou, segundo a investigação, "empresas de prateleira" e chegou a firmar contratos com fintechs investigadas nas Operações Compliance Zero, que atinge o Banco Master, e Sem Desconto, que apura um esquema bilionário de fraudes no INSS, que lesou milhares de aposentados e de pensionistas. O esquema da Narco Fluxo movimentou R$ 1,6 bilhão para o crime organizado, segundo a Polícia Federal, e tinha como operador-chave o contador Rodrigo Morgado, preso desde outubro de 2025 sob suspeita de prestar assessoria financeira ao Primeiro Comando da Capital.

A defesa de Morgado afirma que ele "é profissional da área contábil, atuando estritamente dentro dos limites legais de sua profissão, não tendo qualquer envolvimento com atividades ilícitas". Durante a Narco Fluxo, os federais cumpriram 45 mandados de busca e apreensão. Dos 39 mandados de prisão temporária expedidos, 33 foram executados.

*Com informações de O Estado de São Paulo 

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