Política

TENTATIVA DE GOLPE

Julgamento de Bolsonaro sensibiliza a direita e entusiasma a esquerda em MS

Parlamentares bolsonaristas criticam o STF, enquanto os petistas acreditam que será feita justiça contra ex-presidente

Continue lendo...

Começa na manhã hoje, na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília (DF), o julgamento de Jair Messias Bolsonaro (PL), o primeiro ex-presidente da República na história do Brasil a enfrentar a Justiça por tentativa de golpe de Estado. O ineditismo do ato mexeu com as vertentes da direita e da esquerda política em Mato Grosso do Sul.

Para os parlamentares bolsonaristas, é motivo de lamentação o futuro político do ex-presidente estar nas mãos de cinco ministros do Supremo que iniciam o julgamento da Ação Penal nº 2.668, que apura a participação de Bolsonaro e de sete aliados da cúpula de seu governo em uma trama para anular o resultado das eleições presidenciais de 2022 e mantê-lo no poder.

Já para os petistas o julgamento fará justiça contra o ex-presidente, pois a acusação tem como base as investigações conduzidas pela Polícia Federal (PF) ao longo de dois anos, centradas sobretudo na delação premiada do tenente-coronel do Exército Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, as quais motivaram a Procuradoria-Geral da República (PGR) fazer a denúncia apontando os crimes de organização criminosa, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência ou grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

Na avaliação do senador Nelsinho Trad (PSD), o julgamento, apesar de complexo por todas as circunstâncias que o envolve, com pessoas sem direito a foro privilegiado julgados como se detentores fossem, tem uma celeridade que no mínimo causa estranheza. 

“Esse filme já se viu e acabou com o julgamento anterior do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sendo anulado. Tudo isso dá, no mínimo, uma sensação esquisita de se procurar respostas rápidas, talvez com outros objetivos”, lamentou.

Ele ressaltou que, em 8 de janeiro de 2023, dia da invasão à Praça dos Três Poderes, em Brasília, o principal acusado dentre os réus já não era mais presidente, portanto, não poderia ser julgado em instância de detentores de foro privilegiado. 

“Assim como inúmeras pessoas que por lá estavam, penso também que aqueles que depredaram patrimônio público (e se tem imagens da grande maioria que assim agiu), deveriam, sim, serem julgados nas instâncias corretas e responsabilizados pelos danos causados”, conclamou.
Nelsinho completou que, “infelizmente, essa pauta toda está sendo tóxica para o desenvolvimento do País, do nosso Estado e dos nossos municípios”. 

“Não se fala em outra coisa e as pautas importantes para o Brasil ficam sobrestadas. Apesar de estar torcendo para acabar logo, sinto que o julgamento desse primeiro grupo (ainda terão mais três) será longo e as pautas importantes serão sempre postergadas. Uma situação muito ruim para todos”, afirmou.

DIREITA

O deputado federal Rodolfo Nogueira (PL) pontuou que tem observado esses acontecimentos com bastante indignação. “Nota-se um movimento gradual, que alguns interpretaram como uma forma de ‘dessensibilização coletiva’, em que determinadas medidas vão sendo introduzidas pouco a pouco. Nesse cenário, o presidente Bolsonaro foi enfrentando restrições progressivas e hoje está preso”, criticou.

Para ele, apesar de todas as dificuldades, todo o prestígio e apoio popular que Bolsonaro conquistou não foram abalados. 

“Ele segue sendo uma das maiores lideranças políticas do Brasil e alguém que marcou a história como um dos maiores puxadores de votos. Esses acontecimentos, em vez de diminuírem sua força, acabam reforçando a imagem que tem diante de milhões de brasileiros, que o veem como um homem que não se envolveu em esquemas de corrupção e que representa uma oposição real e consistente no cenário político nacional”, assegurou.

Já o deputado federal Marcos Pollon (PL) disse que “não é o início do julgamento, mas o início da condenação de Bolsonaro”. 

“Bolsonaro já foi prejulgado sem acesso ao devido processo legal, sem direito ao contraditório, a partir de fatos criados pela imaginação doentia de Alexandre de Moraes [ministro do STF], com objetivo de colocar medo na população. Isso tudo nada mais é do que tentativa de humilhar o maior símbolo de toda direita do Brasil”, argumentou. 

No entendimento do parlamentar, o brasileiro está vivendo uma ditadura. “Estão perseguindo a oposição para não terem concorrentes nas eleições gerais do próximo ano. A história vai julgar o ministro Alexandre de Moraes e será colocado na mesma prateleira que outros ditadores”, assegurou.
O também deputado federal Dr. Luiz Ovando (PP) completou que a Justiça deve ser instrumento da verdade e não da perseguição política. 

“Todos os condenados legitimamente, com trânsito em julgado, devem cumprir suas penas. Esse é o princípio da ordem e da legalidade, entretanto, o que se vê no Brasil é um contraste inaceitável: Lula, condenado em várias instâncias, foi solto e reabilitado politicamente, enquanto Jair Bolsonaro, sem prova de crime e sem sentença definitiva, é alvo de um processo arbitrário que atropela o devido processo legal. Dois pesos e duas medidas”, comparou. 

No julgamento em curso, de acordo com o parlamentar bolsonarista, os brasileiros estão presenciando a mais grave distorção jurídica do Direito: “Um ministro que se coloca como acusador, juiz e promotor ao mesmo tempo”. 

“Essa prática fere frontalmente a Constituição Federal, desrespeita garantias fundamentais e revela o que chamo de ditadura de toga. Não há democracia sem imparcialidade da Justiça”, reiterou.
Conforme o Dr. Luiz Ovando, “o povo brasileiro não pode aceitar que a Suprema Corte se transforme em palco de prepotência e perseguição”. 

“A arrogância precede a ruína e a prepotência a queda [Provérbios 16:18]. Minha aspiração, como cidadão e deputado federal, é de que o Brasil retorne aos trilhos da verdadeira Justiça – aquela que pune com rigor os culpados, mas que também protege os inocentes contra abusos de poder”, pontuou.

PREOCUPAÇÃO

Com relação ao julgamento de Bolsonaro, o deputado estadual Coronel David, presidente do PL em Campo Grande, disse que vai acompanhar com muita atenção, mas não pode deixar de registrar a preocupação com a forma como tudo vem sendo conduzido. 

“Infelizmente, temos visto um processo que mais parece de cartas marcadas, em que a decisão já está predefinida contra o ex-presidente Bolsonaro”, lamentou.
No entender do parlamentar, o ministro Alexandre de Moraes, que deveria atuar com equilíbrio e imparcialidade, assumiu um protagonismo excessivo, acumulando papéis de investigador, acusador e julgador. 

“Isso compromete a confiança da sociedade na Justiça e levanta sérias dúvidas sobre o respeito ao devido processo legal e às garantias constitucionais”, afirmou.

Para ele, a decisão que vir desse julgamento terá reflexo direto no cenário político e para as eleições de 2026. “É importante dizer que a força das ideias, o apoio popular e o desejo de mudança não se anulam por decisões judiciais. O que precisamos é de eleições livres, com todos os atores políticos tendo o direito de disputar, e não de um jogo manipulado pelo Judiciário. Quem deve decidir o futuro do Brasil é o povo, nas urnas, e não um tribunal fechado em Brasília”, ressaltou.

Colega de partido, o deputado estadual Neno Razuk afirmou que sua expectativa era de que houvesse um julgamento justo, em que seriam reconhecidas todas as folhas do processo. “O presidente Bolsonaro é inocente, mas, pelo que a gente acompanha, já dá para sentir um prejulgamento contra ele, principalmente pelas posições que o STF vem tomando, e creio que a anistia seria um caminho de pacificação para acabar com essas injustiças”, destacou.

Neno Razuk acrescentou que, na sua visão, todo o sistema judiciário brasileiro atualmente está prejulgando as pessoas e isso, ao seu ver, precisa de uma reformulação. “Se isso acontece com pessoas de forte influência política, imagina o que não acontece com pessoas sem projeção pública, com os cidadãos comuns. Por isso, eu defendo que uma mudança no sistema judiciário é necessária”, sugeriu.

ESQUERDA

Para os parlamentares mais à esquerda, o julgamento representa o momento mais crítico para o ex-presidente desde que deixou o Palácio do Planalto, e a provável condenação pode levar não apenas a uma longa pena de reclusão de até 43 anos, mas selar sua inelegibilidade, já imposta pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em outra ação.

No entendimento do deputado federal Vander Loubet, presidente estadual do PT, o julgamento do ex-presidente Bolsonaro está seguindo todo o rito jurídico necessário. 

“Inclusive, ele está tendo direito a um julgamento imparcial e baseado em provas, coisa que o presidente Lula não teve, pois o ex-juiz Sérgio Moro estava em conluio com setores do MPF [Ministério Público Federal], manipulando e direcionando todo o processo que fez com que Lula fosse preso, Bolsonaro fosse eleito e ele [Moro]se tornasse ministro da Justiça”, relembrou.

Vander Loubet ainda acrescentou que o julgamento de Bolsonaro não deve atrapalhar as eleições gerais do próximo ano. “Vejo pouca interferência, afinal, o ex-presidente Bolsonaro já está inelegível por conta de outras ações, então, a prisão – ou não – dele não deve afetar aqui o que está se desenhando para 2026”, projetou.

Para o deputado estadual Zeca do PT, o Brasil vive um momento histórico importante, peculiar e diferenciado. “Afinal, pela primeira vez, um ex-presidente vai ser julgado – com seus comparsas, incluindo vários militares de alta patente – por atentado à democracia brasileira, ao Estado Democrático de Direito. Entendo que o processo foi tranquilo, com amplo direito de defesa e do contraditório. Vamos aguardar o julgamento e que se faça justiça a partir das provas que foram coletadas”, afirmou.

Na análise do deputado estadual Pedro Kemp (PT), o Brasil não pode mais conviver com tentativas de golpe e ameaças às instituições democráticas. “Por isso, espero que o julgamento do ex-presidente Bolsonaro e do chamado núcleo crucial do golpe resulte na condenação dos envolvidos e que sirva de exemplo para as futuras gerações de que não vale a pena apostar em saídas autoritárias para nossos problemas”, garantiu.

Ele acrescentou que o Brasil é uma potência econômica e exerce hoje uma liderança importante no cenário político internacional, por meio da respeitabilidade conquistada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Precisamos dizer ao mundo que nossas instituições funcionam e a justiça prevalece”, destacou.

O deputado federal Geraldo Resende (PSDB) acredita que o julgamento de Bolsonaro está sendo bem encaminhado. “Eu espero que haja, de fato, um bom debate, que haja o princípio do contraditório, que ele possa ofertar a sua defesa e que esse julgamento definitivamente possa ser um julgamento pedagógico para as futuras gerações de brasileiros”, relatou. 

Geraldo Resende completou que os brasileiros precisam entender e respeitar os processos democráticos no País. “E o que aconteceu dia 8 de janeiro de 2023 foi um desrespeito muito evidente às instituições brasileiras. Então, esse julgamento, certamente, vai marcar não só as eleições de 2026, mas a história deste País. Se queremos ser um país sério, é preciso, de fato, termos um julgamento correto, com toda a ampla defesa, e que o veredito final seja acatado pelo conjunto da população brasileira”, finalizou.

Assine o Correio do Estado.

NOVO ENDEREÇO

Beto Pereira anuncia amanhã sua filiação ao Republicanos

Em fevereiro deste ano, o deputado federal havia assumido a presidência do PSDB

25/03/2026 08h25

O deputado federal Beto Pereira, que vai para o Republicanos

O deputado federal Beto Pereira, que vai para o Republicanos Divulgação

Continue Lendo...

O deputado federal Beto Pereira oficializa amanhã a troca do PSDB pelo Republicanos para tentar a reeleição para a Câmara dos Deputados.

A confirmação foi obtida pelo Correio do Estado junto a interlocutores do parlamentar, que deve assumir a presidência estadual do partido em Mato Grosso do Sul no lugar do deputado estadual Antonio Vaz.

A reportagem apurou que a chegada do deputado federal ao Republicanos foi articulada pelo governador Eduardo Riedel (PP) e pelo ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) diretamente com o presidente nacional do partido, deputado federal Marcos Pereira (SP), durante reunião em Brasília (DF).

Beto Pereira vai para o Republicanos com a finalidade de consolidar a aliança da legenda com o grupo político de Riedel e Azambuja, que tinha PL, PP, União Brasil e PSDB, e tem como meta a reeleição do governador e a eleição de dois senadores da República, um deles o ex-governador.

Além de Beto Pereira, o Republicanos também ganhará o reforço do vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha, e do deputado estadual Pedro Pedrossian Neto, ambos do PSD, do senador Nelsinho Trad, que informou o apoio à reeleição de Riedel, mesmo que o partido não faça parte dessa ampla aliança.

Com a adesão do grupo governista, o Republicanos projeta montar uma chapa competitiva para a Câmara dos Deputados, com potencial para conquistar ao menos uma vaga, tendo, além de Beto Pereira, a vereadora Isa Marcondes, a Cavala, que foi a mais votada de Dourados nas eleições municipais de 2024.

HISTÓRICO

O deputado federal Beto Pereira, que vai para o RepublicanosO deputado federal Beto Pereira, que vai para o Republicanos - Forto: Divulgação

Nascido em Campo Grande, em 14 de novembro de 1977, Humberto Rezende Pereira, mais conhecido como Beto Pereira, é formado em Direito e iniciou sua carreira política como prefeito de Terenos. Ele é filho do ex-senador Valter Pereira e tataraneto do fundador da Capital, José Antônio Pereira.

Em 2004, foi eleito prefeito do município de Terenos aos 26 anos, tornando-se o gestor mais jovem do Estado na época. No ano de 2008, foi reeleito com mais de 70% dos votos dos eleitores.

Em 2009, assumiu a presidência da Associação Sul-Mato-Grossense de Municípios (Assomasul) e, em 2012, Beto Pereira se tornou vice-presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM) – o primeiro sul-mato-grossense a assumir essa função.

Em 2014, foi eleito deputado estadual, com 27.182 votos, e, em 2017, assumiu a presidência estadual do PSDB de Mato Grosso do Sul, enquanto em 2018 se elegeu deputado federal, com 80.500 votos.

No ano de 2019, foi eleito secretário-geral do PSDB nacional e, em 2022, foi reeleito deputado federal, com 97.872 votos, por Mato Grosso do Sul.

Em fevereiro de 2023, foi eleito para compor a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados. Um ano depois, em 2024, foi candidato a prefeito de Campo Grande, mas não conseguiu chegar ao segundo turno.

 

Assine o Correio do Estado

ELEIÇÕES 2026

Vereadores do PSDB se recusam a servir de escada para deputados estaduais

Os parlamentares municipais da Capital querem na chapa tucana somente um entre Jamilson Name e Pedro Caravina

25/03/2026 08h20

Os deputados estaduais Marcio, Jamilson, Caravina, Lidio e Paulo durante a sessão de ontem

Os deputados estaduais Marcio, Jamilson, Caravina, Lidio e Paulo durante a sessão de ontem Luciana Nassar/Alems

Continue Lendo...

A formação da chapa para deputados estaduais pelo PSDB em Mato Grosso do Sul deixou de ser uma negociação tranquila para virar o estopim para um motim por parte dos vereadores do partido em Campo Grande que têm pretensões de concorrer a vagas na Assembleia Legislativa do Estado no pleito deste ano.

O Correio do Estado apurou que os vereadores Pitu, Flávio Cabo Almi e Dr. Victor Rocha deram um ultimato ao partido depois que foram informados que os deputados estaduais Jamilson Name e Pedro Caravina vão continuar no ninho tucano para tentar a reeleição, inviabilizando que, pelo menos, um parlamentar municipal tenha chance real de ser eleito.

Na semana passada, conforme fontes ouvidas pela reportagem, estava tudo certo para que o deputado estadual Pedro Caravina fosse para o PP, ficando apenas Jamilson Name no partido, com a deputada estadual Lia Nogueira, o que permitiria que os três vereadores tivessem a oportunidade de disputar as cadeiras na Casa de Leis.

Porém, nesta semana, Caravina refez a conta de votos necessários para ser reeleito e constatou que, com os três vereadores na chapa, seria muito mais fácil garantir o retorno à Assembleia Legislativa se continuasse no PSDB do que tentando a sorte no PP, da senadora Tereza Cristina.

CAMPEÕES DE VOTOS

Entretanto, a permanência dele, de acordo com apuração do Correio do Estado, fará com que a chapa fique com dois deputados estaduais campeões de votos, tornando a campanha eleitoral de Pitu, Flávio Cabo Almi e Dr. Victor Rocha muito mais difícil, pois dificilmente a chapa fará mais do que três parlamentares na eleição deste ano.

Portanto, com essa matemática, será mais fácil que Jamilson e Caravina sejam reeleitos, restando apenas uma possível cadeira na Assembleia Legislativa para o ninho tucano, que seria disputada pelos três vereadores e ainda pelos deputados estaduais Lia Nogueira e Paulo Duarte, que deve trocar o PSB pelo PSDB.

Por isso, os três vereadores avisaram que não pretendem ser “escada” para os deputados estaduais no pleito deste ano e, caso Jamilson ou Caravina resolvam bater o pé sobre ficar no PSDB, Pitu, Flávio Cabo Almi e Dr. Victor Rocha não serão mais candidatos neste ano, enfraquecendo a chapa.

Para complicar ainda mais a situação, além da chegada de Paulo Duarte, também é cogitada a pré-candidatura do ex-prefeito de Três Lagoas Ângelo Guerreiro como deputado estadual pelo PSDB, outro nome com muitos votos, principalmente, na região da Costa Leste de Mato Grosso do Sul.

OUTRO LADO

Procurados pelo Correio do Estado, os três vereadores não consideraram comentar, mesmo posicionamento do deputado estadual Jamilson Name, enquanto o deputado estadual Pedro Caravina disse que não estava sabendo do ultimato.

“Eu entendo que a chapa desenhada pelo PSDB tem total condição de eleger de quatro a cinco deputados estaduais. Com quatro deputados estaduais de mandato, os três vereadores da Capital e com outras lideranças filiadas, teremos uma chapa muito competitiva”, projetou.

No entanto, ainda conforme Caravina, a decisão de sair candidato não é para agora, mas somente nas convenções. “Agora é filiação, e todos estão filiados”, analisou, prevendo que tudo deve ser resolvido.

Agora, a definição final sobre a formação da chapa para deputados estaduais terá de passar pelas mãos do ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) e do atual governador Eduardo Riedel (PP), que estão à frente das negociações dos partidos da ampla aliança formada para a reeleição de Riedel e eleição de Azambuja ao Senado.

 

Assine o Correio do Estado

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).