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Prefeitura oficializa benefícios fiscais à Hapvida, patrocinadora do Flamengo

Grupo prometeu investir R$ 100 milhões e gerar 456 empregos diretos na prestação de serviços médico-hospitalares

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A prefeitura de Campo Grande oficializou nesta segunda-feira (4) uma série de benefícios fiscais à Hapvida, um dos maiores planos de saúde do país e novo patrocinador do Flamengo.  

Para atrair os investimentos do grupo na Capital, a administração campo-grandense concedeu, em abril, uma série de incentivos fiscais ao grupo, entre eles: isenção do IPTU por dois anos; redução de 60% no ISSQN, que passará de 5% para 2% sobre o valor dos serviços prestados durante seis anos; isenção da tarifa de iluminação pública por dez anos; isenção de tributos sobre os processos de alvará e licenciamento necessários ao planejamento, instalação e funcionamento da empresa, pelo período de quatro anos. Nesta semana, a administração designou o terreno destinado ao grupo. 

A seleção e a contratação da mão de obra a ser empregada no empreendimento deverão ser realizadas por intermédio da Fundação Social do Trabalho de Campo Grande (Funsat). 

Para a efetivação dos incentivos de que trata este artigo, os encargos, principais e acessórios, a serem cumpridos pela beneficiária e pelo Poder Executivo, deverão constar no Termo de Adesão e Compromisso a ser assinado pelos partícipes, tendo os benefícios validade a partir da assinatura do termo e de parecer favorável da Secretaria Municipal da Fazenda (Sefaz). 

Conforme publicação em edição do Diário Oficial da Prefeitura de Campo Grande (Diogrande) à época, a empresa, em parceria com a Canadá Administradora de Imóveis, prometeu investir R$ 100 milhões e gerar 456 empregos diretos na prestação de serviços médico-hospitalares, com previsão de faturamento de R$ 55,2 milhões por ano.

Os benefícios foram aprovados por unanimidade pelos integrantes do Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico (Codecon) durante reunião realizada em 28 de março.

Patrocínio

A exposição nacional da marca ganhou mais notoriedade na última quinta-feira (31), no jogo contra o Atlético-MG, no Maracanã, pela partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil, onde a empresa estampou a camisa rubro-negra pela 1ª vez após acordo sobre contrato de patrocínio que prevê o pagamento de R$ 23,8 milhões por ano ao clube carioca. Ao fim do vínculo de três anos, o valor total investido pela empresa chegará a R$ 71,4 milhões.

O grupo estampará a parte superior das costas das camisas de jogo, treino e aquecimento do time profissional e do sub-20.

A empresa promete fazer investimentos milionários na cidade, onde a Unimed domina há décadas o mercado da saúde privada.

Segundo a mesma publicação oficial, a empresa informa que não emprega ninguém diretamente em Campo Grande, embora atue na cidade há cerca de cinco anos e conte com uma rede de prestadores de serviços e alguns laboratórios próprios. A Hapvida também não possui hospital próprio na capital sul-mato-grossense, mesmo após ter absorvido os beneficiários do plano São Francisco.

Criada em 1991 e com capital social de quase R$ 10 bilhões, segundo dados divulgados no Diogrande, a Hapvida se apresenta como “a maior operadora de saúde do Brasil”, contando com mais de 15,8 milhões de beneficiários em planos de saúde e odontologia, além de 37 mil colaboradores espalhados em praticamente todos os estados do país.

Na ocasião, a reportagem do Correio do Estado procurou a Prefeitura de Campo Grande, que concedeu os incentivos fiscais, para questionar as justificativas e os compromissos assumidos pela empresa. Em resposta, a administração municipal foi vaga, afirmando:

“Trata-se de incentivos aprovados pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico (Codecon), que tem a responsabilidade de analisar e deliberar sobre a concessão dos incentivos fiscais e extrafiscais solicitados ao Município, conforme a Lei Complementar n. 418/21 e demais legislações vigentes. O processo foi submetido à análise do Codecon, conforme estabelece o Art. 25, Inciso I, da Lei Complementar n. 418/21, para deliberação sobre a concessão dos incentivos solicitados”, destacou a prefeitura à época.

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Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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