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Trabalhador morre atropelado por caminhão da empresa que trabalhava em MS

Três funcionários realizavam serviço em rodovia e caminhão da empresa, que estava parado, foi atingido por um micro-ônibus e, com o impacto, atropelou os trabalhadores

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Um trabalhador, identificado como Eurico Júlio, de 47 anos, morreu após ser atropelado por um veículo da empresa na qual trabalha, durante a realização de um serviço, no fim da tarde deste sábado (24), na MS-040, em Santa Rita do Pardo.

De acordo com informações do site Cenário MS, Eurico e outros dois rapazes eram funcionários de uma empresa contratada para realizar serviços de recuperação de asfalto na rodovia.

Na noite de sábado, Eurico realizava a marcação de buracos na pista.

Durante o trabalho, dois caminhões da empresa, com materiais utilizados no serviço, estavam parados.

Em determinado momento, um micro-ônibus que seguia pela rodovia colidou na traseira de um caminhão-caçamba, que estava carregado com masa asfáltica. Com o impacto, o caminhão foi lançado para a frente e atingiu o trabalhador.

Eurico sofreu esmagamento de uma das pernas, fraturas expostas de fêmur, tíbia e fíbula.

Ele foi socorrido e encaminhado consciente ao Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Santa Rita do Pardo.

Na unidade hospitalar, foi constatado o politraumatismo. O quadro se agravou e o trabalhador teve tromboembolismo pulmonar e chegou a ser intubado, mas teve uma parada cardiorrespiratória e morreu no hospital.

Os outros dois trabalhadores que realizavam o serviço de tapa-buracos também ficaram feridos e foram encaminhados aos mesmo hospital.

Ainda segundo o site Cenário MS, um deles sofreu um corte na perna direita e o outro teve ferimentos na perna esqueda e cortes na orelha.

Eles foram internados sob observação médica, mas não correm risco de morte.

Equipe da Polícia Militar Rodoviária foi acionada e fez o registro da ocorrência. O caso será investigado pela Polícia Civil.

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Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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